Tem medo de envelhecer?

Será que tem e ainda não se deu conta disso?

O stress realmente encurta a sua vida?

O que provoca o envelhecimento?

Podemos prevenir o envelhecimento?

Não há como escapar?

Pode o seu sistema imunológico ainda defender na idade?

Qual é o futuro da biologia da pesquisa do envelhecimento?

"Podemos manter a vitalidade e a boa aparencia até o fim da vida."

Felizmente, há muito a fazer para frear o declínio do organismo.

Pesquisa aponta que é possível interromper ou mesmo reverter o envelhecimento.

O que pode ajudar a reduzir alguns dos efeitos desagradáveis do envelhecimento?

Não conseguimos pará-lo nem fazê-lo voltar, mas podemos acelerá-lo ou desacelerá-lo.

Conheça os fatores que podem funcionar como freio ou acelerador do desgaste biológico.

O envelhecimento afeta a todos homem ou mulher, rico ou pobre, independentemente de onde vivemos.

É evidente que estas questões tem fascinado pesquisadores, médicos, antropólogos e o público em geral durante séculos.

Preocupa-se com o passar dos anos ou é adepta daquela frase de que somos como o vinho que quanto mais velho melhor?

 

É possível ter um envelhecimento saudável?

     Não só é possível, como hoje é nosso objetivo encontrar os caminhos que levam ao envelhecimento saudável. Na verdade, ele é produto de várias ações que culminam com a vida mais longa, mas em condições de boa saúde.

     Por mais natural que seja, o envelhecimento preocupa a todos nós, afinal, quanto mais velhos ficamos, mais os problemas em relação à saúde costumam aparecer e se intensificar. A preocupação com o envelhecimento é tamanha que é bastante comum as pessoas procurem dicas para um envelhecimento saudável.

    A realidade é que para manter a saúde e nosso corpo saudável depende quase que exclusivamente dos nossos cuidados. Claro que há fatores incontroláveis, mas se tomarmos certos cuidados ao longo da vida, com certeza vamos envelhecer com saúde!

 

   

 

Não é só a pele e o cabelo que envelhece.

“Teme a velhice, porque ela nunca vem só″ Platão no século IV a.C.

    Para muitas pessoas, o envelhecimento envolve o aparecimento de rugas ou a flacidez da pele e o branqueamento do cabelo, é claro que devemos nos preocupar com estas mudanças físicas.

Os nossos órgãos também envelhecem e sofrem degenerações.

    O tempo é inexorável e precisamos deter o desgaste que ele produz e não há nada mais angustiante do que considerar que cada segundo que passa corresponde a um segundo que não volta mais. Na proporção em que nossos tecidos são mais ou menos afetados, nossos órgãos começam a sofrer degenerações e nosso sistema imunológico declina.. O fato é que à medida que vamos envelhecendo  experimentamos vários problemas de saúde. À medida que ficamos mais velhos, o material genético dos 100 trilhões de células do nosso corpo fica prejudicado, resultando nos conhecidos sinais de envelhecimento, como flacidez, dor nas articulações, manchas senis, problemas de memória e enfraquecimento do sistema imunológico.

 

    Na luta contra o processo de envelhecimento está em causa, a Mãe Natureza que é sem dúvida a melhor fornecedora de recursos para ajudar nesse declínio. De fato, há novas descobertas científicas e relatórios de estudos mostrando a importância de consumir certos nutrientes e fitonutrientes naturais para prevenir várias doenças, melhorar a saúde geral e que ajudam a permanecer com mais vigor por um período mais longo.

    Se ignorarmos os recursos, que contam muito para se envelhecer bem, vamos acelerar o envelhecimento. A partir do momento que as pessoas entenderem que a sua vida é única, elas vão buscar meios que possam proporcionar um envelhecimento saudável, as doenças deixarão de ser impositivas como vimos na ronda que fizemos.

A realidade mostra que antes de tudo é preciso não ter medo de envelhecer.

    Mas devemos nos preocupar com o envelhecimento quando ainda somos jovens, pois se na etapa inicial da vida fizermos escolhas inadequadas seguramente pagaremos o preço por isto mais cedo ou mais tarde. Se por outro lado fizermos boas escolhas,  colheremos os bons frutos dessas escolhas.  Na procura pelo envelhecimento saudável temos que nos valer de recursos que proporcione isso.

 

Vai viver muitos anos?

    Não esta nas linhas das palmas das mãos.  Se pretende saber se vai ou não viver muitos anos, saiba que há coisas que fazemos que podem tirar anos de vida, bem como há aquelas que podem ajudar a ganhar alguns anos a mais.

Devemos colocar rédeas no  envelhecimento e forçá-lo a descelerar, ou deixar que acelere a galope?. . . . .

 

Nossa! 35, 40, 45, 50, 60, 65 .... passou voando. 

   Quando chega a adolescência, não vêmos a hora de chegar aos 18 anos. É pouco, queremos a maioridade, enfim os 21 chegou.

     Aos 25 começamos compreender melhor as coisas. Nem percebemos e já chegamos aos 30. Opa! chegou os 40, como passou rápido, nos olhamos no espelho e percebemos mudanças, algumas rugas e muitas linhas de expressão já apareceram e até os cabelos já estão ficando brancos. O corpo também já não é mais o mesmo, nessa fase até achamos normal essas pequenas alterações.

.... como passou depressa. 

   Nesse instante nos surpreendemos com tantas mudanças físicas e perguntamos por que será que passamos por tantas modificações, temos que perder o vigor da juventude, para conviver com o cansaço do corpo, então paramos e pensamos porque envelhecemos?

   O envelhecer saudável deve ser uma meta não só por saber que o corpo passará por mudanças físicas e restritivas, e sim pelas consequências que o envelhecimento traz, as diversas enfermidades.

 

Envelhecer sem ficar velho  

É preciso se preparar para ser idoso e não velho, e envelhecer sem ficar velho.

   A maioria das pessoas menospreza o envelhecimento, esquece que vai envelhecer e só começa a se cuidar quando se dá conta de que o corpo não é mais o mesmo.

  Sabemos que o envelhecimento é um processo inevitável pelo qual todos nós passaremos. Todos vão envelhecer isso é fato, até porque a fonte da eterna jovialidade é apenas um mito e ainda não inventaram uma fórmula que nos mantenha eternamente jovens.

   Você sabia que seu envelhecimento pode ser acelerado por causa das más escolhas alimentares, o que inclui abusar dos produtos industrializados, ricos em conservantes, corantes, aditivos químicos, açúcar e gordura e pobres em vitaminas e minerais.

   Na vida moderna são adquiridos diversos hábitos que contribuem para o envelhecimento precoce: uma alimentação rica em radicais livres, em gordura saturada, excesso de bebida alcoólica, fumo, excesso de sol e estresse..

 

Chegar aos 100 anos com saúde é um sonho possível.

    Atrasar os ponteiros do relógio biológico deixou de ser fantasia das histórias de ficção científica. Existe uma controvérsia na  determinação da genética como fator mais importante de que adiante uma boa genética, se ignorarmos outros fatores: o estilo de vida ou o ambiente em que se vive?

