Algo que me surpreende e me fascina é quando me embrenho nas pesquisas sobre o uso medicinal e nutricional das plantas em países da Europa, da África e da Ásia, me deparo com uma diversidade de pratos elaborados com suas partes e o aproveitamento culinário e medicinal que fazem delas. Muito diferentes do que costumamos ver por aqui, onde desperdiçamos plantas com alto valor nutricional e medicinal.

     Imagino que nestes lugares não veríamos uma cena como a que presenciei outro dia – na limpeza de um jardim, o filho da dona da casa cortando um pé de sabugueiro cheio de flores e arrancando os pés de capuchinhas que foram desprezados na calçada para o caminhão do lixo levar, como se não fossem alimento e remédio.

 

Flor de Capuchinha

Capuchinha, Flor que faz bem aos olhos, a pele e ao cabelo

A capuchinha é uma flor comestível geralmente usada para enfeitar saladas. Além de decorar ambientes e pratos, essa flor pode ser saboreadas, agradando aos olhos e ao paladar.

 A planta (Tropaeolum majus), popularmente conhecida por capuchinha, naturalizada em vários países como planta ornamental e alimentícia, mas considerada uma praga porque espalha pelo jardims e canteiros. Muitas pessoas devem ter a dita "praga" no quintal e amaldiçoá-la por espalhar pelo jardim.

É uma planta que encontramos facilmente e que a maioria das pessoas não se dá conta da sua função alimentar e medicinal. De minha parte, faço questão de mostrar que esta planta que é um alimento e não é uma invasora ou praga e seu valor nutricional e medicinal já foi reconhecido.
 

 

Suco de Flor de Capuchinha

Basta acrescentar as flores a um suco de fruta e bater no liquidificador. Para um copo de suco de fruta coloque 6 flores.

 

 

A flor de Capuchinha traz muitos benefícios a saúde, dentre eles, ajudar na jovialidade da pele

 

Tome um copo desse suco todos os dias e veja o que vai acontecer com a sua pele!

    A flor da capuchinha, pela riqueza de sua composição, lidera o ranque em fitonutrientes e ativos que beneficiam a pele. Ela é a planta mais concentrada no mineral da beleza, é rica em fitonutrientes, Luteína, vitaminas, minerais e bioflavonoides.

 

Vamos ao valor da Capuchinha.

     Famosa por aparecer no filme Como água para chocolate, no qual é citada como ingrediente de uma receita afrodisíaca, a capuchinha tem cores que vão do amarelo ao vermelho e sabor que lembra o do agrião. Além de ter função decorativa, é muito utilizada em saladas.

       A capuchinha, muito consumida em muitos países, mas é desvalorizada por nós brasileiros.

     Por ser muito rica em vitamina C, a flor da capuchinha pode ser inseridas na alimentação no intento de fortalecer o corpo e aumentar a resistência.

     A capuchinha faz muito bem a saúde. Um estudo realizado pela Unicamp mostra que a capuchinha (Tropaeolum majus) é rica em luteína, uma substância associada à prevenção da catarata e degeneração macular.

Ricas em fibras, vitaminas e antocianinas – poderosos antioxidantes que combatem os radicais livres, prevenindo o envelhecimento precoce e diversas doenças - as flores comestíveis ainda são uma ótima opção para quem está de dieta, pois são pouco calóricas. “Em média, 100 gramas têm apenas 40 calorias”

 

 Uma combinação de capuchinha e raiz-forte tem um efeito preventivo contra infecções do trato urinário.

Uma combinação de capuchinha e raiz forte foi efetivo no tratamento de sinusite, bronquite aguda e infecções do trato urinário como comparável ao tratamento com antibióticos padrão.

A eficácia e segurança de um medicamento à base de plantas contendo a erva capuchinha e raiz forte em sinusite, bronquite aguda e infecção urinária em comparação com outros tratamentos foi mostrado em um estudo. Os isotiocianatos exercem uma atividade antimicrobiana. Estes compostos são encontrados em uma preparação da capuchinha (Tropaeolus majus) e raiz forte, que é usada para o tratamento de vias respiratórias superiores e infecções do trato urinário.

