O Guia Fitoterapia e Fitonutrição no tratamento do Câncer: recomendações de apoio para coadjuvar com os tratamentos médicos convencionais

 

A missão do Mediador é otimizar a saúde, promover a longevidade e melhorar a qualidade de vida das doenças crônicas, especialmente o câncer; e fornecer uma abordagem abrangente para a transformação de cuidados de saúde para indivíduos e seus cuidadores.

 

 Nossa abordagem complementar aos tratamentos do câncer combina o cuidado fitonutricional como terapias complementar mais adequadas para o indivíduo. O objetivo é fornecer aos profissionais de saúde e seus pacientes as ferramentas para alcançar uma maior vitalidade e um maior potencial de sobrevivência. Uma forma para desmistificar que a Fitoterapia e a Fitonutrição não só pode contribuir para o tratamento o câncer, mas também o apoio incomparável que um herborista qualificado pode trazer para o paciente oncológico. A Fitoterapia é um recurso complementar para a medicina alopática e o terapeuta herbalista é capaz de garantir que as sugestões oferecidas não entrem em conflito com nenhum tratamento ou medicação já prescrita pelo seu médico.

 

As plantas interferem nos tratamentos do câncer?

 

Essa vem sendo uma das alegações de quem desconhece a atividade terapêutica fitossubstâncias das plantas medicinais.

 

O objetivo deste capítulo é fornecer uma visão geral da fisiologia desses efeitos e oferecer formas de abrandá-los.

 

 É altamente recomendável usar Fitossubstâncias naturais para fortalecer o sistema imunológico para tratar o câncer, não importa em que fase o paciente com câncer está.

 

    No doente oncológico, a Fitonutrição adequada e acompanhada por um programa que vise o fortalecimento contribui para:

 

    ultrapassar melhor os sintomas dos efeitos colaterais

    uma ingestão de fitonutrientes mais correta

    um menor tempo de hospitalização

    melhor resposta aos tratamentos

    melhoria do prognóstico

    menores limitações associadas à doença e aos tratamentos

    diminuir as infecções e complicações pós-operatórias

 

 A diarreia como possível consequência da quimioterapia e da radioterapia: como vencer e até evitá-la? O que fazer face a essa diarreia?  Se não for controlada, a diarreia pode levar à perda de líquidos e sais minerais e, nos casos mais graves, à desidratação, já para não falar no prejuízo na qualidade de vida dos doentes, às vezes, levando a interrupção do tratamento. Assim, há certas medidas naturais para o controle desta situação.

 

Náuseas e vômitos são dois dos efeitos colaterais mais preocupantes que os pacientes experimentam durante a quimioterapia.

 

Pontos chaves em um guia é controlar a Estomatite induzida pela quimioterapia, a dermatite causada pela radioterapia, a queda de plaquetas causada pela quimio, Leucopenia induzida pela quimioterapia

 

    Este guia se concentra em ervas e nas fitossubstâncias que mostraram potencial em pesquisas baseadas em evidências para diminuir crescimento de câncer, ou seja, adjuvante com tratamento convencional de câncer para pacientes que tem ou tiveram câncer.

 

A Fitoterapia pode aumentar a sobrevivência?

 

  As terapias integrativas para a oncologia, como Fitoterapia, Fitonutrição, geralmente são oferecidos para facilitar e controlar os efeitos colaterais prejudiciais de tratamentos convencionais, como quimioterapia e radiação. No entanto, há evidências crescentes de que uma abordagem integrativa para o cuidado do câncer também pode prolongar o tempo de sobrevivência. Hoje, o peso das evidências indica que "o uso de compostos Bioativos derivados de plantas podem atingir células cancerígenas e modular o microambiente tumoral".

 

  A Fitoterapia em vez de atuar sobre células tumorais e aumenta os recursos imunológicos do paciente para que o próprio corpo ajude a destruir o tumor.

 

    Algumas ervas, fitossubstâncias e fitonutrientes podem diminuir o crescimento do câncer.

    Ervas, fitossubstâncias e fitonutrientes podem ser usados ​​como adjuvantes no tratamento de câncer.

    Em estudos preliminares, com ervas, fitossubstâncias e fitonutrientes mostraram ter potencial para o tratamento do câncer.

 

    Abordo, entre outras coisas:

 

    As formas de ajudar no controle dos efeitos colaterais dos tratamentos que são as náuseas, quedas de plaquetas e etc.

    As chamadas plantas "anticancerígenas" e como usá-las.

    Como avaliar o quadro de uma pessoa e ver o que especificamente pode ajudar sem interferir no tratamento medica padrão.

    Suporte durante tratamentos convencionais e possíveis interações.

    Limites terapêuticos.


O Guia Fitoterapia e Fitonutrição no tratamento do Câncer: recomendações de apoio para coadjuvar com os tratamentos médicos convencionais

A missão do Mediador é otimizar a saúde, promover a longevidade e melhorar a qualidade de vida das doenças crônicas, especialmente o câncer; e fornecer uma abordagem abrangente para a transformação de cuidados de saúde para indivíduos e seus cuidadores. 