Longevidade

   Apesar de ser um fato raro no Brasil, o ser humano é capaz de chegar aos 100 anos.

Hoje, o relógio biológico da espécie humana já atinge entre 90 e 95 anos; estes valores são aceitos por vários estudiosos no assunto, mas nas próximas décadas é possível que o relógio biológico se amplie, alcançando de 120 a 130 anos. O desafio é permitir ao ser humano alcançar os 120 a 130 anos de forma independente, livre de doenças, com a expectativa de vida atingindo o limite biológico máximo.

A expectativa de vida "geneticamente programada" do ser humano é de 120 anos. Mas a maioria das pessoas não chega perto dessa marca por não tomar atitudes que evitem ou reparem os danos celulares, sobretudo, após os 30 anos, quando o controle desses danos deveria ser acentuado. É claro que a vida não pode durar além do “limite geneticamente programado”, mas os efeitos cumulativos de uma vida com danos celulares excessivos podem encurtá-la.

Ainda que seja impossível garantir que alguém chegue a uma idade de 100 ou 120, você pode encontrar a chave para envelhecer bem, com qualidade e, principalmente, de bem com a vida. Desenvolver estratégias que visem levar a vida para o limiar mais próximo possível do limite máximo da espécie humana é fundamental. Para isso ha uma necessidade  de  se explorar novas fontes, com base em meios já bem estudados e que estão bem mais próximas de se tornarem realidade.

 

    A longevidade com saúde é o sonho acalentado de cada ser humano. Mesmo se a longevidade fosse determinada pela hereditariedade, o estilo de vida saudável definitivamente desempenha um papel muito maior na concretização deste objetivo.

     Enquanto buscava pela fonte da juventude contínua, pesquisadores podem ter encontrado a "fonte de envelhecimento" do corpo. Encontrar onde se desencadeia o envelhecimento é importante, porque esta descoberta abre o caminho para uso de estratégias para combater as doenças relacionadas com a idade ou simplesmente para prolongar a vida útil dos nossos órgãos.

 

O envelhecimento não é uma doença, mas as doenças o acelera.

     A boa saúde acrescenta vida aos anos e anos de vida. A boa saúde ao longo da vida pode ajudar ter uma vida plena na velhice. O envelhecimento é um processo progressivo de declínio das capacidades física e mental, assim como o aparecimento de doenças crônicas. As pessoas idosas tendem a apresentar mais de uma doença concomitantemente, sendo que uma pode exercer influência sobre a outra.

    Há pessoas com envelhecimento mais veloz e logo apresentam uma saúde periclitante, com um físico debilitado, declínio cognitivo, doenças cardiovasculares, metabólicas, renais, pulmonares e de degeneração. 

  

 

O que conta mais para a longevidade: genética ou estilo de vida?

    A rapidez com que envelhecemos é, em parte, influenciada por nossa genética. Embora desempenhe um papel importante no envelhecer, os fatores ambientais desempenham um papel ainda maior. O estilo de vida que levamos também é um fator muito determinante mais importante para envelhecer com saúde do que qualquer outro.

   A Universidade de Harvard publicou um trabalho do Dr. Steve Perls que diz que todos podem potencialmente chegar aos 85 anos se tiverem cuidado com a saúde, porém só chega aos 100 anos quem tem uma boa genética.

 

Será que a boa genética é tudo?

   Outros cientistas já perceberam que não. Existe um consenso entre eles de que o peso da genética na longevidade é de 25%, ou seja, apenas um terço pode ser atribuído à predisposição genética. Quanto a isso, somos impotentes. Mas os outros 75% da aceleração no envelhecimento são de responsabilidade da pessoa. Isso significa que os 75% restantes dependem do estilo de vida.

   A longevidade do ser humano está estreitamente ligada aos fatores: alimentação, exercício físico, psicológico, ambiente e genética. Já o envelhecimento saudável está ligado a muitos fatores evitáveis, como alimentação errada, vida sedentária, fumo e comportamento de risco.

    Enquanto fixamos que são os genes que ajudam a determinar tudo, desde a nossa altura, a cor do olho e se temos risco de doença cardíaca, estamos a cometer um grande erro se assumirmos que não podemos influenciar esses genes - especialmente quando se trata do envelhecimento.

 

     O envelhecimento saudável é uma escolha.

Não temos que envelhecer como nossos pais. Embora eu tivesse essa convicção ha muito tempo, não fazia ideia de que ela estava destinada a se tornar a palavra de ordem de uma nova geração de adultos - uma geração de homens e mulheres motivados e dispostos a otimizar a saúde e o bem-estar enquanto for humanamente possível.

A ciência está descobrindo os processos biológicos que controlam como e por que envelhecemos e a forma como fazemos, acumulando evidências de que até mesmo os nossos genes podem trabalhar a nosso favor - ou, pelo menos, fazer-nos menos danos..

       É certo que não se pode evitar o envelhecimento, mas podemos prolongar a vida e interferir na maneira como envelhecemos, contribuindo para ampliar a expectativa de vida. Mas, existem sim atitudes e hábitos de vida que devemos adotar o mais cedo possível a fim de retardar e/ou amenizar os efeitos do envelhecimento. É possível corrigir o dano sofrido pelas células, assim como é possível evitar ou reverter as doenças associadas à idade - não com remédios caros ou intervenções de alta tecnologia, mas com boa alimentação, chás medicinais, suplementos naturais, exercícios e redução do stress.

 

   Uma maneira de alterar o processo de envelhecimento, além de fazer alterações no estilo e hábitos de vida é repor no organismo aquilo que, com o tempo, ele deixou de produzir, bem como eliminar o que foi acumulado indevidamente.

   Nos alimentos e nas ervas medicinais, por exemplo, encontramos fitonutrientes para formação de músculos, melhoria da função cerebral, redução de rugas, fortalecimento do coração, proteção dos ossos, reforço imunológico e combate às inflamações.

 

Pare de envelhecer e revitalize sua vida

   Não é preciso travar uma batalha contra a certidão de nascimento, é só seguir um programa para evitar o envelhecimento precoce.

    A principal preocupação não deve ser apenas a idade cronológica - que está na certidão de nascimento - mas sim a biológica, que é a soma de todas as alterações que ocorrem durante a vida.

    Na proporção em que nosso organismo é mais ou menos afetado, nossos órgãos começam a degenerar e nosso sistema imunológico declina. O envelhecimento biológico varia de pessoa para pessoa, mas há muito o que fazer ou deixar de fazer para retardar esse processo de envelhecimento.

 

  Pelo que sabemos nunca é cedo demais para tomar cuidados com o envelhecimento.

     Qualquer hora é hora de dar início a um projeto de envelhecimento saudável. A prevenção e um estilo de vida saudável são os melhores passaportes para uma boa saúde em qualquer idade. A boa notícia é que, quanto mais um indivíduo se cuida ao longo da vida, menor a chance de esses males o atacarem na velhice. Descobrir quais os fatores genéticos, ambientais e comportamentais contribuem para evitar a degeneração dos nossos órgãos é importante. O corpo humano é como uma máquina e tal como ela, precisa que seja usado para apertar alguns parafusos que os maus hábitos e o sedentarismo deixou afrouxar, e necessita do combustível adequado para fazer cada engrenagem funcionar.

