Medicina Preventiva ou detecção de doença antecipada
 
           Os serviços de saúde oferecem exames preventivos. Mas você já pensou um pouco sobre essa forma de prevenção? Os médicos, é certo, estimulam os pacientes a fazer exames de rotina para "manterem a saúde". Essas abordagens nos leva à conclusão de que eles estão apenas tentando detectar doenças antecipadamente.
    
           Como se observa, os médicos solicitam exames de papanicolau, mamografias, exames de sangue e exames físicos com o objetivo primário de verificar se já há, em seus pacientes, alguma doença. Claro, que é uma intervenção importante. Obviamente, quanto antes uma doença for detectada, melhor será para o paciente.

 

Mas o que foi que se preveniu?

     O ponto que quero salientar aqui, contudo, é o pouco tempo que os médicos ou os serviços à saúde empenham em realmente instruir os pacientes sobre como esses podem proteger sua saúde. Em outras palavras, os médicos estão ocupados demais tratando de doenças para se preocuparem em instruir seus pacientes sobre estilos de vida saudáveis, que ajudem, antes de tudo, a evitar o desenvolvimento de doenças especialmente as degenerativas.

 

A Verdadeira Medicina Preventiva
      Se desejamos alcançar a prevenção, então creio que deva, de fato, prevenir alguma coisa. A verdadeira medicina preventiva deve envolver e estimular as pessoas na adoção de hábitos como: comer saudavelmente, praticar um programa consistente de exercícios e ingerir fitonutrientes por meios de chás e sucos.
    
      Dar aos pacientes condições para evitar as doenças é a verdadeira prevenção.
Isso exige a motivação do paciente. A maioria das pessoas estão disposta a fazerem mudanças de hábitos e estilo de vida, quando realmente entendem o que está em jogo. É aí que creio que a medicina convencional deixou a desejar: em praticar a verdadeira medicina preventiva.

 

 

Dar o direito de escolha

     Médicos e pacientes devem avaliar a maneira como consideram os cuidados com a saúde. Usar a medicação como último recurso - e não como primeira opção. Boa parte das pessoas estão dispostas a se tornarem mais proativas com sua saúde se houver uma chance, ainda que mínima, de evitarem a ingestão de medicamento ou de um procedimento cirúrgico. É claro, que há aqueles que não pensam em mudar ou não querem fazer nada. Para esses, então, dá-se o remédio.
     
   Há aqueles cuja condição clínica é tão séria ou grave que de imediato, tem que iniciar uma medicação. Mas também a esses pode se oferecer a chance de melhorarem sua condição ao longo do tempo, com mudanças saudáveis no estilo de vida, na esperança de que, algum dia, possam diminuir ou interromper a medicação.  

 

Saúde preventiva

      Não adianta só apagar incêndios, é preciso atacar na causa também, a ignorância. São bilhões de reais em recursos para conter doenças e atender demandas estratosféricas de doentes tudo porque não ensinamos nossa gente a se cuidar.

 

     Hoje, com amplo acesso aos meios de comunicação e conhecimentos que apontam meios para manter a saúde, temos o dever e a obrigação de estabelecermos quais serão nossos caminhos. Um deles, como afirma Doutor Riedlen, começa na cozinha.

 

       Todos os esforços da ciência para aumentar a quantidade de anos da vida humana podem ser inutilizados, em boa parte, se a pessoa não minimizar o grande prejuízo que ela mesma faz ao ignorar os conselhos que a própria ciência vem dando. Não é de hoje que cientistas e médicos vêm ressaltando a importância dos hábitos saudáveis e da prática de atividade física; mas a maioria das pessoas ainda desconsidera.

 

     A maioria não querem ter disciplina, aceitar limites e ter cuidados.

Um exemplo, o hipertenso se entope de carne gordurosa e salgada e quer um milagre do céu para não enfartar ou ter um AVC. Não cuidam do seu maior patrimônio (a saúde), e quando a perdem culpam meio mundo, menos a sua indisciplina e negligência.

 

O controle das doenças também depende de nós

     A maior parte das doenças ocorre por irresponsabilidade da própria pessoa. Há pessoas que, ainda, hoje pensam que as doenças são"pragas divinas” ou inevitáveis” e até dizem que Deus dá o fardo conforme a força" e até acreditam que saúde seja uma dádiva e não responsabilidade de cada um. Ao que parece, esperam dons divinos para curar os males causados pelas más atitudes contra si mesmos. Não assumem a responsabilidade pela própria saúde, com prática regular de atividades física e com alimentação equilibrada e saudável.