    Os pesquisadores, da prestigiada Carl Gustav Carus Academia Médica da Alemanha, realizaram um ensaio clínico demonstrando que a combinação dessas ervas trata e evita infecções respiratórias graves. A Capuchinha tem sido um remédio popular na Alemanha desde quando os marinheiros espanhóis trouxeram da América do Sul a  sementes da planta. As flores coloridas, os pequenos frutos e folhas da planta são utilizadas para fins medicinais.

 

Botão de flor de Capuchinha

 

    Suas flores possuem um sabor levemente picante e agrada diversos paladares. Seu gosto lembra o agrião, porém mais forte. E tudo o que você faria com o agrião pode fazer com a capuchinha.
   As flores podem ser consumidas cruas, refogadas ou cozidas, em saladas, sopas, massas, suflês, sucos e cremes. E as sementes, use-as em vinagrete.

 

   Valor medicinal da flor de capuchinha: As folhas e as flores contêm um antibiótico natural que não destrói a flora intestinal e que se tem revelado eficaz contra certos micro-organismos. Prescrevem-se as folhas cruas ou em infusão para tratar infecções do sistema genito-urinário e das vias respiratórias, e também como diurético e depurativo.

    Também se destacam as propriedades medicinais da Capuchinha, como: antiepasmódica, antiescorbútica, antisséptica, antibiótico natural e expectorante.

     A propriedade antioxidante dessa flor faz dela um excelente agente com múltiplos benefícios para a pele, inclusive um bom anti-inflamatório para peles doentes, peles com dermatites, peles sensíveis e irritadas. Auxiliar no tratamento da psoríase, restaura as células da pele. Ótima fonte de nutrição para a pele. Suas propriedades antissépticas a elege para ser utilizada na limpeza de pele e dos olhos, no tratamento de eczemas, psoríases, outras afecções cutâneas e também para desinfetar e cicatrizar.

 

    Valor nutricional da Flor de Capuchinha: As flores têm gosto semelhante ao agrião, devido à presença de compostos sulfurados, ajudando no processo detox do organismo e na prevenção do câncer.

    A flor de capuchinha, pela riqueza de sua composição, lidera o ranque em fitonutrientes e ativos que beneficiam a pele. Ela é rica em fitonutrientes, Luteína, vitaminas, minerais e bioflavonoides.

    Devido ao fato de conter uma enzima, a mirosina, que queima as gorduras, a capuchinha é um excelente auxiliar nos regimes de emagrecimento, exercendo ao mesmo tempo uma ação tonificante em virtude da sua riqueza em vitamina C e em oligo-elementos. Considera-se que a capuchinha aumenta a produção dos glóbulos vermelhos.

 

Princípio ativo : Glucosinolatos: glucotropaeolina, que se transforma em isotiocianeto de benzila; Vitamina C; Curcubita-cinas B e E; ácidos graxos: ácido erucico, ácido 11-cis-eiconsenico, ácido oleico, ácido clorogenico; Oxalatos; Flavonoides: isoquercetina, glicosideos quercetinicos, pelargonidina, caempferol; Óleos essenciais: benzil-mustardico; Carotenoides: luteina e zeaxantina; Glicosideos sulfurados; Sais minerals: ferro, cálcio, enxofre, iodo, potassio.

 

Coar. OBS: A cor do suco vai depender da flor que foi usada.

 

Suco da Flor da Capuchinha

 

Colhe-se as capuchinhas

 

 

Capuchinha na salada de batata

Na cozinha, as flores são deliciosas em saladas mistas; as flores decoram lindamente qualquer prato, e as suas sementes e botões florais conservam-se no vinagre como as alcaparras. Os botões florais e as sementes são usados para fazer picles e têm gosto semelhante à alcaparra.

 

 

Coloque a capuchinha no vidro

 

A capuchinha no vidro

 

Coloque o vinagre

 

Tampe o frasco e deixe macerar por 8 dias.

 

Coar. OBS: A cor do vinagre vai depender da flor que foi usada.