 

Se vire nos trinta

Há quem diga que é a idade que nos faz cair na real! Eu acredito!

   É hora de colocar o pé no freio e cuidar da saúde. Impor hábitos saudáveis, ir ao médico (não só quando precisar), a saúde deve estar em primeiro lugar! São muitos cuidados que devemos tomar para manter a saúde em dia. Ter e manter hábitos saudáveis pode salvar nossa vida.

Prevenir é sempre melhor que remediar.

    A importância da prevenção, independente da idade é essencial. A partir dos 30 anos já é recomendável se preparar para as mudanças necessárias para enfrentar a nova etapa da vida de bem consigo mesmo, entrar nessa idade saudável. Se as pessoas conhecerem esse processo de transformação, as doenças irão diminuir, porque a partir deste conhecimento é possível começar a aceitar que estão entrando em um período de modificação.. Quando nos preparamos para encarar essa nova fase da vida, com certeza vivemos bem e mais a terceira idade.

A partir dos trinta anos, o metabolismo fica mais lento, a capacidade pulmonar diminui, coração e vasos sanguíneos perdem elasticidade.

   Aos 30 anos, o ser humano está no auge de suas funções mentais, físicas e sexuais. Mas, no nível das células, o envelhecimento já está começando a se instalar. Nessa fase, as células cutâneas começam a multiplicar-se de forma mais lenta, o que se reflete na saúde da pele. As primeiras marcas visíveis, as rugas, começam a surgir, conferindo um aspecto mais pesado ao rosto.

    Não é aos 40 ou 50 anos que você deve se preocupar com o envelhecer, pois esta prevenção deve começar a ser feita muito antes. Se começar a aplicar-se somente nesta fase da sua vida pode recolher alguns benefícios, embora não os alcance na sua totalidade. Para conseguir retardar o envelhecimento é necessário possuir uma filosofia específica de vida, na qual os excessos não sejam permitidos, e onde as gorduras, vícios, e excesso de sol são banidos quase na sua totalidade.

Se existem algumas coisas que devem ser banidas para garantir uma prevenção das doenças que vem com o envelhecer, outras porém devem ser acrescentadas sagradamente no cardápio diário.

 

 Você ainda não tem 40 anos?

   Então, se prepare é "'inevitável'' irmos perdendo algumas capacidades à medida que os anos passam. Vamo-nos dando conta disso em pequenas coisas, sobretudo quando nos aproximamos dos 40 anos. Nesta idade, o corpo começa a dar sinais sutis de que os tempos áureos não são os mesmos. Por conta disso aos 40 anos, temos de nos preocupar muito mais com a saúde.

  Cada parte do corpo tem seu ritmo de envelhecimento. Os órgãos dos sentidos envelhecem gradualmente a partir dos 40 anos, idade em que também têm início outras alterações no corpo. Parkinson, Alzheimer e câncer, entre outras, são doenças associadas à idade avançada..

 

 O tempo e as suas consequências.

Fiz uma ronda pelos problemas aos quais estaremos mais suscetíveis, que nos afetaram nas várias etapas da vida, mas sobretudo afetam nos mais em certas faixas etárias. Explorei as alterações que as funcionalidades dos órgãos sofrem com o passar dos anos no processo do envelhecimento.

 

Com o envelhecimento, prevalecem as doenças degenerativas.

   Praticamente todas as pessoas as desenvolvem à medida que envelhecem, porém envelhecer não é a única causa delas.  Alguns problemas são acelerados com o passar dos anos, trazendo mudanças, e têm grande impacto no envelhecimento. Com ele, ocorrem alterações de vários aspectos, perceptíveis do organismo. Muitas pessoas aceitam como normal e não fazem qualquer esforço para esconder os sinais de envelhecimento ou adotam qualquer ação para inibi-los.

 

Com o envelhecimento, algumas doenças chegam.

 O envelhecimento é um processo fisiológico que se acelera patologicamente. A bioquímica e a fisiologia alteradas levam à patologia, portanto, das atenção e buscar os meios que mantenha ou restaure as funções biológias e fisiológicas de nossas células e de nossos órgão é determinante no processo do envelhecimento. A inflamação crônica, por exemplo, acelera o envelhecimento, da neurodegeneração à degeneração endotelial.

Independentemente dos fatores, o descontentamento pelo surgimento de alguns males e doenças é de consenso comum: a artroses, artrite, a osteoporose que afetam diretamente a saúde são incapacitantes, vão causar envelhecimento precoce, mostrar a idade, ou acelerar a idade cronológica, denunciando a ação dos anos.

  Espondilose da coluna dorsal, alterações osteodegenerativas da coluna torácica, e dorsal, espondiloartrose torácica, redução, espessamento, calcificações, degenerações e deformações.

   Alongamento aórtico, placas de ateroma, estenoses, fibroses, área cardíaca aumentada, calcificações de artérias, de vasos e de válvulas, ateromas (ateromatose) de artérias cardíacas, artérias cerebrais, artérias renais, artérias abdominal, artérias pulmonares ou artérias carótidas.

    Essas condições clínicas relacionadas acima passarão a constar nos exames das pessoas a partir de certas faixas etárias. Podemos dizer, portanto, que algumas doenças é como cabelo branco, quanto mais a pessoa envelhece, maior é a chance de tê-las. Com o envelhecer, vários problemas de saúde começam a aparecer, e a pessoa pode começar a apresentar um ou vários desses problemas. Praticamente todas as pessoas os desenvolvem à medida que envelhecem, porém envelhecer não é a única causa deles. Todos esses problemas são acelerados com passar dos anos, trazendo mais riscos a vida dos acometidos deles. São efeitos negativos do envelhecimento, mas podem ser retardados o seu aparecimento se os fatores ocasionadores deles forem prevenidos.

Primeiramente, é preciso conhecer todos os fatores que promovem e aceleram essas doenças. Existem formas de prevenir, desacelerar ou frear os seus avanços e até de consertar alguns danos.

 

Ossos e articulações tornam-se mais frágeis, o que compromete a mobilidade e o bem-estar.

    O que torna esse processo um fardo para muitos é o medo das limitações impostas pelas perdas do organismo. De fato, quanto mais vivemos, maiores desgastes físicos impomos às nossas estruturas orgânicas. As áreas mais afetadas vão depender de como a pessoa viveu ao longo do tempo.

Mas esta realidade é importante porque à medida que o corpo envelhece, começa-se a notar alterações nos músculos e nas articulações e um declínio na sensação de "força" física.  A capacidade regenerativa, no entanto, começam a diminuir com a idade.

   Um dos resultados mais claros do processo de envelhecimento é a diminuição da habilidade motora. Há também uma diminuição na massa muscular e densidade óssea, chegando a uma perda de 30 a 40% da massa muscular em pessoas sedentárias, por volta dos setenta a oitenta anos.