 

As ervas medicinais, sem sombra de dúvida, contribui para a prevenção da maioria das doenças.

 

Prevenção – o melhor remédio

O melhor é investir na reeducação para a saúde.

      Vamos fazer uma comparação: quando adquirimos um eletrodoméstico, recebemos junto com ele o manual que nos ensina a utilizá-lo; no entanto, recebemos a máquina mais complexa, nosso “organismo”, sem manual.

      Por falta de conhecimento, as próprias pessoas promovem danos a sua saúde. Temos que conhecer essa maravilhosa máquina e contar com a assessoria de bons profissionais, pois, apesar da evolução da medicina, peças dessa grandiosa máquina (organismo) dificilmente podem ser trocadas. É importante que cada um de nós se torne responsável pela própria saúde, o que só acontecerá se formos educados para isso.

 

       É importante que cada família disponha de recursos e conhecimentos próprios para atender necessidades básicas de saúde, aprendendo de imediato a identificar casos graves e sabendo se deve recorrer ao agente de saúde local ou procurar um hospital público da região. Todos, portanto, devem se conscientizar da necessidade de tomar constantemente medidas preventivas de saúde, para evitar a necessidade de intervenções curativas posteriores.    

  Quanto mais pessoas souberem cuidar de si mesmas, melhor. 

   Todas as pessoas devem conhecer os meios para a manutenção da saúde e ser capazes de aplicá-los para a solução dos problemas. Até as crianças devem receber esclarecimentos constantes a respeito das medidas preventivas a serem tomadas para a manutenção da saúde.

 

Cuidados de saúde preventivos: deslocando o paradigma de autocuidado

 

O sistema de saúde existente é baseado em tratamentos, embora 80% das doenças sejam evitáveis. Isso significa simplesmente que indivíduos e seus médicos estão fazendo muito pouco para prevenir doenças, mesmo que possam.

 

Isso levou a um estado de saúde em declínio para a nossa população, bem como a altos custos de saúde afrontosos, que estão aumentando a cada ano. Mais de 60% dos adultos têm uma doença crônica.

 

Pode-se fazer algo para reverter esta situação muito séria? Identifica-se  vários fatores específicos que contribuíram para esse estado de coisas decepcionantes. Isso inclui a seguinte lista parcial de fatores contribuintes:

 

  • O público em geral aprende muito pouco sobre saúde e prevenção em nosso sistema educacional, na mídia ou no local de trabalho.

 

  • Os profissionais de saúde convencionais aprendem muito pouco sobre prevenção ou abordagens naturais para reverter a doença crônica. 

 

  • A mídia desempenha um papel importante no apoio ao sistema baseado em tratamento, em virtude dos ricos orçamentos de publicidade fornecidos tanto para mídia eletrônica quanto para impressas pelos "Laboratórios farmacêuticos" .

 

  • As agências governamentais desempenham um papel importante neste suporte de tratamentos quando as campanhas políticas são financiadas por empresas farmacêuticas e outros, para garantir que as regras, por grupos como a FDA, exigem diretrizes legislativas rigorosas e estudos clínicos caros que só podem ser Pago por empresas farmacêuticas. 

 

  • O sistema de seguro de saúde existente é quase exclusivamente focado no tratamento com regras e regulamentos inclinados nessa direção. 

 

  • As empresas de medicamentos têm acumulado bilhões de dólares de suas abordagens baseadas em tratamento e usam esse arsenal de guerra para manter o sistema baseado em tratamento intactos e manter o fluxo de dinheiro para executivos e acionistas da empresa. 

 

É muito claro que o atual sistema de cuidados de saúde está direcionado muito em favor do tratamento, dando pouca atenção a prevenção. Isto é, apesar do fato de que a evidência científica é fortemente ponderada em favor da prevenção e até mesmo reverter a doença crônica.

 

O "sistema" simplesmente ignora esse fato e permite que o sistema de tratamento financeiramente lucrativo continue a ter seu caminho. Existe alguma esperança de que esta situação possa ser alterada no futuro próximo ou distante? Talvez seja hora de considerar o autocuidado como uma das possibilidades que merece mais atenção.

 

O autocuidado pode ser melhor descrito como cuidados de saúde de bom senso, pelo que as pessoas assumem mais responsabilidade pela sua saúde com ênfase na prevenção. Infelizmente, muitas pessoas prestam muita atenção à prevenção, e esperam até um problema de saúde de algum tipo. Isso resulta em uma resposta médica, e um tratamento de algum tipo pelo nosso sistema convencional de cuidados de saúde. Além de ser muito caro, essa abordagem de saúde baseada em tratamento representa a ameaça de falência para a saúde do nosso país.