 

 

Vinagre da Flor de Capuchinha pronto para uso nas saladas

 

 

Flor de Capuchinhas ao vinagre

 

suco de capuchinha com cenoura e abacaxi

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Geléia de capuchinha

 

Flores de Capuchinhas acrescentadas ao molho branco

 

Sopa com capuchinha

 

Sopa com capuchinha

 

Sopa com capuchinha

 

Sopa com capuchinha

 

 

Capuchinhas na salada

 

Semente da capuchinha

 

As sementes da capuchinha também é comestivel e tem valor nutricional e medicinal.

   No séc. XVIII, os Ingleses conservavam as sementes os botões florais em vinagre, como se faz com as alcaparras, e a receita encontra-se no livro - "The British Housewife" - escrito em 1770 por Martha Bradley.

 

 

 

 

 

Da flor da Capuchinha pode-se elaborar um creme altamente nutritivo para a pele

 

Até uma loção para rejuvenescer a pele pode ser elaborada com a flor da Capuchinha.

 

Creme de flor de Capuchinha

 

Forma que a capuchinha é encontrada no supermercado

 

Capuchinhas subindo o muro

Capuchinhas pulando o muro. Por isso, foi apelidada de Maria trepadeira.   Ela lança seus ramos, sem respeitar fronteira. Se engancha nas cercas ou muros, às vezes, a gente encontra uma pulando o muro para ir para o quintal do vizinho.

 

 

Espero com essa explanação sobre a capuchinha ter plantado em vocês a semente da valorização dessa e de outras plantas que também são alimentos com potencial terapêutico.

 

O problema é que a capuchinha nas feiras é cara, mas é de fácil cultivo, podendo ser plantada no quintal.

 

Plantando a capuchinha por semente.

 

Cultivo: Planta anual, trepadeira ou rastejante, a capuchinha - como é mais vulgarmente conhecidas no Brasil - não precisam de solos muito ricos para se desenvolverem, apreciam o sol nos climas temperados e a meia-sombra em climas mais quentes. A propagação, por sementes, faz-se na Primavera, aparecendo as flores cerca de oito semanas depois da germinação. Plantar a cerca de 30 cm umas das outras.

 

    Aqui no site e no meu face tenho apresentado e falado do valor medicinal e nutricional de muitas plantas aos meus leitores que, talvez assim, se motivem a plantar em seus quintais, desde que disponham de espaço para a planta trepar ou se alastrar à vontade, como é o caso da capuchinha.

   Em casa, se você não tem espaço para um canteiro, a capuchinha pode ser plantada em um vaso. Para começar o cultivo, basta pegar uma muda ou um galho colocá-lo em um vaso com terra úmida. Nos primeiros dias, é interessante deixá-lo em um local com sombra. Depois que a planta "pegar", o único cuidado necessário é garantir a umidade do solo, impedindo que a terra fique seca e boa adubação.
 

 

 

Tipo de vaso: É ideal para floreiras e vasos com pelo menos 20 cm de profundidade. Pode ser utilizada como planta pendente em vasos ou floreiras ou como trepadeira se colocada com um suporte adequado.

 

 

 

Manutenção: Arrancar sempre as flores murchas para fomentar a floração. Quanto às regas, devem ser espaçadas, tendo o cuidado de manter o solo úmido, mas nunca encharcado. O excesso de humidade, por exemplo, além de facilitar a proliferação de fungos, se transforma no ambiente predileto das lesmas e caramujos.

          

Sementes são encontradas em floriculturas ou em casas especializadas em sementes

 

Capuchinhas de diversas cores.

Além de ser uma trepadeira linda, com floração exuberante com flores nas cores amarelo, vermelho e bordo têm um bonito formato.

 Na planta original a flor era amarela, mas com os vários cruzamentos ao longo dos séculos, hoje em dia as flores podem variar-se numa só cor ou em mistura de cores, sempre nos tons dos amarelos, do laranja e do vermelho.

 

   Não é fácil encontrar a capuchinha em feiras ou em mercados, mas tenho certeza de que reconhecerá as suas folhas e flores em locais públicos e terrenos baldios, pois não é difícil encontrá-la como planta espontânea por aí. Muitas pessoas devem ter a dita "praga" no quintal e amaldiçoá-la por espalhar pelo jardim. 
Já fotografei moitas de capuchinha em vários locais em Curitiba.
Não consumir as capuchinhas que estão em terrenos baldios.