Quanto mais flexível você for fisicamente, menos será incomodado pelas dores e sofrimentos rotineiros da velhice e diminuirá as chances de se machucar seriamente se cair. Há uma qualidade análoga à flexibilidade física que é a flexibilidade mental, que pode protegê-lo de perder o equilíbrio com as mudanças que a idade traz.

   Queixa muito comum da pessoa que envelhece é a restrição para realizar determinadas coisas. Subir um degrau, o degrau do ônibus, por exemplo, é um desafio ergonômico, tanto do ponto de vista de amplitude de movimentos quanto de força de impulsão. É fácil demonstrar, mesmo no dia a dia, que para realizar atos corriqueiros fazem falta a força de contração muscular e amplitude articular.

    A pessoa que tem dificuldade para se levantar do assento, ou levantar os braços acima da cabeça, ou andar alguns metros, não tem simplesmente idade mais avançada, mas um quadro que está agravado pela falta de treinamento muscular. Os exercícios físicos promovem benefícios em pouco tempo. Algumas semanas depois de ter começado a praticá-los a pessoa percebe que já melhora.

 

A atrofia é predominante nessa faixa etária, se relacionam à perda da força muscular interferindo no andar. Já os níveis de flexibilidade reduzem a partir de cinquenta anos. Na verdade, os músculos continuam respondendo com hipertrofia independentemente da idade que a pessoa tenha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chegou a era do Condor

Dor aqui, ali e acolá

   Dói-me aqui, me dói ali, dói acolá. Me dói tudo que acho inté que não vou mais aguentá e sem hora marcada, às vezes a danada da dor nos acorda só para atormentá. Dói as nossas juntas e, se juntar à idade, piora muito mais....

    À medida que as pessoas envelhecem, elas tendem a ter desgastes e inflamação leve ou crônica. Dor é uma sensação desagradável, que varia desde desconforto leve a excruciante. Você provavelmente já teve uma dor em um momento ou outro. Talvez você teve uma dor de cabeça ou contusão que não durou muito tempo. Mas, muitas pessoas idosas têm dor contínua. Elas tem tipos diferentes de dor. O envelhecimento favorece muitos tipos de dores.

 

 

Podemos prevenir e retardar a chegada de doenças que causam dores.

 Existe uma enorme diversidade de Fitossubstâncias que tem potencial regenerador e restaurador e podem ser transformados em recursos para combater a dor.

 A dor é muito comum em idosos.

   A prevalência de dor aumenta com a idade. A dor em idosos está sendo sub avaliada e sub-tratada. A uma multiplicidade de etiologias dolorosas na mesma pessoa em ligação com as várias doenças e possíveis mecanismos de emaranhamento doloroso. Um dos motivos de queixa mais frequente nos idosos são as limitações articulares associadas à dor nas articulações, que se confundem e são conhecidas popularmente como reumatismo. Em geral, o reumatismo no idoso corresponde às doenças osteoartrose e osteoartrite, responsáveis pelas dores nos joelhos, quadril, tornozelos, mãos, ombros, costas e na coluna cervical.

     O reumatismo tem como característica a degeneração, a perda da mobilidade articular sem que haja um processo inflamatório propriamente dito, razão pela qual o uso indiscriminado de medicamentos anti-inflamatórios pode prejudicar em vez de ajudar. Se por um lado trazem alívio imediato, por outro provocam efeitos adversos muito mais graves do que a própria doença.

 

 

 

    Há muitos mitos sobre envelhecimento e dor.

Por exemplo, muitas pessoas (incluindo profissionais de saúde) podem dizer que a "dor é uma parte natural do envelhecimento. Esta colocação é falsa. A dor não é uma consequência da idade. Ela ocorre mais frequentemente em pessoas idosas porque as doenças que causam dor ou lesões são mais comuns nessas pessoas. Se acreditamos que a dor é uma parte natural do envelhecimento, a dor será mal tratada e receberá apenas tratamento paliativo.

O que o exercício físico faz em termos de melhora dos sintomas.

     Primeiro, na quase totalidade dos casos, quando realizado na juventude ou na idade adulta, impede a instalação de vícios posturais ou de uso mal uso das articulações que levarão ao agravamento da doença no futuro.

   Segundo, aumenta a competência e o vigor muscular, o trofismo muscular, o que impede a manifestação da dor, mesmo se uma doença tenha se estabelecido em determinada articulação. Em todas as pessoas que sentem dores localizadas, quando fazem exercícios que promovem a massa muscular ao redor da articulação comprometida, desenvolvem uma estabilidade nessa articulação que lhes permite usá-la sem dor. Portanto, a terapêutica pelo exercício, seja pela fisioterapia, seja pela atividade física, caminhada, depois que a dor passou, é benéfica tanto para tratamento como para prevenção de dores futuras.

As partes do corpo que se mantêm ativas desgastam e envelhecem mais lentamente e com saúde, enquanto as inúteis ficam doentes e envelhecem e desgastam precocemente

 

Deficiências no tratamento da dor dos idosos

   Por causa de alguns dos mitos propagados, existem deficiências na avaliação e tratamento da dor dos idosos. As pessoas idosas estão sub-representadas em clínicas especializadas no tratamento da dor.

A dor é uma emergência em geriatria porque provoca anorexia, desnutrição, distúrbios do sono, depressão, perda de independência. Preservar o máximo de autonomia e qualidade de vida deve permanecer uma prioridade.

   Aliviar a dor dos idosos é essencial, pois o controle da dor aumenta a autonomia. Idosos podem se mover novamente, cuidar de si mesma e se comunicar com a família ou amigos ao redor. Por exemplo, uma pessoa que sofre de dor crônica pode parar de fazer sua caminhada, uma vez que deixa de fazer, se deteriora ainda mais.

 

A Estenose do canal lombar é uma doença escondida nos sinais da velhice.

É uma doença que é frequentemente confundida com os sinais do envelhecimento, uma vez que são as pessoas idosas as mais afetadas. A estenose do canal lombar cria uma dificuldade progressiva no andar, dores e falta de força nos membros inferiores. A marcha fica cada vez mais lenta. Muitos dos doentes conformam-se pensando ser parte da velhice.

   Estima-se que a doença afete cerca de 10% da população, mas mais de 20% na faixa etária acima dos 65 anos. A coluna é uma estrutura móvel sujeita a um processo degenerativo, mais rápido ou lento dependendo do estilo de vida da pessoa. O desgaste progressivo das vértebras e dos discos da coluna origina a estenose lombar – o estreitamento do canal central da coluna vertebral e dos canais por onde saem as raízes nervosas.

A doença aparece nas idades mais avançadas. A grande maioria das pessoas afetadas por este problema não são diagnosticadas. Muitas vezes as queixas não são consideradas, e com o tempo a pessoa apercebe-se de que tem de sentar-se para descansar e só depois consegue andar mais um pouco.

Atividade física e massagens tornam-se necessária para a descompressão das estruturas nervosas e geralmente traduz-se numa melhoria da qualidade de vida da pessoa.

Atividade física é qualquer movimento corporal produzido pela musculatura. Exemplos: caminhar para se deslocar de um lugar a outro, passear com o cachorro, subir escadas, dançar, cuidar do jardim, entre outros.

