O fígado é um órgão altamente complexo, com muitas funções, incluindo armazenamento de nutrientes, manutenção da homeostase de carboidratos, funções secretoras e excretoras, síntese protéica e certas funções metabólicas vitais exclusivas desse órgão. Estas funções incluem o metabolismo dos hormônios (insulina, glucagon, tiroxina e glicocorticóides), metabolismo lipídico [colesterol, triglicerídeos e lipoproteínas de alta densidade (HDL)], metabolismo protéico (degradação de aminoácidos e síntese de fatores plasmáticos, proteínas e ureia) E desintoxicação de xenobióticos.

 

Distúrbios do fígado são tão complexos quanto o próprio órgão.

          Não há muitas drogas dentro do domínio da farmacêutica convencional para o tratamento de doenças como hepatite, cirrose, esteatose, lesão hepática por toxinas e distúrbios do trato biliar. No entanto, medicamentos de origem vegetal provenientes de diversas plantas foram utilizados para tratar doenças do fígado e do trato biliar. Os ensaios farmacológicos e clínicos demonstraram os efeitos benéficos dessas fitossubstância. Um dos compostos mais efetivos utilizados é a silimarina, extraído de Silybum marianum, que é usado para vários distúrbios hepáticos, em particular para evitar a toxicidade grave da ingestão de substâncias fatais.

Estas são algumas das doenças que acometem o fígado e há  vários estudos que indicam evidências de eficácias de algumas Fitossubstâncias:

Câncer de Fígado

Cirrose Hepática

Dano do Fígado: Induzido por Drogas

Danos hepáticos: induzida por aflatoxina

Danos hepáticos induzidos quimicamente

Doença hepática gordurosa não alcoólica

Toxicidade Hepática Induzida por Quimioterapia

Encefalopatia Hepática

Estatose Hepática  ou Fígado Gorduroso

Fibrose do Fígado

Hepatite A

Hepatite B 

Hepatite C

Hepatite Auto-imune

Em breve postarei algumas dessas evidências aqui.

Ajude seu Fígado a lhe ajudar a viver bem e não morra pela boca
 
     A pedido de vários leitores o site tiaxica.com traz mais uma matéria a respeito de Saúde e Vida Saudável, desta vez alertando e falando sobre o Fígado, órgão vital para nossa sobrevivência, mas por conta dos hábitos de vida moderno nas últimas décadas, tem sido muito agredido. Na história da humanidade, nunca se comeu tanto, em grandes quantidades, e mal, como agora.  Consequência disso, que cada vez mais tem se constatado muitas doenças, que causam sofrimentos e muitas mortes precoces!
 
Fígado doente e em más condições fisiológicas.

    Na medida em que tudo que comemos e absorvemos deve ser “limpado e desintoxicado” pelo fígado, especial atenção à alimentação devemos dar em prol desse órgão vital.
 
       O fígado é o maior órgão do corpo e tem um papel vital, realizando diversas funções complexas que são essenciais à vida. O fígado funciona como uma fonte de energia química para o corpo. A saúde do fígado é um fator da maior importância na qualidade de vida das pessoas. Importantes nutrientes são convertidos em substâncias úteis para o corpo no fígado. Ele realiza muitas atividades metabólicas únicas e de extrema importância, processando carboidratos, proteínas, gorduras e minerais, para serem utilizados na manutenção das funções normais do corpo.
Embora existem muitas coisas que a medicina ainda não desvendou referente ao fígado, já se sabe que é impossível viver sem ele, e que a saúde do fígado é um fator fundamental na qualidade de nossa vida.

 

Algumas funções importantes do fígado, para que você entenda melhor, são:
 

  •  Converter a comida que ingerimos em energia armazenada e substâncias químicas necessárias à vida.
  •   Atuar como um filtro para remover álcool e substâncias tóxicas do sangue, convertendo-as em substâncias que possam ser excretadas do corpo.
  •   Processar medicamentos absorvidos pelo sistema digestivo, permitindo que o organismo os utilize de forma efetiva e, também, livre-se deles.
  •  Fabricar e distribuir substâncias químicas importantes para o organismo. Uma delas é a bile, uma substância de cor amarelo-ouro esverdeada, essencial para a digestão de gordura no intestino delgado. Dependemos do fígado para nos manter vivos, pois ele exerce mais de quinhentas funções  realizadas dia e noite para produzir as diversas enzimas, proteínas, vitaminas, fatores de coagulação, antialérgicos, colesterol, bílis, etc.