 Nossa abordagem complementar aos tratamentos do câncer combina o cuidado fitonutricional como terapias complementar mais adequadas para o indivíduo. O objetivo é fornecer aos profissionais de saúde e seus pacientes as ferramentas para alcançar uma maior vitalidade e um maior potencial de sobrevivência. Uma forma para desmistificar que a Fitoterapia e a Fitonutrição não só pode contribuir para o tratamento o câncer, mas também o apoio incomparável que um herborista qualificado pode trazer para o paciente oncológico. A Fitoterapia é um recurso complementar para a medicina alopática e o terapeuta herbalista é capaz de garantir que as sugestões oferecidas não entrem em conflito com nenhum tratamento ou medicação já prescrita pelo seu médico.

As plantas interferem nos tratamentos do câncer?

Essa vem sendo uma das alegações de quem desconhece a atividade terapêutica fitossubstâncias das plantas medicinais.

O objetivo deste capítulo é fornecer uma visão geral da fisiologia desses efeitos e oferecer formas de abrandá-los.

 É altamente recomendável usar Fitossubstâncias naturais para fortalecer o sistema imunológico para tratar o câncer, não importa em que fase o paciente com câncer está.

  • No doente oncológico, a Fitonutrição adequada e acompanhada por um programa que vise o fortalecimento contribui para:
  • ultrapassar melhor os sintomas dos efeitos colaterais
  • uma ingestão de fitonutrientes mais correta
  • um menor tempo de hospitalização
  • melhor resposta aos tratamentos
  • melhoria do prognóstico
  • menores limitações associadas à doença e aos tratamentos
  • diminuir as infecções e complicações pós-operatórias

 A diarreia como possível consequência da quimioterapia e da radioterapia: como vencer e até evitá-la? O que fazer face a essa diarreia?  Se não for controlada, a diarreia pode levar à perda de líquidos e sais minerais e, nos casos mais graves, à desidratação, já para não falar no prejuízo na qualidade de vida dos doentes, às vezes, levando a interrupção do tratamento. Assim, há certas medidas naturais para o controle desta situação.

Náuseas e vômitos são dois dos efeitos colaterais mais preocupantes que os pacientes experimentam durante a quimioterapia.

Pontos chaves em um guia é controlar a Estomatite induzida pela quimioterapia, a dermatite causada pela radioterapia, a queda de plaquetas causada pela quimio, Leucopenia induzida pela quimioterapia

  • Este guia se concentra em ervas e nas fitossubstâncias que mostraram potencial em pesquisas baseadas em evidências para diminuir crescimento de câncer, ou seja, adjuvante com tratamento convencional de câncer para pacientes que tem ou tiveram câncer.

A Fitoterapia pode aumentar a sobrevivência?

  As terapias integrativas para a oncologia, como Fitoterapia, Fitonutrição, geralmente são oferecidos para facilitar e controlar os efeitos colaterais prejudiciais de tratamentos convencionais, como quimioterapia e radiação. No entanto, há evidências crescentes de que uma abordagem integrativa para o cuidado do câncer também pode prolongar o tempo de sobrevivência. Hoje, o peso das evidências indica que "o uso de compostos Bioativos derivados de plantas podem atingir células cancerígenas e modular o microambiente tumoral".

  A Fitoterapia em vez de atuar sobre células tumorais e aumenta os recursos imunológicos do paciente para que o próprio corpo ajude a destruir o tumor.

  • Algumas ervas, fitossubstâncias e fitonutrientes podem diminuir o crescimento do câncer.
  • Ervas, fitossubstâncias e fitonutrientes podem ser usados ​​como adjuvantes no tratamento de câncer.
  • Em estudos preliminares, com ervas, fitossubstâncias e fitonutrientes mostraram ter potencial para o tratamento do câncer.
  • Abordo, entre outras coisas:
  • As formas de ajudar no controle dos efeitos colaterais dos tratamentos que são as náuseas, quedas de plaquetas e etc.
  • As chamadas plantas "anticancerígenas" e como usá-las.
  • Como avaliar o quadro de uma pessoa e ver o que especificamente pode ajudar sem interferir no tratamento medica padrão.
  • Suporte durante tratamentos convencionais e possíveis interações.
  • Limites terapêuticos.


Leia mais: https://www.tiaxica.com/curso-de-fito/

 Fitoterapia e Fitonutrição no tratamento do Câncer: recomendações de apoio para coadjuvar com os tratamentos médicos convencionais

A missão do Mediador é otimizar a saúde, promover a longevidade e melhorar a qualidade de vida das doenças crônicas, especialmente o câncer; e fornecer uma abordagem abrangente para a transformação de cuidados de saúde para indivíduos e seus cuidadores.

 Nossa abordagem complementar aos tratamentos do câncer combina o cuidado fitonutricional como terapias complementar mais adequadas para o indivíduo. O objetivo é fornecer aos profissionais de saúde e seus pacientes as ferramentas para alcançar uma maior vitalidade e um maior potencial de sobrevivência. Uma forma para desmistificar que a Fitoterapia e a Fitonutrição não só pode contribuir para o tratamento o câncer, mas também o apoio incomparável que um herborista qualificado pode trazer para o paciente oncológico. A Fitoterapia é um recurso complementar para a medicina alopática e o terapeuta herbalista é capaz de garantir que as sugestões oferecidas não entrem em conflito com nenhum tratamento ou medicação já prescrita pelo seu médico.

As plantas interferem nos tratamentos do câncer?

Essa vem sendo uma das alegações de quem desconhece a atividade terapêutica fitossubstâncias das plantas medicinais.

O objetivo deste capítulo é fornecer uma visão geral da fisiologia desses efeitos e oferecer formas de abrandá-los.