Exercício físico é uma forma de atividade física planejada, repetitiva, com orientação profissional, que visa desenvolver a resistência física. Exemplos: natação, musculação, entre outros. Fortalece as articulações, a musculatura e os ossos.

 

Perda de massa muscular 

Com o passar dos anos, os músculos vão literalmente minguando.

 

   A maioria das pessoas desenvolvem problemas de audição à medida que envelhecem. A perda de audição é comum á partir de certas faixas etárias. Conforme você envelhece, a sua audição pode mudar, tornando difícil de perceber até pequenos ruídos.

 

Sem contar que pode ocorrer os zumbidos.

O que eu posso fazer para evitar ou retardar problemas de audição?

Hoje, existem muitas maneiras de melhorar a audição por meio de recursos naturais.

 

 

 

Todo pessoa vai sofrer perda de audição com a idade?

       A perda auditiva pode ocorrer com a idade, mas nem todas as pessoas sofrerão perdas com o envelhecer. Com o processo de envelhecimento do organismo observa-se uma diminuição de proteínas e alterações químicas, circulatórias, etc. O ouvido pode apresentar degeneração de plexos nervosos, de células sensitivas e da circulação interna levando a perdas auditivas de variados graus e de manifestações diversas, às vezes acompanhadas de vertigens ou zumbido. Algumas doenças sistêmicas interferem na audição como, por exemplo, hipertensão, diabetes, colesterol alto, alguns tipos de reumatismo, doenças cardíacas, doenças pulmonares crônicas, principalmente se não for seguido tratamento adequado e feitas revisões periódicas com o médico para acompanhar evolução.

      O envelhecimento cerebral também pode interferir na compreensão, na inteligibilidade da fala. É comum a queixa ”ouço mas não entendo”. Alguns fatores estão relacionados com a maior probabilidade de perda auditiva com a idade, onde já se observa sinais de perda auditiva a partir dos 40 anos. Hábitos como tabagismo, vida estressante e sedentária, exposição crônica a ruído sem proteção adequada.

      É importante que seja feito o diagnóstico de perda auditiva no idoso. Um exame simples de audiometria já demonstra o grau da perda e se ela predomina em agudos ou graves, o que pode implicar na dificuldade maior ou menor em determinados ambientes em que haja competição sonora ou barulhos que podem irritar ou provocar dor no ouvido.

      O tratamento varia de pessoa para pessoa, podendo consistir de medicações para melhorar circulação do ouvido, controle de doenças sistêmicas. Vale a pena salientar a necessidade de revisões periódicas com o otorrinolaringologista no caso do uso de aparelhos auditivos.

 

Sua visão pode mudar à medida que você envelhece.

Restaurar e manter uma boa visão e saúde ocular naturalmente.

    O primeiro sinal de envelhecimento talvez seja quando o olho não consegue focalizar com facilidade objetos próximos (presbiopia).  Frequentemente, em torno dos quarenta anos de idade, muitas pessoas não conseguem ler sem usar óculos. A audição também altera com a idade.

    Os olhos dão sinais de cansaço, a massa muscular começa a diminui e as nossas defesas enfraquecem. Um certo número de condições de saúde podem levar a uma má visão ocular, incluindo miopia, hipermetropia, degeneração macular, a presbiopia, glaucoma, astigmatismo e catarata. À medida que envelhecemos, nos tornamos cada vez mais suscetíveis a muitos desses problemas. No entanto, ao contrário do dogma tradicional popular, tais condições podem ser prevenidas e muitas vezes invertida com sucesso. Embora a maioria dos problemas oculares são normalmente associados com defeitos oculares ou idade, problemas com foco em objetos distantes, bem como perto também pode ser devido a maus hábitos que causam a perda de elasticidade olho. O músculo com foco no olho tende a perder a flexibilidade com a idade.

    Presbiopia - A chamada 'vista cansada' começa a partir dos 40 anos. Dá dor de cabeça e dificuldade em ver ao perto, porque o cristalino fica menos elástico com a idade e os músculos oculares perdem flexibilidade.

    A solução - Não existe uma cirurgia que a corrija de forma permanente. As intervenções (presbylasik e introdução de lente intraocular) ainda não dão garantias. Uma alimentação rica em alguns nutrientes colaboram para retardar.  Suplementos compostos de algumas fitossubstâncias promovem benefícios em várias doenças oculares.

 

O papel da alimentação na Boa Visão

   Em 2009, um estudo publicado em Opthamology descobriram que uma alimentação adequada, especialmente de baixo índice glicêmico, pode ser muito útil na prevenção da degeneração macular relacionada à idade (AMD) e outras doenças que diminui a visão. Os nutrientes que fazem mais proteção para os olhos são: as vitaminas C e E, zinco, luteína, zeaxantina, e os ácidos graxos ômega-3, conhecidos como DHA e EPA. Ambos são vitaminas, minerais e fitonutrientes que muitas vezes não existem na maioria das alimentações.

 

      Mesmo se houver uma forte tendência para a ocorrência de problemas cardíacos na família, a doença cardíaca pode ser evitada através de vários meios.

O coração é um órgão com um mecanismo maravilhoso que, na maior parte sem reparos, dará serviço de bombeamento valente até cem anos.

O sistema cardiovascular já sofre uma significativa redução de sua capacidade funcional a partir dos quarenta anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A idade pode causar outras alterações para o coração.

   O efeito cumulativo de todas as alterações relacionadas com a idade pode ser resumida a isto: a capacidade dos vasos sanguíneos para expandir e contrair diminui e as paredes arteriais engrossam. Os mais graves efeitos do envelhecimento são sobre os vasos sanguíneos, facilita a aterosclerose, a hipertensão, e outros processos para fazer os danos e, por sua vez, tem um efeito maior sobre envelhecimento nos vasos.

    Os vasos sanguíneos podem tornar-se mais rígidos, e algumas partes da parede do coração vão engrossar. Suas válvulas  que abrem e fecham para controlar o fluxo de sangue dentro do seu coração pode tornar-se mais espessa, rígida e calcificada. Um problema relacionado ao envelhecimento é o endurecimento das artérias. O tamanho do coração pode aumentar.

Mas, mesmo assim, levando um estilo de vida saudável para o coração pode ajudar a evitar ou retardar a esses acontecimentos.

A idade é o principal fator de risco para a doença cardiovascular.

  A incidência de doença cardíaca e acidente vascular cerebral sobe abruptamente depois de 60 anos, sendo responsável por mais de 40 por cento de todas as mortes entre as pessoas de 65 a 74 anos e quase 60 por cento nos idosos acima de 85 anos. Pessoas de 65 anos ou mais velhos são muito mais propensos do que as pessoas mais jovens a sofrer um ataque cardíaco e de ter um acidente vascular cerebral, ou desenvolver doenças coronárias e hipertensão arterial, levando à insuficiência cardíaca. A doença cardiovascular é, por conseguinte, uma das principais causas de deficiência, limitando a atividade e a minar a qualidade de vida de milhões de pessoas a cada ano.