 

       Estudos têm estabelecido que o fígado é um órgão muito resiliente. Na verdade, é o único órgão que pode se reconstruir se uma parte dele está danificada ou doente. Infelizmente, é tão resiliente que até 70% do que pode ser doente antes que o corpo emite enzimas hepáticas para sinalizar que algo está errado.  Nessa altura, é provável que uma pessoa seja diagnosticada com câncer em estágio avançado com pouquíssimas chances de recuperação.

 

O fígado é o responsável pelo metabolismo mecânico.
 
    
Isso quer dizer que, quanto mais carboidrato a pessoa ingerir, mais trabalho o fígado vai ter. Quando o órgão está adoecido, ele fica mais fraco. Portanto, a ingestão de carboidratos cansa o fígado e acaba prejudicando-o.  Mas para descobrir quais alimentos vai ajudar a  recomendação é que procure um especialista em nutrição para orientar uma alimentação indicada para o seu caso.

 

Sufocamos o fígado com substâncias nocivas diariamente.
 
     
  Sempre se ingere muitas substâncias que não são benéficas, cabendo ao fígado as eliminar e evitar que sejam absorvidas. Na alimentação ingerimos agrotóxicos, conservantes, corantes, espessantes, estabilizantes, álcool, etc. e ao respirar absorvemos tóxicos resultantes da poluição, da combustão dos motores dos carros, da fumaça dos cigarros e, tudo isso vai para o sangue o qual deverá ser depurado pelo fígado.

 

Morrer pela boca?
 
      Por falta de cuidados da própria pessoa, o excesso no consumo de bebidas alcoólicas, o peso excessivo, a má nutrição, o sedentarismo, o uso de drogas e até do cigarro influenciam no seu funcionamento. Ingerir excesso de álcool, exagerar na ingestão de hidratos de carbono, principalmente na forma de açúcar ou doces, consumir gordura mais do que o necessário, carnes vermelhas, amendoim, linguiça, caldo de carne, salsicha, pele de aves, mortadela, salames, café em excesso, bebidas gasosas, chocolate, batatas fritas, massas, pizza, leite integral, creme de leite, sal em excesso, frituras,  biscoitos recheados,  queijos amarelos, requeijão, manteiga,  sopas industrializadas, vitamina A e óleos de peixe em excesso, abacate,  nozes e pimenta em excesso e não consumir fibras, prisão de ventre,  obesidade, são causas que têm efeito negativo para o fígado.

 

Alimentação e fígado estão inter-relacionados de diversas maneiras.

     Algumas funções são claramente entendidas; outras não. Desde que tudo o que comemos, respiramos e absorvemos através de nossa pele deve ser purificado e desintoxicado pelo fígado, uma atenção especial à alimentação vai auxiliar e conservar o fígado saudável. Em um número variado de doenças hepáticas, a alimentação assume uma importância considerável.

 

Ajudando o fígado com a alimentação
 
   
Diante dessas circunstâncias, a terapia nutricional e os chás se fazem presente como a principal arma para reduzir complicações e melhorar a saúde do figado. Uma alimentação que não obrigue o trabalho excessivo do fígado pode ajudar a evitar uma maior progressão na velocidade do dano às células hepáticas.
Segundo especialistas em Nutrição e os especialistas em Fitoterapia, se consumirmos  alguns alimentos e chás, poderemos recuperar a saúde do fígado.
 
    Nesse sentido, seguem-se algumas dicas importantes: Um dos nutrientes que tem a função de limpar o fígado é o enxofre, presente principalmente em vegetais mais escuros, como a couve, o brócoli, a couve -rabano e o agrião. O suco verde, que contém agrião e couve, pode ser uma boa opção.
 
   Para quem não consegue viver sem comer carne, aminoácidos como a leucina, encontrado, por exemplo, na castanha do Pará (com moderação), bem como a cisteína da lentilha, do  grão-de-bico também fortalecem as enzimas que limpam o organismo e ajudam a regenerar o fígado.
A beterraba, por contribuir com a desintoxicação hepática é considerada a “mãe do fígado”. Alimentos, que tem alcaloides, como a rúcula, almeirão, mostarda e agrião são desintoxicantes.

 

Pode uma alimentação causar doença hepática?
 
 
    Existem diversos tipos de doença hepática, e as causas da maioria delas são ainda desconhecidas. É muito mais provável que a desnutrição seja o resultado de uma doença hepática crônica, e não sua causadora. Mas alguns alimentos contribui, sim para uma doença hepatica, a esteatose é uma das doenças causada por alimentos gordurosos.

 

Que outros problemas nutricionais são causados pela cirrose?
 