 É altamente recomendável usar Fitossubstâncias naturais para fortalecer o sistema imunológico para tratar o câncer, não importa em que fase o paciente com câncer está.

    No doente oncológico, a Fitonutrição adequada e acompanhada por um programa que vise o fortalecimento contribui para:

    ultrapassar melhor os sintomas dos efeitos colaterais

    uma ingestão de fitonutrientes mais correta

    um menor tempo de hospitalização

    melhor resposta aos tratamentos

    melhoria do prognóstico

    menores limitações associadas à doença e aos tratamentos

    diminuir as infecções e complicações pós-operatórias

 A diarreia como possível consequência da quimioterapia e da radioterapia: como vencer e até evitá-la? O que fazer face a essa diarreia?  Se não for controlada, a diarreia pode levar à perda de líquidos e sais minerais e, nos casos mais graves, à desidratação, já para não falar no prejuízo na qualidade de vida dos doentes, às vezes, levando a interrupção do tratamento. Assim, há certas medidas naturais para o controle desta situação.

Náuseas e vômitos são dois dos efeitos colaterais mais preocupantes que os pacientes experimentam durante a quimioterapia.

Pontos chaves em um guia é controlar a Estomatite induzida pela quimioterapia, a dermatite causada pela radioterapia, a queda de plaquetas causada pela quimio, Leucopenia induzida pela quimioterapia

    Este guia se concentra em ervas e nas fitossubstâncias que mostraram potencial em pesquisas baseadas em evidências para diminuir crescimento de câncer, ou seja, adjuvante com tratamento convencional de câncer para pacientes que tem ou tiveram câncer.

A Fitoterapia pode aumentar a sobrevivência?

  As terapias integrativas para a oncologia, como Fitoterapia, Fitonutrição, geralmente são oferecidos para facilitar e controlar os efeitos colaterais prejudiciais de tratamentos convencionais, como quimioterapia e radiação. No entanto, há evidências crescentes de que uma abordagem integrativa para o cuidado do câncer também pode prolongar o tempo de sobrevivência. Hoje, o peso das evidências indica que "o uso de compostos Bioativos derivados de plantas podem atingir células cancerígenas e modular o microambiente tumoral".

 

  A Fitoterapia em vez de atuar sobre células tumorais e aumenta os recursos imunológicos do paciente para que o próprio corpo ajude a destruir o tumor.

    Algumas ervas, fitossubstâncias e fitonutrientes podem diminuir o crescimento do câncer.

    Ervas, fitossubstâncias e fitonutrientes podem ser usados ​​como adjuvantes no tratamento de câncer.

    Em estudos preliminares, com ervas, fitossubstâncias e fitonutrientes mostraram ter potencial para o tratamento do câncer.

    Abordo, entre outras coisas:

    As formas de ajudar no controle dos efeitos colaterais dos tratamentos que são as náuseas, quedas de plaquetas e etc.

    As chamadas plantas "anticancerígenas" e como usá-las.

    Como avaliar o quadro de uma pessoa e ver o que especificamente pode ajudar sem interferir no tratamento medica padrão.

    Suporte durante tratamentos convencionais e possíveis interações.

    Limites terapêuticos.

 

O que podemos fazer? É possível prevenir a doença? 

Existe uma alimentação preventiva? Há  alimentos que podem ajudar a retardar o seu desenvolvimento?

Ervas medicinais podem ajudar no tratamento e na prevenção.

Há dados científicos sobre as ervas e os alimentos que são de grande importância na hora de formular um programa anticâncer?

As plantas interferem nos tratamentos do câncer?

    A busca por uma cura para o câncer continua, e muitas pessoas continuam convencidas de que os muitos recursos naturais do nosso planeta podem ser a chave para combater essa doença mortal. Com quase nove milhões de pessoas em todo o mundo morrendo de câncer em 2015 e duas vezes mais pessoas diagnosticadas, a necessidade de um tratamento eficaz e seguro nunca foi tão grande. Toda vez que uma planta mostra alguma promessa na luta contra o câncer, como açafrão-da-índia ou gengibre, muitos de nós não podemos deixar de imaginar o que mais pode estar crescendo selvagem em algum canto da Terra que poderia ser tão eficaz quanto mais do que os que já conhecemos.

 

A fitoterapia é vem sendo validada pela ciência, amplamente utilizada no Brasil, mas as pessoas tendem a confiar em informação pouco fundamentada, em vez de estudos científicos. Portanto, me propus a encontrar alguns estudos que poderiam provar que há plantas que ajudam o câncer. 

 
A fitoterapia é amplamente utilizada na Arábia Saudita, mas as pessoas tendem a confiar em informações transmitidas entre gerações, em vez de estudos científicos. Portanto, a equipe se propôs a encontrar alguns remédios simples e baratos que poderiam provar que ajudam o câncer cientificamente. Eles criaram perfis fenotípicos baseados em células das plantas usando triagem de alto conteúdo baseada em imagens para determinar sua atividade anticancerígena. 

 

     Além de muitas informações erradas, emergem tratamentos alternativos duvidosos que tentam tirar proveito do desespero e vulnerabilidade de pacientes e famílias através de curas milagrosas que, às vezes, são apresentada como complementares aos tratamentos do câncer. Todo ano, milhares de pessoas recebem o diagnostico de câncer e a ignorância, juntamente com o medo do tratamento e da morte, faz com que as pessoas busquem outros tratamentos.

