Melissa officinalis

 As plantas de florescência atraem dezenas de abelhas, que se alimentam de pequenas flores brancas, e o nome de gênero Melissa é derivado da palavra grega para abelha.

A melissa é uma daquelas plantas com uma longa história de uso medicinal. Pequenos ensaios laboratoriais relatam propriedades antivirais, antioxidantes e calmantes. As folhas, que têm um leve aroma de limão, são usadas para fazer remédios.

A melissa é usada para problemas digestivos, inchaço, ansiedade, gases intestinais (flatulência), vômitos e cólicas; Para dor, incluindo cólicas menstruais, dor de cabeça e dor de dente; E para transtornos mentais, incluindo histeria e melancolia.

A melissa tem efeitos calmantes para ajudar no controle da ansiedade, problemas de sono e inquietação.

O mesmo resultado se observou em vários estudos sobre ansiedade, que utilizaram a Melissa officinalis em uma combinação de ervas para reduzir os sintomas.

Em outro estudo duplo-cego, controlado por placebo, 18 voluntários saudáveis ​​receberam 2 doses únicas separadas de um extrato padronizado de Melissa officinalis (300 mg e 600 mg) ou placebo durante 7 dias. A dose de 600 mg de Melissa officinalis aumentou o humor e aumentou significativamente a calma e o estado de alerta.

 

A melissa também é usada para a doença de Alzheimer, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, vias aéreas inchadas, batimento cardíaco rápido devido ao nervosismo, pressão arterial elevada, feridas, tumores e picadas de insetos. Tem a vantagem de não causar disfunão sexual como é o caso da valeriana.

 

Um bálsamo para acalmar as mentes perturbadas

Extratos de Melissa officinalis pode ajudar a neutralizar os sintomas da doença de Alzheimer.

O trabalho recente no Centro de Pesquisa de Plantas Medicinais (MPRC) na Universidade de Newcastle upon Tyne no Reino Unido mostrou que extratos de Melissa officinalis e Salvia officinalis melhoram a memória em pessoas jovens e saudáveis ​​e aumentam a atividade de um neurotransmissor- chave, a acetilcolina, cujos níveis são baixos nos cérebros dos sofredores de Alzheimer.

Agora, pequenos testes preliminares realizados por uma equipe da Universidade de Ciências Médicas de Irã, em Teerã, produziram resultados promissores. Foram administradas doses elevadas de extrato de Melissa officinalis folha para mais de 40 pacientes com doença de Alzheimer leve a moderada. Em comparação com aqueles que receberam um placebo, no final do estudo de quatro meses, eles mostraram melhorias marcadas na memória, atenção e resolução de problemas, e também sofreram menos agitação, diz Shahin Akhondzadeh, que liderou a equipe. Os efeitos foram comparáveis ​​aos de algumas drogas de Alzheimer licenciadas, diz ele. Os resultados aparecem no Journal of Neurology, Neurocirurgia e Psiquiatria. Um teste anterior sugeriu que o extrato de sálvia também ajudou, mas não foi tão efetivo quanto a Melissa officinalis

"Os resultados reforçam os resultados do nosso grupo de pesquisa", diz George Wake, do MPRC. Ele acredita que os compostos no extrato da Melissa officinalis pode funcionar imitando a ação da acetilcolina no cérebro.

Os testes foram pequenos, mas merecem mais investigação, diz Susanne Sorenson, chefe de pesquisa da Alzheimer's Society no Reino Unido. "Ainda há tão poucos tratamentos que é importante olhar para todas as opções", diz ela.

 

Melissa officinalis extrato tem um efeito terapêutico em pacientes com leve a moderada doença de Alzheimer.

Pubmed 12810768 Publicado 01 / 07/ 2003   Estudo Humano

 

O óleo de Melissa officinalis pode ser adequado para o tratamento tópico de infecções herpéticas.

Pubmed 18693101 Publicado 01/09/ 2008   Estudo In Vitro

 

Obs: há mais estudos como estes acima relacionados, mostrando a eficácia da Melissa na prevenção e no tratamento de diversas doenças e já estão disponíveis apenas para os alunos do curso de Fitoterapia online e dos colaboradores financeiros do site tiaxica.com
 

Ao clicar nos números grifados você será direcionado ao resumo da publicação científica.

 

Para fazer o chá usa-se 5 folhas para 2 xicaras de aguá, deixa ferver por 2 minutos. Deixa esfriar e toma-se durante o dia. Para ajudar na insônia, tome antes de deitar.

 

As plantas tem apenas um nome botânico e tem vários apelidos que cada região ou país dão a elas.

       Os apelidos das plantas mudam de região para região, por,  exemplo: o que algumas pessoas de outros estados do Brasil chamam de erva cidreira é o capim santo em outros.

      Uma mesma planta pode ter vários apelidos, por isso muito cuidado e nunca use uma planta orientando-se unicamente pelo "nome" popular.

 

Folha da melissa officinalis.

 

Prestem atenção na tonalidade da folha e no formato.

 

Lippia Alba chamada de erva cidreira

Folhas da Lipia Alba.

São plantas com caracteristicas, aromas e ação terapêuticas completamente diferente. A LIpia Alba que chamam de erva cidreira é visívelmente diferente em todos os aspectos, desde os formatos dos galhos até a aparência das folhas.

 

Não existe duas Melissas.

       O que existe são duas plantas que o povo chamam de Melissa. Botanicamente só existe a Melissa officinalis.

A (erva cidreira) que também chamam de Melissa tem o nome botânico de Lipia Alba.

Não devemos chamar de Melissa verdadeira, porque não existe a falsa Melissa.

Sempre que se referir a planta chame - a de Melissa Officinalis. Assim contribuirá para que as plantas tenham bons conceitos.

 

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