O que é Fitoterapia

Fito é plantas

terapia é tratamento

É o tratamentos à base de plantas.

       É possível classificá-la em três categorias:

  • para as doenças que podem ser curadas apenas com a Fitoterapia;
  • para aquelas doenças que a Fitoterapia pode ser o tratamento principal
  • e aquelas doenças nas quais a Fitoterapia pode auxiliar conjuntamente a outras abordagens terapêuticas.

       As ervas medicinais reassumem o seu papel como o mais valioso recurso terapêutico oferecido pela natureza e o seu uso é cada vez mais popular entre os povos de todo o mundo.

   Não se pode simplesmente dizer que não há mais nada a fazer, sem antes tentar esse recurso tão valioso que surpreende com excelentes resultados. A Fitoterapia pode e deve ser utilizada conjuntamente à terapêutica convencional ou quando não se obtém desta os resultados esperados. Colocar a Fitoterapia no mesmo barco das técnicas ditas “alternativas” é um grande erro.

 

Porque a fitoterapia não é "alternativa"

Vemos ainda hoje, que substâncias naturais são temidas e as drogas sintéticas são prescritas desenfreadamente. Como podemos desmarginalizar este grandioso e polivalente método de cura?

Com a própria Ciência. A natureza fornece soluções para praticamente todas as doenças, inclusive para aquelas que a medicina diz que só ela tem o direito de tratar, como o câncer e as doenças cardiovasculares.

O problema não é a falta de provas. Enquanto o trabalho de ensaios clínicos é caro, ainda existem centenas de milhares de estudos que indicam que a ciência já confirmou o efeito terapêutico de muitas centenas de plantas. Na verdade, há tanta pesquisa que não há como não validar a Fitoterapia como um recurso terapêutico e não como “alternativa”

 

Quais doenças podem ser tratadas com a Fitoterapia?
     Todas podem porque, nas ervas, encontramos fitossubstâncias com atividade anti-inflamatória, anticoagulante, antibacteriana, antiviral, analgésica, antiúlcera, antialérgica e etc.
     A Fitoterapia por milhares de anos foi usada para salvar vidas e ajudar a lidar com todos os tipos de doenças. A fitoterapia pode ser usada em qualquer fase das doenças ou para evitar o agravamento em um determinado estágio de doenças agudas e graves. O uso de ervas torna possível para acelerar o processo de cicatrização e reduzir significativamente o número de medicamentos consumidos. Na prevenção de muitas doenças, a fitoterapia é o tratamento principal.

 

As ervas medicinais são eficazes
    São tão eficazes quanto os remédios alopáticos e às vezes até mais. As plantas, embora não sejam medicamentos, têm propriedades medicinais que lhes conferem ação na melhoria ou mesmo na cura de algumas doenças, podendo, assim, resolver vários problemas de saúde.

 

     A Fitoterapia é polivalente e resolve doenças que o tratamento convencional não consegue resolver.

 

          Todos nós já recorremos as ervas algum dia, ou ainda vamos recorrer, isso porque, independentemente da pessoa, em alguma fase de sua vida, ela pode se deparar com uma doença para a qual a medicina ainda não tem cura.
         E as plantas, que têm surpreendido com resultados para enfermidades nas quais não há mais nada a fazer, pode ser a solução para muitas delas.

     

Confiar na Fitoterapia

    As pessoas poderiam tirar mais proveito desse importante recurso, se não fosse a desinformação, a falta e as falsas informações que levam algumas pessoas a menosprezar a fitoterapia.  Ao longo de anos, foram disseminadas muitas informações erradas, falsas e equivocadas sobre o uso de erva medicinal.

  Muitos receios são legítimos e merecem atenção, outros são apenas mal-entendidos inocentes ou que surgiram da relutância em se tolerar mudanças, esquecendo-se que das plantas vieram os primeiros medicamentos. Alguns nascem da simples ignorância, outros de uma hostilidade irracional. O discurso de que as plantas "podem ser tóxicas" é fraco, um atestado de descrédito em relação à capacidade de detecção da ciência moderna. Ou eles acreditam na ciência ou não acreditam! Ou querem apenas levantar um terrorismo para empobrecer a Fitoterapia?

