Aprovação da medicina

    É o mesmo que esperar que se inclua o dia trinta de fevereiro no calendário. Como esperar aprovação de quem desconhece as ervas, pois as instituições que formam os médicos não têm fitoterapia em sua grade curricular? Alegam e dizem por aí: as ervas são coisa de curandeirismo e não têm comprovação científica e nem aprovação da medicina.

As ervas medicinais mesmo sem “comprovação”, tem curado e evitado procedimento drástico como amputação de membros.

 

     Não é mais possível negar que algumas substâncias das plantas e alguns componentes naturais atuam como coadjuvantes em processos fisiológicos, ajudando na regeneração de órgãos danificados por doenças, revertendo condições físicas perdidas naturalmente. Muitas universidades de prestígio estão testando ervas e comparando sua eficácia e segurança com os remédios sintéticos.

 

 

   A fitoterapia, ou prática de tratamento com uso de plantas, por um bom tempo foi vista pela medicina dita científica como crendice, superstição, coisa que não merece crédito, provocando apatia e até irônicos risos de "médicos" quando um paciente informava ter tomado um chá ou atribuía ao chá a melhora de sua doença ou dos seus sintomas.

 

 

  Tenho ouvido alguns comentários feitos por profissionais da área da medicina sobre as ervas que me levam a entender que, mesmo desconhecendo- as, eles se atrevem a emitir opiniões dizendo: “Cuidado, não tomem”, etc., etc. 

 

      Por outro lado, ouço discursos e práticas dos naturalistas radicais que recusam qualquer modo de abordagem científica da saúde, colocando as pessoas assistidas por eles em situações de risco de forma descabida.

 

    As principais causas de morte no passado eram a pneumonia, a tuberculose, a difteria e a influenza, e as pessoas tinham uma expectativa de vida de pouco mais de 43 anos. Todavia, graças à descoberta dos antibióticos e de avanços em seu desenvolvimento durante a segunda metade desse século, as mortes devidas a doenças infecciosas declinaram dramaticamente.


    Conforme avançamos século XXI adentro, descobrimos que as pessoas morrem daquilo que se conhece como doenças degenerativas crônicas. Essas incluem a doença arterial coronariana, o câncer, os AVC's e o diabete. Ainda sofremos muito com a artrite, a artrose, a degeneração macular, a catarata, o mal de Alzheimer, o mal de Parkinson, a esclerose múltipla e a artrite reumatóide e outras igualmente incapacitantes. A lista é grande. Embora a expectativa média de vida tenha aumentado significativamente durante o século passado, nossa qualidade de vida, em função dessas doenças degenerativas crônicas vem sendo ainda muito abalada.

 

Eles não entendem de ervas

  Em função do respeito que têm pelos médicos, as pessoas presumem que eles são especialistas em tudo, incluindo nutrição e ervas medicinais (fitoterapia). Apenas 6% dos médicos formados atualmente nos Estados Unidos têm algum treinamento em nutrição. Já a fitoterapia não esta no currículo do curso de medicina, portanto eles não recebem esse conhecimento, mas mesmo assim se atrevem a dizer que chá não serve pra nada.

Os estudantes de medicina podem fazer cursos opcionais sobre esses temas, mas poucos efetivamente os fazem.

 

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Ervas Medicinais Fonte de Saúde e Longevidade

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