Pedra na vesícula

 Será que a vesícula é um órgão desnecessário?
 
Porque retirar a vesícula biliar?
Pedra na vesícula é um problema que atinge até 10% da população.

 

 

Esse é mais um dos males, cujo controle e solução esta na cozinha e só tem quem não sabe se cuidar, ou melhor não sabe se alimentar.
 
    A regra é clara se come o veneno simultaneamente use o antídoto.  Se comer alimento carregado de substâncias que geram as pedras, coma o alimento que eliminem -as ou que evitem que elas se formem. Mais uma vez digo, é preciso saber se alimentar, pois o alimento pode conter tanto substância benéfica (a que contribui para a prevenção e cura de doenças), bem como a maléfica (a que contribui para causar doenças)
 
A ciência da alimentação tem provado por meio das pesquisas e de estudos, a existência da relação entre a doença e a alimentação.
 
É possível evitar a formação das pedras por meio da alimentação e com uso de chás?
 
    Alimentação é uma das principais armas contra os altos níveis de elementos que originam as pedras. Para controlar a formação das pedras exige se um hábito alimentar correto e o uso regular de substâncias que as eliminem.

 

A presença de pedras ou cálculos na vesícula é denominada colelitíse ou colecistolitíase. É uma condição muito frequente na nossa população. Os cálculos costumam se formar lentamente e aumentam progressivamente de tamanho e número com os anos.
 

 

    Hoje em dia, cada vez mais pessoas estão submetendo-se à colecistectomia (retirada cirúrgica da vesícula biliar) sem ao menos tentarem os métodos naturais para que possa ser possível preservar esse órgão tão importante.
 
     É preocupante saber que muitas pessoas estão removendo suas vesículas sem ao menos tentar resolver um tratamento natural. Sugiro que antes de mutilar a vesícula você tente eliminar as pedras e outros problemas da vesícula de maneira natural e com mudança de hábitos alimentares. Há tratamentos que Dissolvem as pedras da vesícula em vez de eliminar inteiras. Em 15 dias, pode se refizer a ecografia para ver o resultado.

 

 

Muitas pessoas já ouviram o médico dizer que a vesícula não faz falta e não fará diferença na digestão, ou até mesmo que sua vida será melhor sem uma vesícula, já que ela está causando-lhe alguns problemas.
 
 
Quem diz que a vesícula não tem muita importância não sabe a bobagem que está dizendo.

As pessoas que retiraram a vesícula sentem desconforto depois de comer. Essas pessoas também começam a ter dificuldade em manter o peso, mesmo que estejam comendo pouco e também ficam em um risco maior de desenvolver um fígado gordo (Esteatose).

 

A vesícula biliar é uma espécie de bolsa localizada no trajeto do canal biliar que conduz a bile produzida pelo fígado até o intestino. A bile, produzida pelo fígado é importante na digestão, especialmente das gorduras.

 

A vesícula biliar é preciosa!
 
     Mas pelo pelo rumo que a medicina tá seguindo, não duvidaremos que a retirada da vesícula seja sugerida como uma cirurgia de prevenção, igual a da retirada das amídalas.
     O médico poderá oferecer colecistectomia para crianças, com o pressuposto de que é um órgão desnecessário e que é bom retirar para evitar problemas futuros.

Se a medicina continuar nessa linha de raciocínio de que é melhor arrancar uma parte do corpo ao invés de cuidar, então não estamos muito longe de ver essa proposta.

 

  A agregação e retenção de cristais são eventos críticos na formação de cálculos. Geralmente na vesícula são formados vários cristais pequenos, ou um único cristal grande. As pedras variam bastante em forma e tamanho, dependendo de sua composição. Os pequenos são mais perigosos pois podem migrar e obstruir os dúctos.
Os cristais podem ser formados por uma grande variedade de substâncias, porém as mais comuns são:

    Sais de cálcio e bilirrubina: Formam pequenos cristais escuros. Mais comuns em portadores de anemia, cirrose e infecções no trato biliar.

    Colesterol: Forma cristais de coloração esverdeada, ou às vezes com tom mais amarelado.

    Mistos: Caracterizam a maior parte dos casos, cerca de 80%, e contém colesterol misturado a sais de cálcio.

 
 

Fatores de risco e Complicações

Cálculos grandes podem obstruir o fluxo pelo ducto cístico e causar inflamação da vesícula biliar (colecistite). Por outro lado, cálculos menores podem causar coledocolitíase se migrarem para a via biliar principal. A coledocolitíase pode, por sua vez, provocar a infecção das vias biliares (colangite) ou a inflamação do pâncreas (pancreatite).