       Também após a quimioterapia e outros tratamentos tradicionais serem descartados, o paciente ou a família começam a procurar outras formas de combate ao câncer. Assim, aumentam o risco de as pessoas submeterem a práticas que não possuem  qualquer valor curativo, o que pode levar a sérios problemas de saúde e até à morte. Existe uma grande variedade deles. É comum um vizinho ou um amigo receitar um chá ou uso de uma planta, que às vezes, pode até lhe causar uma toxicidade.

 

As plantas interferem nos tratamentos do câncer?

         Essa vem sendo uma das alegações de quem desconhece a atividade terapêutica fitosubstâncias das plantas medicinais. Veja os exemplos. Lorenzo Cohen, MD, PhD, diretor e professor do Programa de Medicina Integrativa na Universidade do Texas MD Anderson Cancer Center disse que a ideia é incorporar vários métodos para reduzir o risco de câncer, melhorar a qualidade de vida e diminuir os sintomas do câncer, bem como os sintomas e danos da quimioterapia e da radiação.

Eles estão cientes da importância de se concentrar em recursos que possam ajudar, tais como nutrição e as plantas medicinais, etc.

        O médico e professor William Steward, da Universidade de Leicester, disse que a curcumina tem-se mostrado uma ferramenta importante na luta contra o câncer. Tanto que, um hospital de Leicester, na Grã--Bretanha, vai estudar o uso da substância acompanhada de tratamentos quimioterápicos.

        O gengibre é capaz de auxiliar o tratamento de pacientes oncológicos tratados com quimioterapia por meio da redução de náuseas e vômitos, constituindo uma promissora terapia adjuvante do câncer.

        "O gengibre pode ser um candidato promissor para o tratamento de câncer da mama", concluíram os pesquisadores do Departamento de Ciências Biológicas, da Faculdade de Ciências da Universidade Rei Abdulaziz, na Arábia Saudita.

 

   Quimioterapia, radioterapia e efeitos colaterais podem muitas vezes ser tão debilitante como a própria doença.

  Os tratamentos contra o câncer são bastante desafiantes para os pacientes e faz com que sofram. Os efeitos colaterais tornam-se mais piores do que a própria doença. Por sua vez, médicos e pacientes aumentam a utilização dos remédios para gerenciar esses efeitos colaterais, aumentando substancialmente o risco do tratamento. Como temos visto, os tratamentos oncológicos pode causar vários efeitos secundários. O objetivo deste capítulo é fornecer uma visão geral da fisiologia desses efeitos e oferecer formas de abranda-los.

Intervenções Integrativas

      A abordagem integrativa, consistindo em intervenções complementares, são comumente usadas por pacientes com câncer para reduzir os efeitos colaterais tóxicos do tratamento de quimioterapia. Os pacientes de forma aleatória usam essas intervenções ao longo de seus tratamentos médico , e devido a um uso, às vezes, de forma inadequado ou irregular não obtem êxito e até causam mais danos. Essas intervenções integrativas precisam ser incluídas nas diretrizes da prática clínica padrão, para que seu uso seja um adjuvante, para  melhorar o gerenciamento dos danos e dos efeitos adversos do tratamento médico convencional.

      Embora a "indústria do câncer" ainda seja muito resistente à incorporação da Fitoterapia em seu padrão de cuidados (o que é altamente antiético), há um número crescente de profissionais de saúde que não viraram as costas para a verdade e estão muito interessados  em tratar o câncer usando em plantas.

Terapia combinada: unir para ter êxito!

      A terapia combinada, que visa a utilização simultânea de duas ou mais terapias, pode ser utilizada no tratamento de diversas patologias, das quais o câncer é um exemplo. A abordagem terapêutica por fármacos pode ser auxiliada pela Fitoterapia.

      Tendo em conta a ineficácia de alguns fármacos utilizados em monoterapia para o tratamento de determinados tipos de câncer, inúmeras evidências científicas têm vindo a trabalhar em diversas estratégias que visem a utilização simultânea de dois ou mais recursos terapêuticos, procurando encontrar efeitos sinérgicos, aditivos ou potenciadores da sua ação.

        A combinação de fármacos comuns com a ervas no tratamento do câncer parece ser um procedimento lógico. Desta forma, e tendo por base diferentes vias de atuação no corpo humano, espera-se que a terapia combinada, possa simultaneamente atingir vários alvos celulares, combatendo assim a doença através de mecanismos diferentes e potenciado o resultado terapêutico.

A terapia combinada traz inúmeros benefícios

        A utilização da terapia combinada tem se observado um enorme potencial clínico, permitindo reduzir as doses e/ou concentrações utilizadas de alguns medicamentos, diminuindo consequentemente a toxicidade e os efeitos adversos induzidos no doente e potenciando a ação terapêutica. Por este motivo, o uso da terapia combinada pode e deve ser utilizado em vários tipos de câncer, aumentando assim a probabilidade de cura e a qualidade de vida do doente.

 

Fortalecer o sistema imunológico

        O sistema imunológico é fundamental para combater o câncer. O sistema imunológico contém muitos tipos diferentes de "células", no entanto, são as células branca do sangue que mata células cancerosas. Na verdade, os cientistas não têm ideia de quão poderoso o sistema imunológico é capaz de se tornar. Por conta disso é que uma pessoa com câncer deve se concentrar em tratamentos que aumentam a contagem de células brancas do sangue. O sistema imunológico precisa ser fortalecido por ervas e alimentos que se concentram em ajudar o sistema imunológico.