 

Cerca de 95% de todas as despesas de saúde estão relacionadas ao tratamento de doenças e apenas 5% são gastos em prevenção. Isso é muito perturbador, porque mais de 80% de todas as doenças são evitáveis. Em outras palavras, mais de 80% dos custos dos cuidados de saúde são evitáveis. Esta é uma das razões pelas quais o Brasil têm um sistema de saúde que não atende as necessidades básicas na saúde e provavelmente falecerão precocemente milhares de pessoas em nosso país se essa falta de prevenção continuar. Muitas pessoas se tornaram "viciadas" no tratamento da doença e esse vício acabará por tornar muitas pessoas mais doentes e vão morrer mais cedo do que deveriam.

 

O autocuidado pode ser definido de muitas maneiras, e devemos considerar cuidadosamente suas diversas variações para otimizar a oportunidade de prevenção de doenças e redução de custos.

 

Pode-se fazer algo para reverter esta situação muito séria?

        O sistema de saúde existente é baseado em tratamentos, embora 80% das doenças sejam evitáveis. Isso significa simplesmente que indivíduos e seus médicos estão fazendo muito pouco para prevenir doenças, mesmo que possam.

        Isso levou a um estado de saúde em declínio para a nossa população, bem como a altos custos de saúde afrontosos, que estão aumentando a cada ano. Mais de 60% dos adultos têm uma doença crônica.

    

        Se desejamos alcançar a prevenção, então creio que deva, de fato, prevenir as doenças. A condição mostrada nessa foto poderia ter sido prevenida. A foto mostra a tortuosidade dos dedos que poderia ter sido evitada.

 

 

Lavar as mãos é um meio de prevenir doenças

       O ato de lavar as mãos para manter a saúde é fundamental, pois é a maneira mais fácil de evitar as doenças causadas por vírus e bactérias. Dr. Semmelweis demonstrou, há mais de cem anos atrás, que lavar as mãos é importante para prevenir que muitas doenças se espalhem. O simples ato de lavar as mãos várias vezes ao dia é uma boa forma de evitar a contaminação pelo vírus da gripe. Essa é uma medida de controle de infecção, é a forma isolada mais eficiente de prevenir a transmissão de doenças.

     Em casa, lavar as mãos pode prevenir que doenças infecciosas, como diarreia, gripe e hepatites, passem de um familiar a outro. O ato de lavar as mãos pode ajudar o Brasil a economizar US$ 12 bilhões porque esse é o valor gasto todo o ano no país com doenças causadas por vírus e bactérias, segundo o Ministério da Saúde. Para promover ações educativas e reforçar a importância da higienização das mãos, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) criou o Dia Mundial de Lavar as Mãos, comemorado no dia 15 de outubro, com o apoio do Ministério da Saúde. De acordo com a UNICEF e a Organização Mundial de Saúde (OMS), a lavagem das mãos com sabonete pode reduzir infecções diarreicas em até 40%. A infecção estomacal, respiratória, gripes, resfriados, diarreia, doenças de pele, espinhas, dor de garganta, infecções no ouvido e erupções na pele podem ser evitadas com a higienização das mãos.

     Utilizar o álcool em gel é comprovadamente eficaz contra todos os tipos de germes (incluindo o vírus da gripe H1N1), além de matar 99,99% das bactérias. "Porém, a total higienização e prevenção de doenças serão garantidas se combinada à lavagem das mãos com água e sabonete, reforçando a remoção mecânica de parasitas".

    Lavar as mãos com frequência é a maneira mais eficaz de fazer com que uma doença não se espalhe. E isso requer apenas água e sabão. Devemos instruir as crianças a lavar do modo certo, fazendo, ainda, com que adquiram esse hábito. Lave as mãos todas as vezes que tocar pessoas, objetos, ou superfícies.

    É ao longo do dia que acumulam vários germes nas mãos, que podem infectar o organismo se tocar o nariz, a boca, ou os olhos com as mãos sujas.

Deve-se fazer a lavagem todas as vezes que tocar uma ferida, depois que der remédio a alguém, ou de cuidar de uma pessoa doente, ao remover e inserir lentes de contato, e também antes de preparar alimentos.

E, ainda, todas as vezes que usar o banheiro, tocar em animal, tossir, assoar o nariz, ou espirrar, tiver contato com lixo doméstico e com produtos químicos.

 

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