Não existe uma erva que cure todas as doenças, mas há aquelas para todas as doenças. Os remédios à base de plantas contêm um complexo fitoterápico, ou seja, formam uma composição (aglomerado) de substâncias naturais que agirão conjuntamente. Por isso, muitas vezes uma planta serve para combater diversas doenças.

 

Qual é a forma mais eficaz: cápsula, comprimido ou chá?

      As plantas com propriedades terapêuticas podem ser utilizadas de várias formas. A mais comum é, sem dúvida, a infusão ou decocção. Além dessa maneira, existem outras de mais fácil utilização, como é o caso dos comprimidos, das cápsulas, dos extratos e das tinturas. Para o uso externo, existem os cremes, géis e pomadas. Algumas são mais bem absorvidas na forma de chá, outros na de extrato seco ou cápsula gelatinosa. Algumas formas concentram mais princípios ativos, outras contêm tão pouco ingrediente ativo que são inúteis.

           A existência de princípio ativo num produto não é suficiente para obter um bom resultado. Esse fato se deve, em grande parte, à dificuldade de absorção de algum princípio ativo, por isso saber fazer uma associação, principalmente em produtos de uso interno, é um grande diferencial para atingir um benefício, pois nem sempre é possível associar diferentes substâncias numa mesma formulação - o que pode gerar perda da atividade pela falta de sinergia dos ingredientes incorporados na preparação.

  Para o chá funcionar tem que ter fé

Até recentemente as pessoas recebiam a informação de que para o chá funcionar tinha que ter fé. Felizmente, com o envolvimento da ciência e com a tecnologia disponível, hoje podemos mostrar que a erva age porque tem seus princípios ativos; não é necessário ritual para o chá fazer efeito. Ainda existem aqueles que empregam muito misticismo, dizendo que a erva tem que ser colhida na sexta-feira; outros que tem que ser sete ervas ou sete galhinhos, etc.

 Para extrair da planta a sua força curativa

       Um aspecto importante é o conhecimento de como extrair da planta sua força curativa ou seu princípio ativo. Existem várias formas de manipulá-las para se conseguirem as substâncias desejáveis para aliviar ou curar doenças.

        Ainda hoje, propagam-se muitas informações incorretas, por exemplo, que as folhas e flores não podem ser fervidas ou que cascas e raízes têm de ser.

Isso não é regra.

       Há plantas que, independentemente de serem folha ou flor, precisam ser fervidas para o desprendimento de seu princípio ativo, bem como há cascas e raízes que desprendem suas substâncias apenas acrescentando água quente. Um exemplo disso são as folhas de espinheira santa (Maytenus ilicifolia) que precisa ser fervida (decocção) por 12 minutos para a liberação de seu princípio ativo - o tanino -, diferente da maioria das folhas, para as quais basta fazer uma infusão, colocando-as em água fervente e tampando.

  Automedicação

   A utilização de plantas com fins medicinais é, provavelmente, a forma mais antiga usada pelo homem para se curar ou aliviar os seus sofrimentos. No entanto, é necessário ter atenção em casos especiais, como a gravidez e a amamentação, em que algumas plantas podem ser contraindicadas. A automedicação com ervas tem os mesmos riscos dos remédios convencionais.

   As plantas medicinais oferecem resultados surpreendentes, mas alguns cuidados devem ser tomados. É sabido que uso de ervas, comercializadas sob o argumento de "oferecerem benefícios, já que são naturais", torna-se cada vez mais frequente entre as pessoas.

   Dependendo da planta e da dose administrada, é possível ocorrerem danos irreversíveis, incluindo um provável envenenamento. Isso ocorre devido à dificuldade de se avaliar a diversidade de substâncias contidas numa planta e a interação das moléculas de seu organismo com drogas sintéticas. Então, não abuse.

    Antes de iniciar o uso, é preciso ter certeza sobre a planta procurada para fazer um chá. Em caso de dúvida, procure quem realmente conheça de plantas medicinais, pois há casos de pessoas que tiveram sérios problemas de saúde devido ao uso de uma planta errada. O exagero de propagandas enganosas induz a população à falsa ideia de que os remédios à base de plantas não oferecem perigos.