      A construção do sistema imunológico, às vezes, não é a prioridade das pessoas com câncer. Pessoas em tratamento oncológico devem pensar no fortalecimento do sistema imunológico, se concentrar mais nos fitonutrientes e alimentos que podem matar as células cancerosas. Não só um sistema imunológico fraco é uma das principais razões pelos quais os pacientes com câncer têm câncer, mas o próprio câncer pode enfraquecer ainda mais o sistema imunológico.

      É altamente recomendável usar fitossubstâncias naturais para fortalecer o sistema imunológico para tratar o câncer, não importa em que fase o paciente com câncer está. Também é necessário fornecer nutrientes e fitonutrientes específicos ao sistema imunológico. Uma alimentação anticâncer deve se concentrar em alimentos que tem evidências confirmadas para matar as células cancerosas e fortalecer o sistema imunológico.

 

A nutrição no tratamento do câncer

         O tratamento do câncer envolve várias especialidades e os tratamentos são cada vez mais eficazes e individualizados, obtendo-se melhores resultados. Assim, apesar do aumento do número de novos casos a nível mundial, a mortalidade tem vindo, de um modo geral, a diminuir. Todavia, não basta diminuir a mortalidade. É importante que os doentes tenham qualidade de vida.

         Uma melhor nutrição ajuda os pacientes com câncer a viver mais tempo.

        Isso pode parecer muito óbvio para indicar, mas seu significado ainda está escondido das pessoas que mais precisam saber, os próprios pacientes com câncer. Estudos descobriram que "a maioria dos novos pacientes com câncer que se apresentam a um oncologista médico corre o risco de sofrer desnutrição". Especificamente, como mostrado na pesquisa 66% dos pacientes estavam em risco de desnutrição ou desnutridos.

 

Alimentação no controle da dor em doentes oncológicos

         A falta de apetite e a dificuldade em engolir são frequentes, sendo difícil alcançar as necessidades nutricionais. Em doentes oncológicos paliativos, a dor e a desnutrição são comuns e relacionam-se num ciclo; quanto mais desnutrido, menor o limiar de percepção da dor (sente mais dor), o que conduz a uma menor ingestão alimentar e, logo, a um maior grau de desnutrição. Além disso, as doses de quimioterapia, calculadas em função da superfície corporal, são sub-ótimas, aumentando os efeitos adversos, como a dor. Num doente desnutrido, existe uma redução do limiar da dor, além de um aumento do risco de infecções, de utilização de doses mais baixas de quimioterapia e do aumento do aparecimento de efeitos secundários deste tratamento, levando a um pior prognóstico. Todas estas situações podem exacerbar a dor e prejudicar a qualidade de vida, sendo importante a determinação das necessidades em energia e nutrientes e a prescrição de um plano alimentar individualizado.

         No doente oncológico, uma alimentação equilibrada e adequada e acompanhada por um programa que vise o fortalecimento contribui para:

  • ultrapassar melhor os sintomas
  • um melhor estado nutricional
  • uma ingestão de nutrientes mais correta
  • um menor tempo de hospitalização
  • melhor resposta aos tratamentos
  • melhor qualidade de vida
  • melhoria do prognóstico
  • menores limitações associadas à doença e aos tratamentos
  • diminuir as infecções e complicações pós-operatórias

 

Alterações do sabor no doente oncológico

      Alterações do sabor e no olfato no doente oncológico são frequentes as alterações,  devidas à doença ou às intervenções terapêuticas. Além dos efeitos dos tratamentos nas papilas gustativas, qualquer interferência com o olfato, como obstruções ao fluxo de ar por tumores na cavidade nasal ou pela intervenção cirúrgica, pode ter um impacto negativo no paladar. Isto porque, 80% do sabor de uma refeição está relacionada com o seu cheiro. Os distúrbios do sabor são bastante frequentes em pacientes submetidos a terapia de radiação para câncer de cabeça e pescoço (Zheng et al., 2002).

         A fisiologia das alterações do sabor difere em relação à fase da doença e ao tratamento específico.

       Infelizmente, esse aspecto foi ignorado na maioria das publicações sobre o assunto. Os pesquisadores devem levar em consideração a terapia e os estágios da doença ao coletar os dados para que protocolos de cuidados de pacientes mais específicos possam ser concebidos para minimizar o efeito de uma mudança de gosto na qualidade de vida do paciente.

         Um programa alimentar deve levar em consideração as alterações do sabor que frequentemente acompanha o câncer e deve projetar e fornecer suplementos alimentares de forma a torná-los mais palatáveis. Uma ideia interessante pode ser a criação de "potenciadores do sabor" que, uma vez adicionados aos alimentos, podem aumentar sua palatabilidade ao atuar como agonista no receptor de gosto específico. Esses agonistas podem ser desenvolvidos para cada modalidade de sabor. Após a identificação de comprometimento particular do sabor, os potenciadores para esse sabor podem ser adicionados para tornar os alimentos mais prazerosos para os pacientes.

Antes da quimioterapia, os pacientes podem ser orientados a experimentar alguns chás e novos ingredientes alimentares ou suplementos.

  •         Num programa com recursos naturais que ajudam no tratamento dos cânceres lança-se formas de restaurar o gosto pelo alimento, usando modificações alimentares e fitoterapia em indivíduos mesmo em estado avançado de câncer.

 

A diarreia como possível consequência da quimioterapia e da radioterapia: como vencer e até evitá-la?