 

    Muitas são as intervenções que podem retardar ou prevenir o aparecimento de doenças cardiovasculares em pessoas de idade. Todos  podem tomar medidas adequadas para manter seu sistema cardiovascular mais saudável o maior tempo possível.

 De fato, estudos contundentes sugerem que uma boa nutrição e a ingestão de algumas Fitossubstâncias podem retardar o envelhecimento dos vasos sanguíneos, mesmo em pessoas que são geneticamente de risco.

A regeneração das células  cardíacas.

    Não muito tempo atrás, acreditava-se que o tecido cardíaco era incapaz de se regenerar. Mas a pesquisa experimental  mostra que há compostos conhecidos como substâncias neocardiogênicas que são capazes de estimular a formação de células cardíacas. Leia mais em  

 

     Desembaraçar os efeitos da idade, das doenças e do estilo de vida é um tema que aparece de novo em estudos modernos do envelhecimento.

     Envelhecimento pode causar alterações no coração e dos vasos sanguíneos. Muitos dos problemas que as pessoas mais velhas têm no coração e vasos sanguíneos são causados por uma doença e não pelo envelhecimento. Mas, as mudanças que acontecem com a idade pode aumentar o risco de uma pessoa de doença cardíaca.

 A boa notícia é que existem coisas que você pode fazer para retardar, evitar ou reverter o seu risco.

 

 O que posso fazer para prevenir doenças cardíacas?

     Há uma série de passos que você pode tomar para manter seu coração saudável. Para entender por que o envelhecimento está tão intimamente ligado as doenças cardiovasculares, e, finalmente, compreender as causas e desenvolver curas para estas doenças, é essencial entender o que acontece no coração e nas artérias durante o envelhecimento. Esse entendimento tem avançado consideravelmente nos últimos 30 anos.

   Hoje, mais do que nunca, pesquisadores entendem o que faz com que os vasos sanguíneos e coração sofram alterações com a idade e como este processo interage com mudanças relacionadas à doença cardiovascular. Além disso, os fatores de risco na idade que faz aumentar as probabilidades de uma pessoa vir a desenvolver doenças cardiovasculares, bem como outras doenças.

    Enquanto muitos mistérios do coração e artérias permanecem sem solução, pesquisadores descobriram muito sobre como evitar ou adiar a doença cardíaca com envelhecimento. Leia mais em  

 

   A aterosclerose é muitas vezes referida como a arteriosclerose ou o endurecimento das artérias e é agora uma das principais causas de morte!

Esta foto ilustrativa mostra a artéria sendo obstruída pelas placas de ateroma e cálcio.

 

 

 

 

Como a aterosclerose pode ser evitada?

    A aterosclerose pode ser tratada com dificuldade. Mas você pode prevenir a arteriosclerose. A prevenção da aterosclerose podem ser feitas com certas medidas naturais. Há alimentos e ervas que tem um efeito tão positivo em suas artérias, de modo que a aterosclerose não seja gerada e será varrida do interior de suas artérias.

    Todos nós queremos viver uma vida longa, mas para viver mais temos que evitar o entupimento das artérias. Na realidade, a melhor forma de varrer os entulhos das artérias é usar uns chás medicinais, comer mais legumes e frutas.

As fitossubstâncias das ervas e das plantas alimentares e condimentares vão varrer as substâncias nocivas que acumulam nas artérias.

 

      Os depósitos, chamados de placas ateroscleróticas, endurecem ao longo do tempo e assumem uma consistência de cimento. As artérias perdem a sua flexibilidade e tornar-se cada vez mais próxima, após o que a oxigenação do corpo é cada vez mais restrito. Ao mesmo tempo, o risco para o aumento da trombose , angina de peito, acidente vascular cerebral e ataques cardíacos.

 

 

 

 

 

 

 

 

     À medida que envelhecemos, os depósitos de cálcio tendem a se acumular em nossos tecidos moles, como as artérias. A calcificação pode levar ao desenvolvimento de isquemia do miocárdio, enfarte do miocárdio, a função miocárdica diminuída, insuficiência cardíaca congestiva, insuficiência das válvulas cardíacas e arritmias cardíacas.

      A Calcificação da artéria coronária é comum, é grave e está significativamente associado com doença isquêmica cardiovascular em pacientes com doença renal em pessoas idosas. A quantidade de cálcio nas artérias coronárias prediz confiavelmente o risco de ataque cardíaco.  O cálcio se acumula de forma constante na placa e sua presença é verificável através de exame microscópico desde os primeiros estágios da formação doença.

     Ter um acúmulo de placas de cálcio nas artérias significa aumento do risco de ataques cardíacos e morte por doença cardíaca de acordo com as conclusões do estudo Multi-Ethnic de Aterosclerose (MESA) financiados pelo National Heart, Lung, and Blood Institute. Dr. James Howenstein diz "calcificação em tecidos celulares é um sinal de danos nos tecidos, envelhecimento celular e morte celular eminente. Leia mais em  

 

    A principal forma de prevenir doenças cardíacas é através de um estilo de vida saudável e uma dieta saudável e deve ser o foco principal da luta contra a doença cardíaca e a suplementação com fitonutriente deve ser utilizado para complementar a ação.

    O dano cardíaco pode ser reparado e os níveis de colesterol reduzidos quando os remédios à base de plantas são utilizados em conjunção com outros métodos nutricionais. Leia mais em  

 

     Os médicos dizem que a doença cardiovascular não pode ser curada, mas pode ser controlada, principalmente com medicamentos como as estatinas. Da mesma forma eles também gostariam de nos fazer acreditar que a melhor maneira de prevenir problemas cardiovasculares é através do uso de estatinas e aspirina por dia, juntamente evitando o excesso de peso.

     Em certo sentido, os médicos estão certos - doença cardiovascular não pode ser curada pela medicina tradicional. No entanto, a doença cardiovascular pode ser curada e prevenida por uma boa alimentação e pelo uso de ervas medicinais. A doença cardíaca é em grande parte, causada por alimentação inadequada e deficiências de fitonutrientes importantes e outros compostos essenciais necessários para a saúde cardiovascular.

 

Não importa a sua idade, você pode continuar a desfrutar de boa saúde e um estilo de vida ativo.

Como você pode impedir a retração mental que começa em meados de idade?

Reduzir o declínio mental que começa em meados de idade, fazendo mudanças moderadas em sua alimentação e estilo de vida.

 

 

 

 

 

 

 

 

Mantenha a cabeça

   Associado ao envelhecimento vem a perda de: força física, flexibilidade, a memória ...

Muitas destas perdas parece não preocupa tanto, mas perder a cabeça ou melhor a memória!

  Esteja ciente que tomar medidas de acordo com a nossa vontade, ter um pensamento claro e a fala, saber quem é, onde esta e como são as coisas que fazem parte da nossa identidade precisam ser mantidos.

    Uma pesquisa foi realizada em 13 mil pessoas de 65 anos ou mais, pela Universidade de Anglia, na Grã-Bretanha, entre 1991 e 1993 envolvendo medicamentos vendidos sob receita médica ou outros que dispensavam a apresentação de receita.

