Porque implantar Fitoterapia no sistema público de saúde?

Fitoterapia proporciona uma vasta gama de benefícios e vai contribuir para:

  • Prevenir a iatrogênia,
  • Diminuir mortes prematuras,
  • Evitar cirurgias desnecessárias e cirurgias inúteis,
  • Reduzir internações hospitalares,
  • Reduzir tempo de internamento, 
  • Acabar com a mascaração de sintomas,
  • Debelar doenças chamadas de incuráveis,
  • Prevenir e evitar mutilações de órgãos e membros;
  • Tirar pessoas de seus sofrimentos, acabando com suas dores.

Terapias naturais

       Nos últimos anos, muito se tem falado sobre terapias complementares e integrativas (terapias naturais). No entanto, poucos são aqueles que sabem que algumas dessas terapias contribuem para uma melhoria do estado de saúde daqueles que as procuram.

       A medicina médica convencional tem sido a única opção para as pessoas. Contudo, tem-se verificado que na última década, a procura por tratamentos não convencionais por parte dos cidadãos tem-se aumentado.

Há cada vez mais demonstrações dos resultados da Fitoterapia. A sua eficácia é algo que tem vindo a ser provado.

Quantas vezes a medicina convencional não é capaz de resolver problemas que depois são tratados eficazmente com a Fitoterapia que, infelizmente, ainda é  tratada como terapia alternativa.

      Muitas doenças, para as quais a medicina convencional receita quase sempre atenuantes de sintomas e paliativos, podem se beneficiar muito da Fitoterapia. 

Temos um sistema de saúde incapaz de fornecer qualquer resultado em algumas doenças e totalmente incapaz de combater muitas doenças e todos os dias vemos doentes que NÃO foram tratados eficazmente com seus tratamentos.

 

Precisamos de uma reformulação na saúde.

O Brasil precisa de uma reformulação na saúde. O modelo de medicina também é responsável pelo caos da saúde. 

    É importante privilegiar as abordagens preventivas e os recursos que realmente são eficazes, que reduzirá sensivelmente os custos do sistema e vai diminuir a dependência de tantos remédios e da medicina tecnológica. O modelo atual de medicina está cada vez mais caro, sofisticado e elitizado, que atende aos interesses mercantilistas, sem sanar grande parte dos males que nos afligem, a não ser paliativamente.

"Não adianta vento a favor se o barco está sem rumo ou com casco furado" ditado de um pescador

     Infelizmente, vemos que os candidatos a cargos públicos sempre bater na Retrógada e Malfadada ideia de construir hospitais, UPAS e contratar mais médicos.

  • A proposta de construir mais UPA, aumentar número de leitos e contratar mais médicos é uma ideia enferrujada e atrofiada. Temos que desemperrar a cabeça dos Gestores públicos e Secretários de Saúde que deveriam promover saúde e não em construir, UPAS e aumentar leitos. 

 Se seguirem com essas ideias, vão manter as pessoas que precisam do emperrado e atrofiado atendimento público de saúde em sofrimento, se enfileirando nas portas das UPAS e nos corredores dos hospitais. 

Enquanto negligenciam as terapias complementares, milhões de pessoas vão continuar morrendo ou sendo mutiladas por conta de intervenções e procedimentos ineficazes aprovados pelo sistema que aí esta.

 

Junte-se a luta pela Fitoterapia no SUS acessível a todos, em todos os lugares do Brasil.

Mobilize - se e envolva - se.

Copie o link e envie para os Vereadores e Prefeito de sua cidade, para o governador do seu Estado, para os deputados estaduais, federais e para o presidente da República.

Atrevo-me a fazer um chamado aos brasileiros que sejam solidários com a sua saúde, que está sendo tratada com recursos paliativos que perpetua a doença, a dor e o sofrimento. Peço a vocês que mobilizem familiares, seus colegas de trabalho, os fiéis de sua igreja. Vamos exigir que Centro de Terapias Naturais sejam implantados.

   Este projeto insere-se em um novo panorama da Saúde Pública no Brasil: a inserção de Práticas Integrativas e Complementares, estimulada pelas políticas do Ministério da Saúde, em especial pela Portaria N.º 971 de 3 de Maio de 2006 que aprovou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS.

