Mal comido

O mal comido é a pessoa que come muito, mas não come as coisas certas e, por conta disso, tem muitas deficiências nutricionais.

A extravagância nutricional, por excesso de alimentos, bem como a deficiência alimentar está gerando uma população de mal comidos.

 A  alimentação ajuda a causar mais de 20 doenças.

É preciso saber se alimentar, pois o alimento pode conter tanto substâncias benéficas que são as que contribuem para a prevenção e cura de doenças, bem como as maléficas, que contribuem para causar doenças.  leia  mais em

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 Estes são exemplos de alimentos que o mal comido prefere

 

         Há quase unanimidade entre os cientistas, que afirmam a ação benéfica e/ou nociva do alimento, podendo promover a cura, ou ajudando a causar a doença.

 Hoje, a ciência da alimentação prova por meio das pesquisas e de estudos, a existência da relação entre a saúde e a alimentação.

 

Um perfil da doença

 

Nas famílias pobres as doenças que mais ocorre são:

   Pneumonia, obstrução intestinal, úlcera péptica, doenças digestivas, nefrite, tuberculose pulmonar, doenças infecciosas não-tuberculose, doenças parasitárias, doenças do coração reumática.

 

 Nas famílias ricas as doenças que mais ocorrem são:

    O câncer do cólon, câncer do pulmão, câncer da mama, leucemia, diabetes, doença coronariana, câncer cerebral 0-14 anos, o câncer do estômago, câncer  do fígado.

   Na China, por meio de um relatório eles descobriram as diferenças entre as doenças da extravagância nutricional e a pobreza. As várias doenças foram agrupadas avaliando o local em várias partes do país. O relatório apontou que as doenças da extravagância nutricional, inclui cânceres, doenças do coração e diabetes que são normalmente encontrados em países ocidentais. Enquanto as doenças da pobreza (principalmente várias doenças infecciosas transmissíveis) são encontradas nos locais onde a deficiência nutricional está comprometida devido a más condições econômicas.

     Embora, descobriram várias causas possíveis para as doenças em cada grupo pesquisado, a causa mais apontada foi o colesterol alto no sangue. Enquanto o colesterol alto foi o principal fator encontrado nas doenças da extravagância nutricional, tinha pouca ou nenhuma relação com as doenças da pobreza. Isto provou ser uma observação importante. Descobriram que quando o colesterol no sangue começa a subir, as doenças associadas à extravagância nutricional também vão subir.

     Em suma, as causas dietéticas para o aumento do colesterol no sangue foram associadas com a adição de hábitos ocidentais de alimentos como gordura e alimentos de origem animal, bem como a redução da ingestão de fibras e alimentos à base de plantas. Por razões óbvias, as doenças da extravagância nutricional na China tendem a ser mais comum nas áreas de urbanas.

 

    O problema é que a sociedade industrial e a vida nos grandes centros urbanos têm criado gerações de pessoas sedentárias, estressadas e com péssimos hábitos alimentares.

    Supostamente temos uma alimentação balanceada, mas com frequência somos subnutridos, além de a população em geral sofrer de total falta de compreensão nutricional. No hábito alimentar moderno come-se muito, mas não se comem as coisas certas e, por conta disso, há muitas deficiências nutricionais.

    Supõe-se que essa seja uma das principais causas de muitas doenças e do envelhecimento, uma vez que, com a diminuição de algumas substâncias, ficamos expostos a muitas doenças que estão diretamente associadas à deficiência de nutrientes.

 

Evolução na alimentação: foi para melhor ou pior?

Ao longo dos tempos, a nossa alimentação foi evoluindo. Mas terá sido mesmo uma evolução? Será que hoje estamos melhor que há milhares de anos?

Esta é uma reflexão que nos pode levar a diversas discussões e muitos são os trabalhos escritos sobre o assunto.

Em termos de evolução da inteligência é unânime que estamos melhores, mas e em termos de alimentação?

Houve certas alterações que acabaram por condicionar nosso hábito alimentar.

    Por exemplo, há mais de 2 milhões de anos consumíamos praticamente só alimentos de origem vegetal. Quando começamos a comer maiores quantidades de carne os cérebros tornaram-se maiores e os intestinos menores. O Homo Erectus foi também o primeiro a lidar com o fogo e desde aí a nossa alimentação modificou mais uma vez a nossa forma de digerir e assimilar os alimentos. Começamos a gastar menos energia para fazer a digestão e passamos a conseguir absorver mais. O nosso corpo não está por isso, hoje, preparado para uma dieta 100% crua – embora seja possível fazê-lo.

 

    A agricultura passou por uma grande inovação – permitiu ao Homem cultivar os seus cereais.

Mas nesse modelo a alimentação ficou menos variada e começaram a surgir doenças que até então não eram frequentes. A entrada dos cereais e posteriormente a revolução industrial mudaram a alimentação e esta fazendo diferença na saúde, favorecendo, a prevalência de certas doenças.

Obesidade, hipertensão, doenças cardiovasculares, dislipidemia, osteoporose são exemplos de doenças que surgem ao mesmo tempo que os hábitos alimentares foram piorando.

Tudo é bom em doses moderadas e no que toca à alimentação, a evolução trouxe alimentos prontos para usar, que se conservam muito tempo, que estão (supostamente) preparados para suprir as nossas necessidades, no entanto, estão cheios de aditivos, açúcar, cereais refinados, gorduras de baixa qualidade que fazem mal a saúde.

Muitos são os exemplos que mostram que a passagem de uma alimentação ocidental para uma alimentação mais natural e com mais alimentos de origem vegetal melhora a saúde.

 

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