      O estudo se centrou nos efeitos colaterais de remédios muito usado por idosos que afetam uma substância química chamada acetilcolina, produzida no cérebro. A aceliticolina é um neurotransmissor que exerce um papel vital no sistema nervoso, o de passar mensagens de célula nervosa para célula nervosa. Mas muitos remédios, quando tomados simultaneamente, afetam o funcionamento da acetilcolina. O uso de calmantes e indutores do sono envelhecem o cérebro e levam à perda de memória.

 

Cérebro

Pesquisa constata que muitos pessoas tendem a diminuir o cérebro com o envelhecimento

O encolhimento do cérebro tem sido associada ao declínio cognitivo.

Mas será que nosso cérebro a encolhe?

Revertendo o encolhimento do cérebro.

Como reverter o que já diminuiu?

O que pode retardar o processo de encolhimento do cérebro?

Segundo estudos, em média, os cérebros humanos encolhe até 25 por cento no momento em que foram chegando aos 80 anos de idade.

    A memória e o raciocínio começam a enfraquecer a partir dos 40 anos de idade, antes do que era estimado até agora, segundo um estudo publicado pela revista médica britânica "British Medical Journey" (BMJ). Até o momento, acreditava-se que a diminuição das faculdades mentais se situava somente a partir dos 60 anos de idade. No entanto, especialistas afirmam que já há evidências de que essa deterioração começa a se desenvolver muito antes.

O encolhimento do cérebro pode ser revertido ou retardado? Sim.

    Algumas pesquisas mostram estratégias que podem reverter o encolhimento do cérebro. Pesquisadores levantam a possibilidade de que as pessoas podem potencialmente impedir que seu cérebro encolha e evitando os efeitos do envelhecimento sobre o cérebro simplesmente seguindo uma dieta saudável. Embora não se tenha uma fórmula infalível para evitar essa degeneração contamos com as ervas para nos ajudar.

 

      Há fitossubstâncias com  propriedades que a tornam vital como um agente antienvelhecimento.

    Elas protegem contra a redução das artérias cerebrais (o estreitamento das artérias com a idade pode contribuir para o desenvolvimento de doenças neurodegenerativas). Há fitossubstâncias presentes em chás que foi atribuído a elas o papel de auxiliar na regeneração, crescimento e a manutenção do tecido nervoso. Isso significa que ajuda a construir e a reparar o sistema nervoso.

     A célula nervosa é especialmente sensível à carência de certos elementos e seus precursores, bem como de algumas vitaminas. O cérebro humano necessita de Fitonutrientes para manter íntegras sua estrutura e fisiologia, sendo que síndromes neurológicas importantes podem se manifestar, caso estes estados carênciais venham a se estabelecer.

 

      Ambos envelhecimento e certas neuropatologias estão associadas a processos neurodegenerativos. Entre as mais graves doenças neurodegenerativas  estão a doença de Alzheimer e Parkinson e a depressão está incluído. Neuroproteção é um mecanismo que permite que o sistema nervoso central (SNC) se defenda contra os danos associados com as doenças neurodegenerativas.

     Há um interesse crescente sobre o papel neuroprotetor de compostos à base de plantas e fitoquímicos que as compõem. Como eu encontrados em diferentes estudos, fotoquímica reduzir o risco de doenças cardiovasculares, câncer e doenças neurodegenerativas. O uso de compostos à base de plantas para o tratamento de sintomas neurológicos é uma prática de longa data

 

      Dada a sua diversidade estrutural, remédios à base de plantas são uma fonte potencial de compostos terapêuticos. Além disso, alguns compostos à base de plantas têm propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes.  Há vários estudos em andamento para avaliar a importância de fitoquímicos em termos de neuroproteção, na presença de diferentes doenças.

      Há fitossubstâncias  que têm efeito positivo sobre a função cerebral e pode fornecer neuroproteção. Seu mecanismo de ação envolve a destinação do saldo de neurotransmissores e aumentar o fluxo sanguíneo cerebral e da taxa metabólica, entre outros. Outras são usados para a demência por oferecer neuroestimulação, vasodilatação cerebral ou bloqueio dos canais de cálcio.

 

      O valor terapêutico de uma determinada erva reside na interação sinergética dos seus componentes que contêm uma mistura de produtos químicos orgânicos, tais como ácidos gordos, esterois, flavonoides e alcaloides, entre outros.

   Em relação aos efeitos gerais antienvelhecimento, diversos estudos clínicos têm destacado o potencial de algumas Fitossubstâncias em retardar o processo de envelhecimento, prevenindo danos oxidativos, bem como a glicação.

     Antioxidantes das plantas são mais eficazes no controle de dano oxidativo. Na verdade, os fitoquímicos antioxidantes podem compreender um neuroprotetor e neuroregenerador e tem de inverter ou reduzir os danos celulares e efeito de diminuição de perda neuronal. O uso clínico de antioxidantes ainda não foi estudado em profundidade. No entanto, alguma promessa em pacientes com doenças neurodegenerativas como a doença de Alzheimer, doença de Parkinson, esclerose lateral amiotrófica e acidente vascular cerebral.

 

       Com um programa antienvelhecimento acendendo os refletores sobre a bioquímica dos radicais livres, as plantas roubam a cena devido às suas poderosíssimas substâncias com propriedades antioxidantes. A abundância de antioxidantes pode acrescentar anos à vida, já a falta pode tirar anos de vida.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

      As plantas são fontes de substâncias que podem melhorar a saúde de seres humanos. Cada planta contém muitos metabólitos bioativos que determinam a sua utilidade e sua adaptação ao ambiente em mudança. Consequentemente, as propriedades de um composto à base de plantas não pode ser atribuído a uma única classe de componente. Por outro lado, diferentes fitoquímicos têm efeitos aditivos e sinérgicos que amplificam sua atividade.

    O consumo insuficiente de ácidos graxos poli-insaturados, por exemplo, pode afetar o funcionamento cognitivo. A este respeito, sublinha que a composição de ácidos gordos das membranas neuronais é afetado pelo envelhecimento. No entanto, a suplementação dietética com ácidos graxos essenciais melhora a fluidez das membranas neurais. Além disso, os ácidos gordos poli-insaturados estão envolvidas na cascata de sinalização que promovem funções neuronais, plasticidade sináptica e neuroproteção.

 

A inflamação crônica pode acelerar o seu envelhecimento insidiosamente.

   À medida que as pessoas envelhecem pode –se detectar alterações inflamatórias em vários tecidos. A inflamação esta envolvida em várias doenças relacionadas à idade. Ela promove a degeneração de células e tecidos, tais como as articulações (osteoartrite), as paredes dos vasos sanguíneos (arteriosclerose), pâncreas (diabetes) ... Isso leva, a longo prazo, um sistema imune mais baixo e abre o caminho para doenças inflamatórias (doenças cardiovasculares, artrite, asma, doença de Alzheimer, síndrome do intestino irritável, cancro, doenças auto-imunes, etc ...). Ela aumenta a taxa de radicais livres e, portanto, a oxidação do corpo.

 

O envelhecimento em si facilita a inflamação.