 

O consumo excessivo de alimentos gordurosos pode influenciar na sua formação. Essa gordura pode se acumular entre os órgãos e provocar até uma inflamação, chamada de esteatose hepática, também conhecida como gordura no fígado.

Em um estágio mais grave, a esteatose destrói as células do fígado e causa pequenas cicatrizes, em um processo chamado fibrose ou cirrose, que não tem reversão e é fator de risco para o câncer hepático.

 

As pedras podem ser dissolvidas por meio natural. 

  Há chás e alimentos que apresentam efeito tanto na prevenção e como controle da urolitíase. Um programa que inclua o chá certo e os vegetais especifícos, ajuda a dissolver as pedras.
 
   O programa de tratamento é elaborado de acordo com o quadro clínico e instrui sobre o uso de alimento saudável e dos chás medicinais para diluir cálculos.  Nesse programa, a pessoa descobre alimentos que até então ignorados ou evitados, vão ajudar  a dissolver os cálculos.
 

 

Um assunto que divide a própria classe médica: em que situações deve se operar as pedras na vesícula. Para alguns médicos, a principal situação em que a cirurgia se torna necessária é quando o paciente apresenta microcálculos, que podem obstruir canais e até causar uma pancreatite.

 

     Perturbações relacionadas com o cálculo biliar são comuns, mas as medidas preventivas ainda são inexploradas. Fatores de risco de estilo de vida incluem a atividade física, obesidade / excesso de peso e dieta.

     O aumento do consumo de magnésio aparece para diminuir o risco de cálculos biliares sintomáticos em homens, embora os mecanismos subjacentes permanecem obscuros. Mas compreender o papel de uma dieta saudável em doenças relacionadas com o cálculo biliar, incluindo uma dieta alta em magnésio, pode levar a novas medidas preventivas.

 

Limpeza da vesícula biliar: um remédio "natural" para cálculos biliares?

O que é uma vesícula biliar limpa? É uma maneira eficaz de lavar os cálculos biliares?

A vesícula biliar limpa é um forma para livrar o corpo de cálculos biliares.

Na maioria dos casos uma vesícula biliar limpa envolve comer ou beber uma combinação de azeite, ervas e algum tipo de suco de fruta ao longo de dois ou mais dias - durante o qual você pode ser aconselhado a comer somente vegetais. Não existe uma fórmula padrão para regimes e produtos de limpeza da vesícula biliar. Diferentes praticantes seguem suas próprias receitas.

       Os defensores da limpeza da vesícula biliar afirmam que o tratamento ajuda a dissolver os cálculos biliares e estimula a vesícula biliar para liberá-los nas fezes. As doses grandes e repetidas de azeite nas preparações de limpeza da vesícula biliar têm efeito laxante. E as pessoas que fizeram encontram caroços que se parecem com cálculos biliares em suas fezes logo após o procedimento. Quando analisados, porém, esses grumos acabam por ser composto de óleo, suco e outros materiais.

Lavagem da vesícula biliar não é sem risco. Algumas pessoas têm náuseas, vômitos, diarréia e dor abdominal durante o período de limpeza. Componentes individuais das misturas de ervas utilizadas na limpeza da vesícula biliar podem apresentar seus próprios riscos para a saúde.

Cálculos biliares que não causam sintomas geralmente não requerem tratamento. Se você tem cálculos biliares que requerem tratamento, discuta opções comprovadas de tratamento com seu médico, como remoção cirúrgica que as vezes, infelizmente, é necessária.

 

Diarréia crônica: Uma preocupação após a remoção da vesícula biliar?  Isso é normal?
       Não está claro quantas pessoas desenvolvem freqüentes fezes soltas e aquosas que caracterizam a diarréia após a cirurgia para remover suas vesículas biliares (colecistectomia). Estudos têm encontrado apenas 1 em cada 100 pessoas submetidas a cirurgia da vesícula biliar ou até 1 em cada 3 desenvolve diarréia.

Na maioria dos casos, a diarréia pára logo após a cirurgia. Raramente, pode durar anos.

A causa da diarréia após a remoção da vesícula biliar não é clara. Alguns especialistas acreditam que resulta de um aumento na bile, especialmente ácidos biliares, entrando no intestino grosso - o que pode agir como um laxante.



 

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