A internet é uma nova realidade na comunicação e, por estar próxima das pessoas e ter velocidade, é capaz de potencializar assuntos. Ela se tornou um grande instrumento para a difusão de conhecimentos, o que permitiu a disseminação de informações incorretas ou prejudiciais. Mas neste mar de informações virtuais, como podemos nós distinguir o que é verdadeiro do que é falso? Infelizmente, a distinção entre a informação e a desinformação, ou seja, a tarefa de separar o trigo do joio, tal como acontece na vida real, fica a nosso cargo.
    
  O usuário tem de comparar e filtrar as informações e conferir se estão ou não dentro dos critérios mínimos de confiabilidade. Isto representa um problema numa sociedade com baixos níveis culturais e com uma cultura de pensamento crítico praticamente inexistente, fator que explica o porquê de, até pessoas que deveria saber melhor, muitas vezes se deixarem levar por informações apenas porque estas soam serem do bem. Isto é perigoso, especialmente quando a desinformação está disponível num mero clique e onde as pesquisas e as leituras são geralmente feitas de forma superficial.
     
    Muitas dessas desinformações são feitas por pessoas bem-intencionadas que apenas pretendem partilhar algo que pensam ser verdade e de interesse. As histórias que contam para propagar uma pseudo informação (desinformação) possuem diversos elementos que contribuem para a sua popularidade. Especialmente quando anunciam uma cura milagrosa para uma doença incurável. Com misturas de meias-verdades, atribuí-se uma credibilidade a ideias simplistas que se tornam parte do próprio senso comum e, como tal, fica como uma verdade inquestionável para muitos.

 

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