 

 

Flor que enfeita salada previne doenças

Tese revela que a Capuchinha é rica em luteína, carotenóide associado à prevenção de problemas oftalmológicos

Se o leitor está entre as pessoas que consomem tomate regularmente por saber que o fruto contém um tipo de carotenóide, o licopeno, que está associado à proteção contra doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer, sobretudo o de próstata, pulmão e estômago, uma boa notícia: a melancia oferece quantidade semelhante da mesma substância. Outro dado alvissareiro é que uma flor comestível de nome popular Capuchinha ou Nastúrcio, normalmente usada para adornar saladas, é rica em outro carotenóide, a luteína, que está relacionada com a prevenção de doenças como a catarata e a degeneração macular, principal causa de cegueira entre pessoas com mais de 55 anos. As constatações estão na dissertação de mestrado de Patrícia Yuasa Niizu, defendida junto à Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp. Mais do que trazer boas novas, o trabalho pode servir de instrumento para orientar eventuais programas que vinculem alimentação e proteção à saúde humana.

Carotenóides são pigmentos amplamente distribuídos na natureza, responsáveis pelas cores laranja, amarela e vermelha das frutas, verduras, flores, alguns peixes e pássaros, bactérias, algas, fungos e leveduras. Embora não haja uma recomendação "formal" quanto à quantidade a ser consumida, alguns estudos apontam que a ingestão "prudente" dessas substâncias auxilia no fortalecimento do sistema imunológico e na redução de doenças degenerativas, como as do coração, da visão e certos tipos de câncer. De acordo com Patrícia, existem pesquisas que apontam que cinco porções de frutas e verduras ao dia seriam adequadas para proporcionar ganhos à saúde.

Pensando nisso, a autora da dissertação resolveu investigar um pouco mais sobre os carotenóides em flores, folhas e frutas. A primeira constatação da pesquisa, orientada pela professora Delia B. Rodriguez-Amaya, foi que a melancia contém praticamente a mesma quantidade do licopeno presente no tomate. De acordo com Patrícia, esse dado é praticamente desconhecido da população em geral, em virtude, entre outros fatores, do maior "status" adquirido pelo primeiro alimento, principalmente por causa do marketing feito pelas indústrias que processam o fruto. "Acredito que essa informação seja relevante, pois abre perspectiva para que as pessoas diversifiquem sua alimentação, sem abrir mão de substâncias importantes para a manutenção da saúde. A melancia, como se sabe, é uma fruta relativamente barata e que está disponível para consumo o ano todo e no mundo inteiro", afirma.

Em seu trabalho, Patrícia comprovou também que a Capuchinha é rica em luteína, dado igualmente ignorado até então. O aspecto curioso dessa descoberta é que a flor, embora seja comestível, tem um uso mais decorativo do que nutritivo. "Por ser bonita e apresentar cores como o amarelo, o laranja e o vermelho, ela é mais utilizada para enfeitar saladas. Entretanto, se for consumida em níveis prudentes, a Capuchinha pode contribuir para prevenir doenças graves da visão, como a degeneração macular e a catarata", explica a autora da dissertação.

O único fator que depõe atualmente contra a Capuchinha é que, a exemplo de outras flores comestíveis, ela é cara, pois está associada a pratos refinados. Disponível nas gôndolas de supermercados, seu preço não está a alcance de muitas famílias brasileiras. "Mas esse problema pode ser contornado. Essa flor é de fácil cultivo. Pode ser plantada no quintal, como parte da horta doméstica. Além disso, tem um sabor bom, parecido com o do agrião. Em uma viagem recente a Portugal, minha orientadora constatou que a Capuchinha é tão abundante que divide espaço com o mato", conta Patrícia.