   Por isso, devemos exigir que o SUS busque mecanismos para avaliar os benefícios que os centros trarão para os cidadãos e para o sistema, tendo em vista que, na atualidade, o valor da Fitoterapia e inegavelmente inquestionável.

    Infelizmente, a maioria das pessoas já se acostumaram e aceitam receber uma saúde de péssima qualidade e se contentam com a maquiagem que fazem para dar a impressão que melhoraram o atendimento.

       Esse projeto é importante e vou continuar a lutar por ele, porque a solução para acabar com o sofrimento de milhares de pessoas que se enfileiram nos corredores dos hospitais e das UPAS é oferecer tratamentos que são eficazes e que realmente funcionam.

 

    Diversas unidades de saúde pública no Brasil estão inserindo as práticas complementares, mas nesse projeto exigimos Centros de Fitoterapia que execute efetivamente. A junção no mesmo espaço com as práticas alopáticas a meu ver é inviável por vários motivos que não vem ao caso relatá-las aqui, mas eles devem ser discutidas e debatidas.

    Este projeto insere-se em um novo panorama da Saúde Pública no Brasil: a inserção de Práticas Integrativas e Complementares, estimulada pelas políticas do Ministério da Saúde, em especial pela Portaria N.º 971 de 3 de Maio de 2006 que aprovou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS. Faltam esforços políticos na execução, para implantar aspectos práticos dessa portaria.

 

     A ameaça da falência do sistema de saúde pode ser superada com a inclusão da Fitoterapia no sistema.

 As soluções são efetivas – e apresentam uma ótima relação custo benefício. Num momento da vida nacional em que se verifica a ineficiência do sistema de saúde SUS e sua incapacidade de atender adequadamente aos cidadãos, a Fitoterapia prestará um inestimável serviço a Saúde Pública e não só evitará que bilhões de reais não sejam gastos como milhares de mortes prematuras sejam evitadas.

     O SUS vai se mantendo "aos trancos e barrancos“ com seu incontornável problema da escassez de recursos, precário e decadente, com pessoas sofrendo nas filas de hospitais e em leitos nos corredores, uma calamidade.

  "Saúde, um direito de todos".

Tal afirmação positiva é uma grande falácia.

    A saúde, ao ser tratada como um direito a ser suprido pelo estado, tem como único resultado um serviço pífio, quando não a escassez completa.Nesse sentido, é fundamental que enxerguemos o que não se vê, e passemos, nós usuários do SUS, a compreender que devemos exigir que já que é obrigação do governo prover atendimento à saúde, então que nos ofereça os recursos que realmente sejam eficazes, pois o modelo atual de prestação de serviços de saúde, apesar de toda a evolução do SUS, ainda é ineficiente e não cumpre o desiderato apontado na Constituição, de que é dever do Estado oferecer ao cidadão todos os meios para que ele tenha boa saúde.

      É um sistema de assistência e uma política de saúde inadequada à realidade social e econômica brasileira. É um modelo caro, oneroso, voraz e drena os recursos do país a uma velocidade espantosa, com custos exorbitantes. Esse sistema consome, anualmente, bilhões de reais dos nossos impostos que não tem sentido e para as amplas campanhas que tentam convencer o público de que os impostos são bem gastos.

 

Os prejuízos econômicos chegam à cifras bilionárias anuais ao país.

    Com esse sistema, os cofres públicos são onerados duas vezes. Uma para pagar os tratamentos ineficazes que foram feitos e a outra é para pagar os dias afastados ou a aposentadoria precoce por invalidez temporária ou permanente, bem como para pagar as próteses dos mutilados que o próprio sistema (a medicina) faz.

Sugam-se os cofres do SUS e do INSS.

     Se gasta para manter as pessoas afastadas do trabalho e com os tratamentos. Dá para imaginar quanto o INSS gasta com os afastamentos dos trabalhadores por conta das doenças que esse  sistema ainda não consegue resolver. Tudo isso ocorre porque “Fecham os olhos” a uma série de evidências que deveriam conduzir a sua atuação para recursos terapêuticos mais eficientes e seguros.

    Enquanto os gestores públicos dormem em berços esplendidos no País do faz de conta, grandes ideias ficam engavetadas. Pois negligenciam ou ignoram soluções que aliviaria ou solucionariam o sofrimento de milhões de pessoas que ainda hoje, continuam morrendo ou sendo mutiladas por conta de intervenções e procedimentos ineficazes e tratamentos paliativos.