 

      

As plantas com propriedades terapêuticas podem ser utilizadas de várias formas. A mais comum é, sem dúvida, a infusão ou decocção. Além dessa maneira, existem outras de mais fácil utilização, como é o caso dos comprimidos, das cápsulas, dos extratos e das tinturas. Para o uso externo, existem os cremes, géis e pomadas. Algumas são mais bem absorvidas na forma de chá, outros na de extrato seco ou cápsula gelatinosa. Algumas formas concentram mais princípios ativos, outras contêm tão pouco ingrediente ativo que são inúteis.
           A existência de princípio ativo num produto não é suficiente para obter um bom resultado. Esse fato se deve, em grande parte, à dificuldade de absorção de algum princípio ativo, por isso saber fazer uma associação, principalmente em produtos de uso interno, é um grande diferencial para atingir um benefício, pois nem sempre é possível associar diferentes substâncias numa mesma formulação - o que pode gerar perda da atividade pela falta de sinergia dos ingredientes incorporados na preparação.
 
    
    Não existe uma erva que cure todas as doenças, mas há aquelas para todas as doenças. Os remédios à base de plantas contêm um complexo fitoterápico, ou seja, formam uma composição (aglomerado) de substâncias naturais que agirão conjuntamente. Por isso, muitas vezes uma planta serve para combater diversas doenças.
 
       Até recentemente as pessoas recebiam a informação de que para o chá funcionar tinha que ter fé. Felizmente, com o envolvimento da ciência e com a tecnologia disponível, hoje podemos mostrar que a erva age porque tem seus princípios ativos; não é necessário ritual para o chá fazer efeito. Ainda existem aqueles que empregam muito misticismo, dizendo que a erva tem que ser colhida na sexta-feira; outros que tem que ser sete ervas ou sete galhinhos, etc.
 
 
Para extrair da planta a sua força curativa
       Um aspecto importante é o conhecimento de como extrair da planta sua força curativa ou seu princípio ativo. Existem várias formas de manipulá-las para se conseguirem as substâncias desejáveis para aliviar ou curar doenças.
        Ainda hoje, propagam-se muitas informações incorretas, por exemplo, que as folhas e flores não podem ser fervidas ou que cascas e raízes têm de ser.
 
 
Isso não é regra.
       Há plantas que, independentemente de serem folha ou flor, precisam ser fervidas para o desprendimento de seu princípio ativo, bem como há cascas e raízes que desprendem suas substâncias apenas acrescentando água quente. Um exemplo disso são as folhas de espinheira santa (Maytenus ilicifolia) que precisa ser fervida (decocção) por 12 minutos para a liberação de seu princípio ativo - o tanino -, diferente da maioria das folhas, para as quais basta fazer uma infusão, colocando-as em água fervente e tampando.
 
 
 
Automedicação
           A utilização de plantas com fins medicinais é, provavelmente, a forma mais antiga usada pelo homem para se curar ou aliviar os seus sofrimentos. No entanto, é necessário ter atenção em casos especiais, como a gravidez e a amamentação, em que algumas plantas podem ser contraindicadas. A automedicação com ervas tem os mesmos riscos dos remédios convencionais.
     
        As plantas medicinais oferecem resultados surpreendentes, mas alguns cuidados devem ser tomados. É sabido que uso de ervas, comercializadas sob o argumento de "oferecerem benefícios, já que são naturais", torna-se cada vez mais frequente entre as pessoas.
         
        Dependendo da planta e da dose administrada, é possível ocorrerem danos irreversíveis, incluindo um provável envenenamento. Isso ocorre devido à dificuldade de se avaliar a diversidade de substâncias contidas numa planta e a interação das moléculas de seu organismo com drogas sintéticas. Então, não abuse.
       
         Antes de iniciar o uso, é preciso ter certeza sobre a planta procurada para fazer um chá. Em caso de dúvida, procure quem realmente conheça de plantas medicinais, pois há casos de pessoas que tiveram sérios problemas de saúde devido ao uso de uma planta errada. O exagero de propagandas enganosas induz a população à falsa ideia de que os remédios à base de plantas não oferecem perigos.
 
      

Pesquisar no site

Ervas Medicinais Fonte de Saúde e Longevidade

Ervas Medicinais Fonte de Saúde e Longevidade