A Capuchinha, conforme a pesquisadora, poderia substituir uma outra flor, de nome Marigold. Embora não seja comestível, esta última é utilizada na composição da ração do frango. A luteína presente na Marigold reforça a coloração amarela tanto da pele da ave quanto da gema do ovo. Num outro capítulo de sua dissertação, Patrícia investigou os carotenóides presentes nos alimentos mais consumidos pelos brasileiros, em saladas cruas. Foram analisados: alface lisa, alface crespa, agrião, almeirão, rúcula, cenoura, tomate e pimentão, sendo que este último não demonstrou ser tão rico nessas substâncias. As demais, porém, apresentam quantidades significativas dos compostos naturais, fato que recomenda a sua inclusão na dieta alimentar cotidiana dos brasileiros.

"Atualmente, vários estudos científicos buscam identificar a associação entre alimentação e proteção à saúde. Minha expectativa é que meu trabalho ajude nesse esforço. O consumo dos vegetais analisados na dissertação pode ser importante não apenas para incentivar a ingestão de carotenóides, mas de outras substâncias que concorrem para a proteção contra várias enfermidades", afirma Patrícia, que contou com bolsa da Capes e do CNPq. Na edição passada, o Jornal da Unicamp publicou reportagem sobre a dissertação de mestrado da nutricionista Renata Maria Padovani, que também teve como objeto os carotenóides.

De acordo com o estudo, a disponibilidade de carotenóides nos grandes centros urbanos brasileiros não é suficiente para garantir à população a ingestão em níveis prudentes dessas substâncias. Para conduzir a sua pesquisa, a nutricionista levou em consideração o consumo de alimentos por faixa de recebimentos (renda) de moradores de nove regiões metropolitanas e mais dois municípios. Embora as frutas, legumes e verduras sejam abundantes no Brasil, esses alimentos não são adquiridos nas quantidades desejáveis pelas famílias brasileiras, segundo Renata.

Influência da alimentação na degeneração macular

 

Dados recentes do Conselho Brasileiro de Oftalmologia apontam que aproximadamente 2,9 milhões de brasileiros, com mais de 65 anos de idade, apresentam casos de degeneração macular e com o aumento da expectativa de vida, é natural que este número se eleve. A moléstia afeta cerca de 30 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo a maior causa de cegueira a partir dos 50 anos, nos EUA e responsável por 50% dos casos de cegueira no Reino Unido.

Descobriu-se que a Luteína que é o carotenóide mais abundante encontrado nas frutas e vegetais é encontrado também, depositado em grandes quantidades na retina e na mácula do olho (parte central da retina, região de maior acuidade visual e que possui cor amarelada justamente pela sua presença) e se mostra essencial para a sua preservação, sendo o antioxidante predominante e desenvolvendo papel fundamental contra os efeitos nocivos dos raios ultravioletas, protegendo os tecidos da oxidação ao filtrar a luz azul e destruir os radicais livres.

A degeneração macular é uma doença ocular grave e irreversível, é a principal causa de cegueira nas pessoas com mais de 65 anos de idade e descobriu-se que existe uma sensível diminuição da concentração destes elementos na mácula das pessoas desta faixa etária. 

Por isto a prevenção, com o consumo de micronutrientes é extremamente importante. Daí a importância de uma nutrição adequada para os olhos, pois pesquisas verificaram existir grandes benefícios a partir da suplementação de vitaminas, minerais, carotenóides e dentre este a luteína que é encontrada naturalmente em legumes de folha verde e frutos, mas não é produzida pelo organismo. Estas pesquisas concluíram (com base nas populações estudadas), existir uma correlação inversa entre o consumo desses micronutrientes (consumidos no espinafre e na couve) e a diminuição da necessidade de cirurgias de catarata. 

Pesquisas em pacientes com retinite pigmentosa, revelaram benefícios à acuidade visual e também, para a prevenção da catarata e da arteriosclerose (entre outras patologias), com suplementação de luteína.

VISÃO DOS IDOSOS - Um estudo do governo americano (com 4.757 idosos), mostrou que doses elevadas de vitaminas (como a vitamina "C", a "E" e o betacaroteno), aliadas ao mineral zinco, podem desacelerar e até prevenir a perda de visão com degeneração macular, uma das principais causas de cegueira nessa idade. A perda de visão  foi reduzida em 25%, na população estudada.    

 MANUEL ALVES FILHO  SALA DE IMPRENSA - © 1994-2003 Universidade Estadual de Campinas / Assessoria de Imprensa
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