       Como temos visto, os tratamentos oncológicos pode causar vários efeitos secundários. A diarreia é um deles, sendo considerada mais do que três dejeções diárias de fezes semilíquidas ou mesmo líquidas, atingindo cerca de 75% dos doentes sujeitos a quimioterapia ou radioterapia.

     Nos doentes em uso da quimioterapia, o aparecimento da diarreia vai depender do químico administrado e da dose e da frequência de administração. No que diz respeito à radioterapia, vai depender de uma série de fatores, entre eles, a região sujeita à radiação, os tecidos/órgãos incluídos nessa área, a dose total da radiação a administrar, o fracionamento da dose total, o nível de energia da radiação e a suscetibilidade individual, a qual depende da idade e do estado geral de saúde. No caso dos doentes com cancer ginecológicos, urogenitais e retais sujeitos a radioterapia pélvica, mais de 70% desenvolvem sintomas gastrintestinais agudos durante o tratamento, dentre eles, a diarreia. Todavia, em 6-78% destes doentes, este sintoma poderá ser crônico, afetando muito a qualidade de vida mesmo após o tratamento.

 

O que fazer face à essa diarreia

         Se não for controlada, a diarreia pode levar à perda de líquidos e sais minerais e, nos casos mais graves, à desidratação, já para não falar no prejuízo na qualidade de vida dos doentes, às vezes, levando a interrupção do tratamento. Assim, há certas medidas naturais para o controle desta situação.

 

Obstipação durante a quimioterapia: o que fazer?

 

        A dificuldade persistente em evacuar, a evacuação que exige um grande esforço, a frequência de duas ou menos evacuações por semana ou ainda, a diminuição do número habitual de evacuações, podem ter causas várias: fármacos usados na quimioterapia, fármacos usados no controle da dor, diminuição da atividade física, ingestão insuficiente de alimentos ricos em fibra e/ou baixa ingestão de líquidos, alterações na dieta, obstrução por crescimento do câncer, alterações neurológicas por invasão do câncer ou à presença de adesões entre as ânsias intestinais. Deste modo, deve-se fazer o diagnóstico diferencial entre as várias situações possíveis que provocam a obstipação. Alguns doentes durante a quimioterapia apresentam obstipação, cerca de 41%.

          Os sintomas da obstipação incluem uma diminuição dos movimentos intestinais, cólicas, dores de estômago, flatulência e fezes duras, podendo contribuir para a diminuição do apetite, para as náuseas e os vômitos. Além de incomoda e até mesmo dolorosa pode originar impactação fecal, ou seja, um quadro em que os resíduos não avançam no cólon ou no reto, o que pode ser uma complicação séria que exige intervenção médica.

 

Mucosite oral

     A mucosite é um problema de saúde caracterizado pela inflamação, edema e ulceração da mucosa – a camada de tecido mais externo que reveste o sistema digestivo, desde a cavidade oral ao ânus.

      Existem dois tipos de mucosite, a oral e a gastrointestinal. A primeira é caracterizada pelo desenvolvimento de eritema (vermelhão) e úlcerações “aftas”, já a segunda, que por ocorrer no interior do sistema digestivo, caracteriza-se pela diarreia. A mucosite pode ser um dos efeitos secundários dos tratamentos de quimioterapia, radioterapia e transplante de medula óssea.

       A mucosite oral, como consequência da exposição aos agentes de quimioterapia e radioterapia, resulta das lesões que eles provocam nas células da mucosa e nos vasos sanguíneos adjacentes.

No entanto nem todos os doentes em tratamento desenvolvem mucosite oral. A sua incidência depende de alguns fatores:

  • Localização do tumor: os cânceres localizados na cabeça ou pescoço são mais suscetíveis;
  • Do medicamento usado no tratamento de quimio, da sua concentração e frequência de administração: é mais comum nos tratamentos de quimio com 5-fluorouracil, metotrexato, doxorrubicina, etoposide, melfalan, citosina arabinoside, ciclofosfamida;
  • Da secura da boca durante os tratamentos: a boca seca favorece o desenvolvimento da mucosite, no entanto a própria secura é um efeito secundário da radioterapia e da quimio;
  • Higiene oral: a higiene oral cuidada é um fator protetor;
  • Tratamentos de radioterapia em altas doses na zona do pescoço e boca.

 

Náuseas e vômitos: como controlar durante o tratamento oncológico

As náuseas e os vômitos podem ser efeitos secundários da quimioterapia, embora a ocorrência dependa do fármaco utilizado e do modo como ele afeta o organismo do doente. Na maioria das vezes, alterações na alimentação e a toma de alguns medicamentos, são suficientes para minimizar ou controlar a ocorrência destes sintomas.

A desnutrição reduz a tolerância aos tratamentos.

 

        Tratamento de náuseas e vômitos durante a quimioterapia

          Náuseas e vômitos são dois dos efeitos colaterais mais preocupantes que os pacientes experimentam durante a quimioterapia. Embora os novos tratamentos disponíveis tenham melhorado as formas de gerenciar náuseas e vômitos, náuseas e vômitos ​​ainda são um grande problema para pacientes que recebem quimioterapia. Apesar dos avanços nas terapias farmacêuticas e na provisão de diretrizes clínicas padrão para o gerenciamento eficiente de náuseas e vômitos, os pacientes continuam a experimentar náuseas e vômitos. Por conta disso muitos pacientes com câncer vão atrasar ou recusar futuros tratamentos de quimioterapia e até interromper a quimioterapia por causa do medo de experimentar náuseas e vômitos.

