Disfunção Erétil

 

    Todo homem teme a disfunção erétil, ou qualquer diminuição em seu desempenho sexual. O ego masculino depende, em grande parte, da capacidade de ereção, e quando as coisas não saem como planejadas, bate o desespero.
    A disfunção erétil (DE), anteriormente conhecida por impotência. Hoje o consenso é que, ao contrário do que se pensava, a maioria das causas de impotência sexual - ou disfunção erétil - são de natureza física.
    Os fármacos para essa finalidade têm graves, se não, por vezes, severos efeitos colaterais. Mais uma razão por que alternativas naturais estão em grande necessidade hoje.

 

Fitoterapia é uma maneira muito eficaz para resolver a falta de ereção.

 

A disfunção erétil é a incapacidade de conseguir ereção para o ato sexual.
A disfunção erétil não é uma questão trivial, calcula-se que ela atinja cerca de 10 milhões de homens no Brasil.
   A sua prevalência depende da idade verificando-se que afeta 29% dos homens entre os 40-49 anos, 50% entre os 50-59 anos e 74% entre os 60-69 anos. Mas tem homens na faixa dos 30 anos já reclamando dela. Os fármacos para essa finalidade, além de não resolver o problema, têm graves, se não, por vezes, mortais efeitos colaterais.

Altera de forma muito significativa a vida não só do homem, bem como a do casal.
    Este é um motivo por que alternativas naturais estão em grande necessidade para atender os homens afetados pela disfunção erétil.
Não se trata de um problema característico da idade avançada. Pessoas de diferentes faixas etárias, incluindo muitos jovens, podem apresentar esta disfunção.

 

   Há casos que o homem não consegue a ereção e aqueles que conseguem, mas não mantêm por muito tempo. Devido ao constrangimento e desconforto, muitos homens relutam em admitir que tem problemas de ereção. No entanto, a dificuldade em conseguir e manter uma ereção firme é mais comum do que se imagina. 
 
     A disfunção não ocorre apenas no homem idoso. 
Na verdade, é bastante comum em homens de diversas idades, inclusive há jovens que tem dificuldade em conseguir ou manter uma ereção. Homens com este problema ficam insatisfeito com a vida sexual e tem problemas no relacionamento.

 

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Com o aumento da idade, a maioria dos homens tem piores ereções podendo tal fato causar baixa autoestima, ansiedade, depressão e estresse.
    Os fatores de risco para a existência da disfunção erétil são múltiplos: idade superior a 50 anos, diabetes, hipertensão, colesterol elevado, doença cardiovascular, cigarro, entre outros.
 

 

A falta de informação compromete a saúde e a sexualidade do homem.
 
    Ao longo dos tempos, uma série de opiniões foram se firmando como se fossem verdades absolutas, dando origem a muitos "mitos" ou "preconceitos" sobre o órgão masculino.Têm preconceitos que, ao invés de ajudar os homens, criam obstáculos, inclusive é motivo de piadinhas e chegam ao ponto de dar apelidos ao seu órgão genital.

 

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 A vergonha e o desconhecimento impedem uma grande percentagem de homens de ter uma vida sexual ativa e satisfatória
   O homem na maioria das vezes convive com sofrimento desnecessariamente, isso porque se apega a esses preconceitos, sem buscar a verdade de uma determinada informação. Às vezes, ele precisa muito mais de informação correta do que de medicamentos para o seu problema.

 

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Apesar de uma aparente intimidade com seu pênis, a maioria dos homens desconhece sobre o seu funcionamento.
     Até pouco tempo atrás, pouco se conhecia a respeito da fisiologia do órgão sexual masculino e os mecanismo que gera a ereção. Nos últimos anos, porém, estudos apresentaram um melhor entendimento da fisiologia do pênis.  O indivíduo chega a ter ereção, mas não a mantém.

 

Nada quebra mais o clima do que um pênis flácido.
"Hoje em dia, o homem conta com remédios para fazer a ereção, mas esses medicamentos não solucionam o que esta causando a dificuldade de ereção.
A saúde sexual exige soluções efetivas, não soluções paliativas. Pois por trás de todo homem impotente, há uma mulher que o insentiva para buscar uma solução.

 

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Há medicamentos  que também têm contribuido para a Disfunção erétil, dentre eles estão os usados para baixar: o colesterol, a pressão, a glicose (diabete), os ansiolíticos e os antidepressivos.
   A associação foi estatisticamente significativa para todas as estatinas ( sinvastatina, atorvastatina, rosuvastatina, pravastatina e fluvastatina).

 

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     Apesar de afetar milhões homens, a disfunção erétil e o HPB são assuntos pouco discutidos, mas não podem mais ser ignorado ou negligenciado como acontece até o momento. 
 
O problema afeta também as esposas que sofrem com o sofrimento do marido.
     Há um desfecho não desejado causado por esses dois problemas, o primeiro são os efeitos colaterais do uso de medicamento para ambas as condições, segundo muitos casamentos acabam por causa da disfunção erétil, seja ela oriunda da cirurgia da próstata ou da disfunção comum.  Sem contar que muitos homens quando se vêem com essa condição para qual a medicina não apresenta uma solução, cometem suicídio. 
 
O problema existe e fingir que tá tudo bem é o mesmo que querer tapar o sol com a peneira.

 

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