 

Fitoterapia não é homeopatia

 

  Em países, como Canadá e França, uma parcela tão grande quanto 70% da população recorre a tratamentos não convencionais, a Fitoterapia é um dos tratamentos mais procurados.

 

    A ciência não pode mais ignorar a fitoterapia.

Ela têm se aproximado nos últimos anos e hoje já admite a possibilidade de incorporar a Fitoterapia aos tratamentos convencionais.

   Esse é o meu grande desejo que se realize a fusão da medicina moderna com a medicina tradicional, pelo menos no campo dos meios preventivos: afirmava Paracelso que "a tarefa do médico é estimular a resistência do corpo através de remédios naturais, a fim de que o organismo se cure a si próprio".

 

         A ciência médica está finalmente começando a olhar para as provas que provam que alimentos e ervas são os mais eficazes e poderosos curandeiros.

           Muitas doenças, para as quais a medicina convencional receita quase sempre atenuantes de sintomas, podem se beneficiar muito mais da Fitoterapia. Não há mal nenhum em procurar a Fitoterapia para cuidar de uma doença para a qual a medicina não tem cura ou para aliviar efeitos colaterais de remédios alopáticos.  E ao contrário de algumas décadas atrás, quando a maioria das evidências de "cura natural" foi anedótica, há agora milhares de estudos sobre centenas de substâncias naturais e atividades terapêuticas que podem amenizar e até curar muitas doenças consideradas incuráveis.

 

      Sei que algumas pessoas acham difícil acreditar que a solução para os seus maiores problemas de saúde pode ser tão simples… É que somos condicionados para pensar que cuidados médicos eficazes envolvem equipamentos caros, testes, medicamentos e procedimentos.

 

    A fitoterapia foi reconhecida oficialmente como de "interesse popular e institucional" pela Portaria 971, do Ministério da Saúde, mas ainda há pendências nas diretrizes desse ministério. Faltam esforços políticos na execução, para implantar aspectos práticos dessa portaria.

     Se os cursos da área da saúde incluirem a fitoterapia, teremos profissionais aptos para indicar com segurança. O público, quando o caso clínico for possível, pode optar por medicamentos menos agressivos e sem o risco de estar à mercê dos "curiosos" das ervas, que fazem indicações sem mesmo conhecer a anatomia e a fisiologia do organismo e a etiologia de uma doença.

 

    As diretrizes mais respeitadas sobre à validação do uso das Ervas medicinais e dos fitoterápicos vem da Alemanhã e são estabelecidas pela Comissão E Alemã e pela OMS. A OMS estabelece que: “No caso das medicinas tradicionais, as exigências de provas de eficácia para o tratamento de desordens menores e para indicações não-específicas, merecem alguma flexibilidade, levando-se em consideração a extensão do uso tradicional; as mesmas considerações se aplicam para o uso profilático. Experiências com relatos de casos individuais feitos por médicos, terapeutas tradicionais, ou pacientes tratados devem ser levados em consideração.

    Onde o uso tradicional ainda não foi estabelecido, evidências clínicas apropriadas devem ser levadas em conta”. (OMS -Organização Mundial da Saúde - 1991). A Comissão E referenda a OMS dizendo: “As diretrizes da OMS para a validação de plantas medicinais defendem o reconhecimento de que o uso histórico prolongado de uma erva em uma medicina tradicional constitui uma hipótese de segurança, a menos que alguma pesquisa científica moderna a contradiga.” Sabe-se que Ministério da Saúde adota essas diretrizes ao publicar a sua Política de Fitoterápicos.

 

A fitoterapia precisa de mais estudos com todos os critérios possíveis.

   A fitoterapia vem sido utilizada com sucesso por profissionais de saúde capacitados, e é através da informação verdadeira que podemos instruir como utilizar os fitoterápicos. O principal é instruir para que as pessoas busquem profissionais sérios e qualificados quando optarem por fitoterápicos.  Inclusive estudar as possíveis interferências de outros medicamentos com os fitoterápicos.  Certamente, quanto mais pesquisas, mais se descobre sobre a real eficácia das ervas medicinais.

 

Fitoterapia chinesa ou Fitoterapia brasileira

Defensores da fitoterapia chinesa ancoram na alegação de que ela é milenar, por isso é melhor. Dizer que uma prática é eficaz ou é melhor porque é milenar nem sempre é correto. Além do mais, a fitoterapia brasileira não deixa a desejar e oferece uma grama de plantas com evidências cientificas bem fundamentadas.