 

Efeitos do gengibre em pacientes tratados com quimioterapia.

          O gengibre  parece aliviar as náuseas provocadas pela quimioterapia, embora seja melhor ingeri-lo às refeições para minimizar a irritação gástrica.

 

Dermatite induzida por radiação

       A terapia de radiação é um tratamento comum para pacientes com câncer. A radiação é um recurso para controlar o câncer, mas causa dermatite. Cerca de dois terços dos pacientes diagnosticados de câncer são tratados com radioterapia. Mas, apesar das novas melhorias nas técnicas de irradiação, a maioria dos pacientes ainda apresenta efeitos colaterais pelo tratamento. A dermatite aguda é um efeito colateral comum da radioterapia, ocorrendo em cerca de 85% dos pacientes tratados com esta modalidade. As reações da radiação na pele são facilmente visíveis e variam de leve eritema a úlcera e necrose. A gravidade da reação depende da dose de radiação e do tamanho da área, da qualidade e distribuição da radiação, e de fatores individuais específicos.

         Um dos efeitos colaterais mais comuns da radiação é a reação cutânea aguda (dermatite de radiação) que varia de uma erupção cutânea leve a ulceração grave. Aproximadamente 85% dos pacientes tratados com radioterapia experimentam uma reação cutânea moderada ou grave. As reações cutâneas agudas induzidas pela radiação geralmente levam a coceira e dor, atrasos no tratamento por interrupções das aplicações e diminuição da aparência estética - e subsequentemente a uma diminuição da qualidade de vida. As possíveis complicações da dermatite de radiação no contexto agudo incluem, infecção local.

       A literatura sobre oncologia de radiação não contém consenso ou padrão universal de cuidados para a prevenção ou tratamento de toxinas na pele de radioterapia, e os médicos intervêm basicamente usando suas próprias experiências clínicas.

       Até o momento, as tentativas de prevenir ou controlar a dermatite de radiação aguda aparecem um pouco ao acaso, tentando vários cremes e loções, intervenções sistêmicas e métodos de entrega de radiação sem prestar muita atenção à fisiopatologia subjacente. Os esforços para o controle ou a prevenção devem incorporar conhecimentos sobre recursos, de modo que o processo fisiopatológico posto em movimento pela radiação possa ser prevenido ou atenuado, e em situações em que o dano não pode ser evitado, que o processo de cicatrização seja pelo menos, acelerado.

       A prevenção e o gerenciamento de reações cutâneas induzidas por radiação geralmente são processos confusos para pacientes e médicos. Um estudo realizado no Reino Unido observou uma variação substancial no conselho dado aos pacientes por diferentes departamentos de radioterapia para prevenir e gerenciar reações cutâneas. O conselho dado aos pacientes deveria ser de elementos naturais que reduza a descamação seca e dor secundária ao tratamento, para acelerar o processo de cicatrização, estimular fibroblastos e ser hidratantes e anti-inflamatórias.

Pacientes  precisam interromper o tratamento em virtude da dermatite

Pacientes que se submetem à radioterapia geralmente precisam interromper o tratamento em virtude da dermatite causada pelo procedimento, mas, ao se impedir a dermatite aguda, os pacientes podem manter as sessões de radiação. Há planta capaz de prevenir essa dermatite, permitindo, assim, a continuação do tratamento e evitar a interrupção ou o espaçamento das sessões. Pesquisadores franceses que conduziram uma experimentação clínica concluíram que a calêndula é mais eficaz do que o remédio usado para reduzir e impedir esse tipo de dermatite.

Alguns resultados não-clínicos, tais como uso de cremes compostos de extratos vegetais que mostraram ser eficazes pode ser importante para a tomada de decisão clínica e estudos futuros deveriam incluir esses resultados importantes.

Terapias orais

No que diz respeito às terapias sistêmicas orais, as plantas medicinais e alimentares podem contribuir.

 

 

A calêndula também ajuda no tratamento do câncer.

           A calêndula é eficaz e superior à trolamina droga usada no tratamento de irradiação para dermatite induzida por câncer da mama.  Com objetivo de comparar a eficácia da calêndula, entre julho de 1999 e junho de 2001, 254 pacientes que haviam sido operadas de câncer da mama e estavam para receber radioterapia pós-operatória, foram alocados aleatoriamente para aplicação de qualquer trolamina (128 pacientes) ou calêndula (126 pacientes) sobre a área irradiada após cada sessão. A calêndula é altamente eficaz para a prevenção de dermatite aguda de grau 2 ou superior e deve ser proposta para pacientes submetidas a irradiação pós-operatória de câncer da mama. Além disso, as pacientes que receberam calêndula tiveram menos interrupção da radioterapia e reduziu significativamente a dor induzida pela radiação.

 

Para vencer o câncer é preciso da ação das seguintes fitossubstâncias.

Seguir estas dicas nutricionais para fortalecer e melhorar o sistema imunológico pode ajudar a reduzir riscos, os sintomas e consequentemente ajudar na regressão da doença e até na cura.