       
   Quando as cicatrizes da cirrose interferem com o fluxo sanguíneo do estômago e intestino ao fígado, pode se desenvolver a hipertensão portal. Isto significa que há pressão nas veias que entram no fígado. “Desvio” cirúrgico, ou redirecionar o sangue que sai do fígado para a circulação geral, pode aliviar esta pressão, mas isto frequentemente causa novos problemas. Como o sangue foi “desviado” do fígado, ele contem altos níveis de aminoácidos, amônia, e possivelmente toxinas. Quando estes elementos alcançam o cérebro, causam uma condição chamada de encefalopatia hepática, que significa “impedimento mental causado pelo fígado”. Os pacientes ficam confusos e sobrevém uma perda temporária de memória.

 

A nutrição pode ser usada para tratar encefalopatia hepática?
 
   
Há restrição da quantidade de proteínas, mas pode causar desnutrição.
Alimentos a serem evitados: Mariscos e frutos do mar, quando ingeridos crus podem ser muito perigosos para pacientes com cirrose. Deve-se evitar os mariscos ou ser extremamente cuidadoso para cozinhar eles completamente. O Vibrio vulnificus, é uma bactéria que pode ser contraída ao comer ostras cruas.

 

Existem outras doenças hepáticas nas quais mudanças específicas na alimentação podem ser benéficas?
 
   
Boa nutrição e uma modificação no hábito alimentar tem um efeito significativo sobre todas as doenças hepáticas. Alguns tipos de enfermidades de fígado, por exemplo, causam uma acumulação de bile no fígado que é chamada de colestase. Isto significa que a bile não pode passar ao intestino delgado para ajudar na digestão de gorduras. Quando isto acontece, a gordura não é absorvida, mas excretada em grandes quantidades nas fezes, o que é facilmente percebido por causa do mau cheiro e coloração pálida das fezes. Esta condição é conhecida como esteatorreia. A diminuição de calorias gordurosas pode também causar perda de peso.

 

A alimentação pode auxiliar no tratamento de outras complicações da cirrose?
 
   
   Existe uma série de complicações da cirrose que podem ser aliviadas através de uma alimentação modificada. Pessoas com cirrose frequentemente experimentam um desconfortável acúmulo de líquido no abdome (ascite) ou inchaço dos pés, pernas e dorso (edema). Ambas condições são resultado da hipertensão portal (pressão aumentada nas veias que entram no fígado).

Já que o sódio (sal) estimula o corpo a reter água, os pacientes com retenção de líquidos devem cortar sua ingestão de sódio, evitando comidas tais como sopas e vegetais enlatados, embutidos, laticínios, e temperos tais como maionese e catchup. A maioria das comidas prontas contém quantidades consideráveis de sódio, ao passo que comidas frescas não contém praticamente sódio algum. No mercado existe o sal com menos sódio.

 

A esteatose hepática

     Fígado gorduroso que afeta quase a metade dos indivíduos adultos na sociedade ocidental. Uma dieta rica em hidrato de carbono processado, sintético e gorduras hidrogenadas resulta em excesso de triglicérides no sangue que se alojam nas células hepáticas e a esteatose hepática pode se desenvolver. Fígado gorduroso não é uma doença, mas um achado patológico. O termo mais apropriado é “infiltração de gordura no fígado”.

 

    Segundo hepatologistas, o mais recomendável é tratar todos os pacientes com esteatose para impedir a evolução negativa para a cirrose ou para o câncer do fígado. Mas a questão que gera dúvidas é o fato de que só se pode distinguir a esteatose da hepatite gordurosa através de biópsia do fígado, um procedimento invasivo e que não tem indicação de rotina.

 

Nas crianças e adolescentes, o quadro é preocupante.
 
   
  Estudos revelam que 10% dos adolescentes obesos e 23% das crianças obesas têm esteatose, sendo que 3% delas têm uma real inflamação do fígado provocada pela gordura, a hepatite gordurosa.
Nos adultos, pesquisas indicam que 50% dos pacientes com hepatite gordurosa desenvolvem a fibrose do fígado e 3% chegam à falência do órgão, necessitando de um transplante para a manutenção da vida. Até recentemente, os médicos entendiam o quadro de cirrose em pacientes não alcoolistas ou não portadores de hepatite viral crônica. Hoje, sabe-se que a maioria dos casos de cirrose de causa indeterminada é decorrente da esteatose e da hepatite gordurosa, que evoluíram de forma silenciosas, durante anos, comprometendo lentamente a saúde do fígado.