 

Por conta da ineficiência dos serviços de saúde, o Brasil gasta e perde muitos bilhões com a manutenção da doença, dor e do sofrimento.

     É grande a quantidade de tempo e recursos gastos com os pacientes que são vítimas de um sistema de saúde que oferece quase sempre tratamentos paliativos e por conta disso, perpetua a doença e a dor.

     A demanda em hospitais e clínicas ocasiona um aumento no custo de despesas nos cuidados com a saúde. O custo de tal demanda é um ônus a mais para os cofres públicos e privados, pois o governo, as indústrias e a sociedade arcam com essas despesas.

     Sabe-se que algumas doenças e alguns doentes são a origem de milhões de consultas médicas, exames laboratoriais e cirurgias (na maioria desnecessária) e também impõem às empresas milhões de dias de trabalho perdidos anualmente.

Utopia!

Não. Basta reconhecer o valor desse polivalente recurso terapêutico, a Fitoterapia que é capaz de solucionar um tumor que 16 cirurgias não foi capaz de resolver.  Façam as contas dos custos que uma pessoa que submete a 16 cirurgias dá ao seu plano de saúde ou ao SUS e a empresa onde ela trabalha (por conta dos dias não trabalhados) porque teve que ficar afastada para se recuperar dos procedimentos e das cirurgias ineficazes que submeteu. Este foi o caso de uma jovem que submeteu a 16 cirurgias na coluna para a retirada de um tumor que sempre reincidia, já estava com outra cirurgia agendada, ela teve o tumor eliminado com ajuda da Fitoterapia. O mais importante é que Não houve mais recidiva do tumor.

 

Porque implantar a Fitoterapia no sistema público de saúde?

    Num momento da vida nacional em que se verifica a ineficiência do sistema de saúde e sua incapacidade de atender adequadamente aos cidadãos, este projeto prestará um inestimável serviço de Saúde Pública. Visamos encontrar uma alternativa para atender essa carência que temos no atendimento médico.

     A Fitoterapia é uma saída para reduzir os gastos no sistema público de saúde. A solução é incluí-la no serviço público. Esse recurso pode, dentre tantos benefícios à saúde, contribuir para evitar a falência dos cofres públicos, por conta dos gastos com doenças.

     Se o Gestor público de saúde incluir no sistema, teremos grande economia em termos financeiros, e isso, por si só, já justifica sua implantação, mas o mais importante é que evitaremos o sofrimento humano e poderemos evitar os procedimentos médicos inúteis, às vezes, desnecessários que são frequentemente realizados. 

É possível também reduzir e mesmo eliminar algumas das consequências severas dos remédios, o custo e até o tempo de internamento.

 

Morrendo ou sofrendo por não saber.

  • As pessoas sofrem e até morrem por não saber que existem outros recursos capazes de aliviar a sua dor ou curá-las.
  • Estão mascarando muitas doenças com remédios e tratamentos temporários e ineficazes.

Até onde devemos nos submeter a um tratamento médico quando este não promove a cura para uma doença?

É preciso ter humildade para reconhecer as limitações, pois ainda existem muitas doenças que a medicina não consegue solucionar.

         Enquanto negligenciam a Fitoterapia, milhões de pessoas vão continuar morrendo ou sendo mutiladas por conta de intervenções e procedimentos ineficazes. O campo de atuação da Fitoterapia na saúde é bastante amplo, e abrange diferentes aspectos da vida das pessoas. Além disso, quando utilizada por profissionais qualificados raramente causam riscos à saúde ou efeitos adversos relativos ao emprego desse recurso.

 

 A solução para muitas doenças que nos acometem hoje, ainda está longe de ser alcançada

     É importante saber que a solução para muitas doenças que nos acometem hoje, ainda está longe de ser alcançada. A medicina evoluiu muito, mas não consegue ainda resolver muitas doenças.  A ciência surpreende-nos todos os dias, mas a medicina ainda não evoluiu o suficiente para acabar com doenças crônicas que ainda não têm cura.

    E mesmo porque nem os mais avançados centros de medicina do mundo, apesar de tanta evolução nos seus tratamentos contam com recursos para curar algumas doenças e oferecem apenas tratamentos paliativos. E nem mesmo as fantásticas células tronco vai curar algumas doenças.