    O fato é que quase não usamos a fitoterapia chinesa no Brasil por uma série de motivos, logo, não há que se perder tempo com teorias que só fazem sentido se estudadas como fundamento da fitoterapia.

 

       Considerando a seriedade com que se deve tratar a manutenção da saúde de qualquer pessoa antes de iniciar algum tratamento, é imprescindível que haja um diagnóstico correto do que deve ser tratado, mesmo quando se pretende fazer uso de remédios fitoterápicos.
Isso porque muitos são os fatores que contribuem para os sintomas e as causas de uma doença, por isso também se exige um diagnóstico médico para se fazer o uso de ervas.

 

        Para qualquer orientação, é necessário o conhecimento do histórico clínico e dos medicamentos em uso.
Um mal-estar ou um distúrbio orgânico pode ser apenas indício de uma doença mais grave e, nesse caso, a utilização de algo com o intuito de aliviar os sintomas pode apenas mascarar uma enfermidade, por isso a avaliação médica se torna imprescindível e fundamental.
    A escolha da forma terapêutica possibilita garantir a eficácia e o sucesso de um tratamento. A fitoterapia é uma terapia complementar dos tratamentos médicos convencionais.

 

 Ensinamentos úteis para toda vida e para toda família.

 

Mostramos que  você pode preservar a sua saúde e prevenir doenças com o uso das ervas medicinais.

Ganhe qualidade de vida ao aprender a se curar.

As abordagens terapêuticas feitas com as ervas medicinais realizam curas e têm aliviado uma dor por mais intensa que seja (em poucos minutos), quando nem mesmo a mofina ou outros procedimentos ajudou.

 Informações inéditas e confiáveis sobre ervas medicinais que você não vai encontrar na internet e nem em  livros.

 

Algumas informações, receitas e acesso aos links das evidências das pesquisas são apenas para membro colaboradores que doam para a manutenção do site. Se você já é um membro, faça o login com a senha. Caso contrário, deve tornar-se membro para ter acesso.

 

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=KOFpfW4ox9Q

No programa Gente.com  apresentado por Mira Graçano falei das plantas e Raízes Medicinais.

 

https://www.youtube.com/watch?v=boJFD6i96A8

No programa Voz, apresentado por falei Rafael Paes, falei de algumas plantas  Medicinais.

 

Se deseja uma orientação. Veja no serviço de consultoria

 

        Tem muitas evidências brotando diariamente e já são 1686 Substâncias  estudadas. É um Conhecimento acumulado com os vários tipos de estudo feitos por  Meta-Analysis, Estudo Humano, Estudo de Caso, Animal, In Vitro, In Vivo e Revisão.

          A missão do tiaxica.com foi de coletar os dados científicos existentes sobre o valor terapêutico de Fitossubstâncias, de Ervas Medicinais e da plantas alimenticias. Formei um arquivo com compilação de milhares de estudos. O desafio de um projeto como este é que esta quantidade de informação é resultado de milhares de horas de trabalho. Portanto, quando o médico falar que as ervas medicinais não funcionam, diga que há evidências da ação das 1686 Substâncias estudadas.

 

        Mais de um terço das pessoas no Brasil e dos americanos usam ervas para fins de saúde, mas os pacientes e os médicos geralmente carecem de informações precisas sobre a segurança e a eficácia das ervas. Nos últimos anos, tem havido um aumento substancial no uso das chamadas terapias complementares e alternativas por pacientes com doença. Profissionais médicos e laboratórios precisam ser informados sobre as terapias alternativas populares e ter a mente aberta para a possibilidade de que algum benefício pode vir de algumas terapias atualmente considerado como alternativa.

 

           Os avanços científicos sobre a relação das fissubstâncias das plantas alimentares e medicinais com os mecanismos celulares da doença ocorrem com regularidade e frequência. No entanto, apesar da prevalência de distúrbios na medicina clínica e do aumento da evidência científica sobre a importância das ervas para a prevenção e tratamentos de doenças, os praticantes atuais da medicina não são tipicamente destreinados para orientar seus pacientes para usufruir desses beneficios.

 

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Ervas Medicinais Fonte de Saúde e Longevidade

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