 

As plantas medicinais podem auxiliar nos tratamentos.
 
   
Sugiro a quem tem a esteatose ou a cirrose para consultar um Fitoterapeuta que tenha experiência nessa patologia para elaborar uma orientação de chá para o seu quadro e a dosagem correta. Quando o fígado esta com dano não se deve agravá-lo com o uso aleatório de chás. Ingerir chás que não obriguem o fígado a trabalhar intensamente resulta em menor atividade inflamatória. Quando o fígado é forçado a trabalhar a reação natural será aumentar de tamanho e inflamar na tentativa de assim poder absorver e processar o trabalho extra, é nesse ponto que reside o perigo de ocorrer até uma hepatite.
 
          Os sites que falam de plantas sugerem para desintoxicar o fígado: a alcachofra, o boldo, cardo mariano e o dente de leão. O boldo não é indicado quando já há danos no fígado. Há outras plantas que são mais eficazes, mas seu uso precisa ser orientado de acordo com o histórico clinico do paciente. Infelizmente, a maioria das pessoas em vez de procurar uma orientação especializada, buscam receitas na internet para tratar das doenças do figado.

Registramos um caso de uma senhora que após usar um chá indicado por um amigo desenvolveu uma hepatite que a levou a morte.

 

Nas hepatites

        O uso de plantas medicinais para as hepatites A B e C pode ser uma medida complementar, principalmente nos sintomas agudos, na melhora de náuseas e vômitos, bem como para baixar as substâncias nocivas que se alteram nos casos de hepatites.

 

Olha a contribuição das plantas na Hepatite A

       Indivíduos que são acometidos de hepatites passam a ter algumas substâncias alteradas. Apesar de tanta evolução a medicina ainda não conta com remédio que possa baixar essas substâncias, mas em 20 horas com o uso de plantas medicinais o quadro de uma paciente acometida de Hepatite A  mudou. 

 

Veja nos resultados abaixo.

Exame feito dia 01 de março 2010 / coleta do sangue às 12hs. 43 min.

Aspartato Aminotransferase (TGO) 874 U/L o normal é entre 15 a 37 U/L  

Alanina Aminotransferase (TGP) 1846 U/L  o normal é entre 30 ª 65 U/L

Gama Glutamil transferase 436 u/l no sexo feminino  o normal é entre 05 a 136 U/L

 

Exame feito dia 02 de março 2010 / coleta do sangue às 08hs. 20min

Aspartato Aminotransferase (TGO) 485 U/L 

Alanina Aminotransferase (TGP) 1250 U/L 

Gama Glutamil transferase 226 u/L

 

 

A fibrose do fígado tem sido atribuída a medicamentos que reduzem os lipídios.

Pubmed 11555130 Publicado  01/09/2001 Estudo: Humano e Relato de Caso

A ingestão de chá verde reduz o risco de doença hepática.

Pubmed 26309486 Publicado 31 / 12 / 2014 Tipo de Estudo: Meta Análise

Phyllanthus Niruri é útil na prevenção ou no atraso do desenvolvimento da cirrose associada ao carcinoma hepatocelular.

Pubmed 23529834 Publicado 24 / 03 / 2013 Tipo de Estudo: Estudo Humano

O consumo de café pode reduzir significativamente o risco de fibrose hepática e cirrose.

Pubmed 26556483  Publicado 31 / 12 / 2014  Estudo: Meta Análise

A curcumina previne e reverte a cirrose induzida pela obstrução do ducto biliar.

Obs: há mais estudos como estes acima relacionados, mostrando a eficácia do tomilho na prevenção e no tratamento de diversas doenças co fígado já estão disponíveis apenas para os alunos do curso de Fitoterapia online e dos colaboradores financeiros do site tiaxica.com
 

Ao clicar nos números grifados você será direcionado ao resumo da publicação científica.

 

 

Hepatite Colestática

Relatos de casos mostraram que as estatinas causaram Hepatite Colestática

  • Foi relatado um caso de colestase prolongada induzida por atorvastatina com dano nos ductos biliares.

Pubmed 20155993 Publicado 01 / 01/ 2010 Tipo de Estudo: Humano: Relato de Caso

  • Foi relatada hepatite aguda colestática associada ao uso de atorvastatina.

Pubmed 16393626 Publicado 01 / 01 / 2006 Tipo de Estudo: Humano: Relato de Caso

  • Foi relatada hepatite aguda colestática associada à pravastatina.

Pubmed 10235223 Publicado 1 /05/1999 Tipo de Estudo: Humano: Relato de Caso

 

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