    Temos colhidos grandes benefícios dos progressos, da medicina convencional, mas ela não tem sido capaz de controlar a evolução ou o avanço de muitas doenças e todos os dias somos confrontados com doentes que não foram tratados eficazmente com os tratamentos médicos convencionais.

       A Fitoterapia pode ser utilizada como primeira opção terapêutica ou de forma complementar conforme a necessidade terapêutica individual. 

 

Fitoterapia

      Como vários estudos têm afirmado, a Fitoterapia é um recurso que desempenha um papel importante, tanto para curar, bem como para a prevenção de uma ampla gama de doenças.  Até a OMS Organização Mundial da Saúde também reconheceu a importância desse recurso terapêutico e vem estimulando seu uso e a sua divulgação.

Utiliza como ingredientes terapêuticos substâncias provenientes de plantas frescas ou secas. Inclui a promoção da saúde e a prevenção da doença, abrangendo ainda o aconselhamento alimentar (dietético) e orientação sobre estilos de vida. No Brasil, devido à imensa biodiversidade, as plantas medicinais são amplamente utilizadas para o tratamento, cura e prevenção de enfermidades, podendo ser consideradas como uma alternativa de menor custo e menores efeitos colaterais.

    No entanto, para a institucionalização da fitoterapia na atenção básica, faz-se necessário maior empenho do Gestor público, além de investimentos na capacitação dos profissionais de saúde, para que a população possa se beneficiar da fitoterapia, como uma alternativa aos cuidados da saúde.

    A fitoterapia foi reconhecida oficialmente como de "interesse popular e institucional" pela Portaria 971, do Ministério da Saúde, mas ainda há pendências nas diretrizes desse ministério. Faltam esforços políticos na execução, para implantar aspectos práticos dessa portaria.

Muitos ainda pensam que a Fitoterapia nada mais é do que um conhecimento baseado em crendice popular.

     A Fitoterapia é, segundo pesquisas, um dos mais importantes recursos de prevenção, promoção e tratamento de saúde. Estatísticas também demonstram uma preferência pelo uso de plantas medicinais em substituição aos medicamentos alopáticos tradicionais. Esta substituição se deve principalmente aos custos mais elevados e aos efeitos colaterais dos alopáticos e também por certa descrença em tratamentos demorados e com poucos benefícios, ás vezes ineficazes.

     Ao longo de muitos anos a Fitoterapia foi deixada de lado não em razão de não ser eficaz, mas por não se ajustarem ao sistema de saúde tradicional. “Fecharam os olhos” a uma série de evidências que deveriam conduzir a sua atuação para recursos terapêuticos mais eficientes e seguros.

    A Fitoterapia é polivalente e resolve doenças que o tratamento convencional não consegue resolver. A Fitoterapia é uma alternativa eficaz para a cura, tratamento e profilaxia de doenças.

     Não há mal nenhum em procurar a Fitoterapia para cuidar de uma doença para a qual a medicina não tem cura ou para aliviar efeitos colaterais de remédios alopáticos.  E ao contrário de algumas décadas atrás, quando a maioria das evidências de "cura natural" foi anedótica, há agora milhares de estudos sobre centenas de substâncias naturais e atividades terapêuticas que podem amenizar e até curar muitas doenças consideradas incuráveis.

A Fitoterapia é eficaz?  

     Sim, super eficaz e tem surpreendido, por apresentar resultados nas doenças pelas quais não há mais nada a fazer. Pelo fato de curar doenças que a medicina e a medicação moderna, infelizmente, ainda não conseguem, ela pode e deve ser utilizada, junto à terapêutica convencional ou quando não se obtêm destas os resultados esperados.

     A Fitoterapia tem sido eficiente em debelar, entre outros, problemas ainda considerados incuráveis. O mais importante é que ela surpreende com resultados, mesmo quando outros recursos já se esgotaram.

     O tratamento com plantas medicinais não consiste apenas em aliviar os sintomas apresentados, visa também à recuperação das funções normais do órgão doente. A Fitoterapia, além de ajudar no controle e na evolução de doenças, contribui para curá-las.

Dê uma olhada nesse link e veja alguns dos casos complexos que a fitoterapia resolveu a-cura

 

         Enquanto negligenciam a Fitorapias, milhões de pessoas vão continuar morrendo ou sendo mutiladas por conta de intervenções e procedimentos ineficazes.