     A contribuição das ervas e de uma alimentação com fitossubstâncias com ação: Anticarcinogênica, Anti-Inflamatórias, Antimetastática, Antineoplásica, Antiproliferativa, Apoptótica, Chemopreventiva, Chemosensibilizadora, Imunoestimuladora, Imunomoduladora, Imunossupressora, Quimioprotetora, Quimioterapêutica, Radioprotetora e Antioxidantes, dirigida especificamente para o tratamento é um notável o benefício dessas terapias naturais.

É realmente triste que a medicina convencional há muito tempo abandonou esta importante opção de tratamento e agora se baseia somente em uso de droga para tratar os cânceres.

 

>> O câncer é a principal causa de mortalidade em muitos países industrializados.

         Enfrentar um diagnóstico de câncer, especialmente um prognóstico que indica uma vida útil limitada, é um fardo pesado para qualquer pessoa processar. Há uma enorme escassez de informações vitais e a principal fonte de informação dos doentes é a fonte leiga e grupos sociais. A falta de comunicação profissional-paciente é um sinal de hesitação dos pacientes para perguntar e a falta de informação adequada e disponível (Montbriand, 2000a).

         Pacientes com câncer armados com as ferramentas certas, independentemente da situação específica, podem impactar positivamente a sua qualidade de vida e as chances de cura e sobrevivência a longo prazo. Felizmente, muita pesquisa tem sido feito nos últimos anos para descobrir ervas e alimentos que têm antioxidantes e outras propriedades protetoras que podem ajudar a prevenir o desenvolvimento de certos tipos de câncer.

          No final dos anos 90, as evidências de estudos pré-clínicos em animais sugeriu um papel importante dos compostos bioativos na redução do risco de câncer. Particularmente, verificou-se que vegetais e certos componentes bioativos de plantas possuem efeitos protetores.

           Algumas ervas e fitossubstâncias mostram potencial como adjuvantes com tratamentos oncológicos convencionais. Outros podem ser utilizados no tratamento dos efeitos colaterais de tratamentos. Infelizmente as plantas medicinais foram subvalorizado no Brasil  devido à ideia de que o tratamento deve ser focado na quimioterapia.  Até recentemente, poucas informações baseadas em evidências que mostram interações de ervas e produtos naturais capazes como tratamentos contra câncer não estavam disponíveis para doentes oncológicos. Estudo recente mostrou também que cerca de 97% dos profissionais de saúde não possuem recursos baseados em evidências para produtos naturais e ervas (Montbriand, 2000a, 2000b). Por contas da necessidade e para levar informações credíveis baseadas em evidências, elaborei um guia que facilite a compreensão e auxilie na escolha.

        Este guia se concentra em ervas e nas fitossubstâncias que mostraram potencial em pesquisas baseadas em evidências para diminuir crescimento de câncer ou seja adjuvante com tratamento convencional de câncer para pacientes que tem ou tiveram câncer.

 

Pontos chaves em um guia . . .

A oncologia integrativa pode aumentar a sobrevivência?

       As terapias de oncologia integrativas, como Fitoterapia, massagem, acupuntura e suplementos por meio de sucos, geralmente são oferecidos para facilitar e controlar os efeitos colaterais prejudiciais de tratamentos convencionais, como quimioterapia e radiação. No entanto, há evidências crescentes de que uma abordagem integrativa para o cuidado do câncer também pode prolongar o tempo de sobrevivência. Hoje, o peso das evidências indicam que "o uso de compostos bioativos derivados de plantas podem atingir células cancerígenas e modular o microambiente tumoral".

    A principal diferença entre os chamados "tratamentos convencionais" e a Fitoterapia é o objetivo em que o tratamento traz. Em vez de atuar sobre células tumorais, aumenta os recursos imunológicos do paciente para que o próprio corpo ajude a destruir o tumor .

➤ Algumas ervas, fitossubstâncias e fitonutrientes podem diminuir o crescimento do câncer .

➤ Ervas, fitossubstâncias e fitonutrientes podem ser usados ​​como adjuvantes com tratamento de câncer.

➤ Em estudos preliminares, com ervas, fitossubstâncias e fitonutrientes mostraram ter potencial para o tratamento do câncer.

Devemos criar um meio biológico anticancerígeno.

 

Extrato de groselha preta rico em antocianina suprime o crescimento de células de carcinoma hepatocelular humano.

www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21121259 

        O estudo foi realizado para avaliar os potenciais efeitos antiproliferativos do extrato da casca de groselha preta contra células de câncer de fígado. Os resultados indicam, pela primeira vez, que a casca de groselha negra contendo uma fração rica em antocianina inibe a proliferação de células de câncer de fígado.

 

Não basta vencer temporariamente o câncer.

        A proposta é mostra que lutar contra o câncer significa não apenas vencer os tumores que se desenvolvera, mas também fazer tudo para que esses tumores não reapareçam. Por conta disso é importante saber, para além dos métodos habituais, tudo que pode ajudar nosso corpo a se defender.

        Todos os dias são divulgados novos artigos e matérias abordando hábitos que ajudam a combater ou que podem provocar a doença. E diante de tanta informação, muitas conflitantes, as pessoas ficam sem saber o que realmente funciona e como podemos implementar uma alimentação realmente eficaz que previna e ajude a combater o câncer. Artigos e pesquisas sobre o assunto estão em evidência, principalmente no que diz respeito à alimentação.

     

 

           Em vez de vilipendear e reprimir o sintoma desta tempestade de toxicidade dos tratamentos do câncer - as pessoas esclarecidas aprenderão a resolver, remover e reparar os danos, com foco na produção das condições que sustentam o combate a doença.

 

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