 

 

    Acima de qualquer discussão está o direito da pessoa doente em optar pelo tratamento que preferir.

Além do mais vemos as pessoas que por filosofia de vida optaram por ter hábitos e estilo de vidas saudáveis, por sinal, dependem muito pouco de serviços médicos, mas quando necessitam são obrigados a se expor aos tratamentos oferecidos pelo sistema.

     A cada 5 minutos morre 3 pessoas no Brasil de falha médica

Um estudo brasileiro mostrou que "eventos adversos" - erros, negligência ou baixa qualidade do serviço - podem ser a primeira ou segunda causa de óbitos no país. A cada cinco minutos, três pessoas morrem em um hospital por consequência de um erro que poderia ser evitado. Essas falhas, chamadas de “eventos adversos”, representam problemas como que vão desde erro de dosagem ou de aplicação de medicamentos até uso incorreto de equipamentos e infecção hospitalar.

Pesquisa revela que falha médica é a segunda maior causa de morte no Brasil - Notícias - R7 Domingo Espetacular

Caso da morte de um homem no interior de São Paulo. Em pouco mais de um mês, ele passou onze vezes pelo mesmo hospital e morreu porque os médicos erraram o diagnóstico: o que eles pensavam ser um resfriado era, na verdade, uma grave infecção respiratória que atinge ...

 

Há milhares de pessoas com a companhia temporária ou permanente das muletas, isso porque não sabem que há recursos que podem ajudá-las a se livrar dessa dependência.

 Algumas dessas condições podem ser resolvidas e, quando tratadas corretamente, podem ser curadas, como é o caso de muitas pessoas que sofrem acidentes.

 

 

            Todos sabem o quanto é aflitivo ver uma criança sofrendo de dor. 

       Pedro é um bebê de 1 ano e 4 meses, que há 7 meses vinha sofrendo de dor de ouvido, foi ao médico que constatou uma otite. Ele sentia muita dor e chorava sem parar. Felizmente, o Pedro teve sua dor aliada no mesmo dia que iniciou um tratamento natural e em uma semana teve a inflamação controlada.

    Ver uma criança sofrer de dor e tomar antibiótico forte durante 7 meses é angustiante para os pais.

     Além dos tratamentos convencionais que demoram para fazer efeito e são pouco eficazes, existem tratamentos naturais muito eficientes que reduz a dor imediatamente e acelera a desinflamação. Melhor ainda, não expõe a criança aos riscos que o antibiótico oferece·. 


A solução para acabar com o sofrimento de milhares de crianças que ficam meses e até anos sofrendo por conta de uma otite é oferecer tratamentos que realmente funcionam. Por isso, devemos exigir que a Fitoterapia seja oferecida na saúde pública.

Uma das situações mais incômodas para as crianças é a dor de ouvido. O tratamento da otite pela medicina convencional é feito com antibióticos e a dor é controlada com analgésico.

 

As pessoas idosas estão sub-representadas nos serviço público e particular de saúde no tratamento da dor.

Se os recursos que são eficazes para desatrofiar, desemperrar e devolver a qualidade de vida, especialmente das pessoas que estão emperradas e tendo que, por exemplo, usar um andador para caminhar fossem implantados nos serviços de saúde tiraria milhares de pessoas desse sofrimento.


Existem deficiências na avaliação e no tratamento da dor dos idosos. Por oferecem tratamentos ineficazes, deixam essas pessoas atrofiadas, emperradas, passando por dores contínuas e fazendo uso permanente de medicamentos.

 

Por causa da asma e de algumas doenças pulmonares crônicas no Brasil, hoje temos milhões de pessoas que depende do uso da bombinha para respirar.

Um bom programa de tratamento que proporcionará melhora nos quadros de Asma, pode tirar milhares de pessoas do sofrimento e da dependência do uso da bombinha.

A solução para acabar com o sofrimento dessas milhares de pessoas é oferecer tratamentos que realmente funcionam e que são eficazes.

 

         Enquanto negligenciam as Terapias Complementares, milhões de pessoas vão continuar morrendo ou sendo mutiladas por conta de intervenções e procedimentos ineficazes.

 

O modelo de medicina também é responsável pelo caos da saúde. 

Acesse o link salvar-a-saude vocês vão entender porque a saúde pública vai continuar sendo péssima

 

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