   Todas as doenças associadas com o aumento da idade são apenas o acúmulo de problemas que resultam do aumento dos níveis de inflamação crônica.  Há mais de marcadores biológicos de inflamação em idosos. Nós não sabemos muito bem atribuí-lo. Esta pode ser a desaceleração geral da funções antioxidantes, hormonal, desintoxicante , alteração e menos bom funcionamento das mitocôndrias (energia geradora pequena em nossas células) que liberam a acumulação de radicais mais livres toxinas ou poluentes no corpo, etc.

   Aqueles idosos que são fisicamente ativos e comem uma alimentação anti-inflamatória, não parecem envelhecer mais rápido que aqueles que são sedentários, obesos e exibem os sintomas típicos da inflamação crônica. A maioria das características associadas à idade avançada são apenas sintomas de inflamação crônica mal administrada que pode ser revertida por uma dieta anti-inflamatória e exercício.

 

Uma dieta saudável, flora intestinal saudável, e um sistema imunológico competente estão fortemente ligados.

   Os sintomas típicos de envelhecimento refletem apenas uma alimentação pouco saudável e estilo de vida que leva à inflamação crônica, a um sistema imunológico comprometido e a doenças.  O processo de envelhecimento pode ser retardado por atenção para a refeição.

A maioria das pessoas que não conseguem ser saudável .

O processo de envelhecimento pode ser retardado por a atenção para a refeição saudável.

A maioria das pessoas que não conseguem ser saudável e não são bem ativos em seus anos 80, simplesmente porque são vítimas de más escolhas (ou do mau aconselhamento médico.)

   Segundo a nova pesquisa de Harvard, o risco de ataque cardíaco aumentou em 300% em mulheres com inflamação dos vasos sanguíneos elevados e apenas 40% em mulheres com níveis elevados de LDL (mau colesterol).

 

As estatísticas mostram que a inflamação é galopante em nossa sociedade.

   Quantas pessoas você conhece que estão lidando com algum tipo de doença ou condição que termina em "ite"? Pode ser artrite, osteoartrite ou gastrite. Nome qualquer parte do corpo e colocar um "ite" no final e isso é uma doença inflamatória. Infelizmente, a maneira que nós tendem a lidar com a dor no mundo da medicina ocidental é suprimi-la. Se você tem dor, você recebe um analgésico ou anti-inflamatórios.

 

A osteoartrite é a forma mais comum de artrite entre os idosos, e é uma das causas mais frequentes de deficiência física entre os adultos mais velhos.

As degenerações articulares e das cartilagens são a segunda maior causa de problemas entre os idosos.

      A desidratação que acompanha o envelhecimento da  cartilagem reduz sua capacidade de absorver impactos. Devido a isso ocorre a  destruição progressiva do tecido cartilaginoso, o que consequentemente leva à deformidade da articulação. Alguns suplementos têm chamado atenção, sendo tema de vários trabalhos científicos, pois podem auxiliar a retardar o aparecimento de males como a artrose e a artrite, enfermidades características do envelhecimento.

 

   Somos influenciados a tomar medicamento anti-inflamatório prescrito ou induzidos pelas propagandas quando nosso corpo esta com dor, mas ao fazer isso nós suprimimos a nossa função corporal mais importante para a cura. Em vez de mascarar os sintomas; há muitos recursos naturais disponíveis para ajudar a resolver de forma mais profunda essa questão

    A boa notícia é que podemos reduzir consideravelmente a inflamação, fazendo pequenas mudanças em nossa dieta e estilo de vida. Ao usar a gama de remédios naturais disponíveis, algumas pessoas são capazes de ir de pró-inflamatória a anti-inflamatória em um curto espaço de tempo.

 

    Outra condição comum no processo de envelhecimento do corpo humano é o que em geral a imunidade e a força do sistema imunológico que é a arma principal na capacidade do organismo para combater doenças está enfraquecida como o processo de envelhecimento continua. Por conta desse enfraquecimento, o corpo geralmente fica menos capaz de afastar os seus efeitos num sistema celular de envelhecimento, por conseguinte, o aparecimento de danos celulares e de doenças é facilitado.

 

    Em um corpo humano normal, que esta na puberdade ou um que está em vias de envelhecimento, há um número definido de células que sofrem divisão de um número definido de vezes em um ciclo contínuo renovação celular. Células velhas que morrem são reciclados por assim dizer e são substituídas por células recém-produzida no organismo, esta rotatividade da estrutura celular é muito alta num corpo jovem e especialmente assim no corpo de uma pessoa em crescimento.

    Com a chegada da velhice, este processo retarda e sensivelmente torna-se menos eficaz, há uma diminuição no crescimento celular em uma pessoa mais velha e, portanto, uma ruptura lenta para de todas as funções biológicas dentro do corpo. Grande parte deste declínio devido ao envelhecimento é normal e inevitável, em outras palavras, estamos simplesmente a envelhecer. Mas o próprio processo de envelhecimento em si também pode ser minimizado através do reforço das defesas antioxidantes do organismo por meio de uma alimentação rica em compostos que ajudam na eliminação de radicais livres, estes compostos estão sob a classificação geral de antioxidantes.

 

As urgências urinárias. Incontinência urinária

    A incontinência de urgência acontece quando as pessoas têm uma necessidade súbita de urinar e não são capazes de reter a urina. A bexiga desce porque não encontra resistência do assoalho pélvico, que é o conjunto de músculos que sustenta a bexiga, útero e todos os órgãos pélvicos. Acontece em vários graus, e em algumas mulheres, chega a se exteriorizar pela vagina. São frequentes  a partir dos 40 anos devido aos chamado prolápso urogenital, que consiste no descaimento da bexiga ou do útero devido a flacidez que é a perda de capacidade de suporte dos tecidos pélvicos. A falta de nutriente também contribui segundo um estudo da  universidade de Viena, a falta no corpo causa o relaxamento da musculatura da bexiga. Os tecidos da bexiga enfraquecem.

A solução - Alimente-se bem e tome suplementos para estimular e fortalecer os tecidos da bexiga e a musculatura pélvica .

 

     Por mais que apreciemos a sabedoria que os anos nos dão, ninguém gosta dos sinais visíveis da passagem desses anos, tais como rugas e manchas. Estes sinais são bem conhecidos: rugas na fronte, pés de galinha, perda de firmeza nas maçãs do rosto, baixa da elasticidade da pele do rosto e pescoço, e manchas. Juntamente com as mudanças que ocorrem na textura da pele em geral, o sinal mais evidente do envelhecimento é o aparecimento de rugas e a formação de pés de galinha ao redor dos olhos. As boas notícias mostram que há uma maneira simples de abrandar e eventualmente reverter este processo de envelhecimento cutâneo.

    A forma de entender o envelhecimento hoje, centra-se sobre o corpo, que é o objeto de atenção e dúvidas sobre o aparecimento de alguns sintomas que anunciem o declínio. Para uma sociedade que se concentra no cultivo do corpo é muito difícil de perceber o seu declínio. O cultivo do corpo negligencia em muitos casos o aparecimento de doenças. Uma forma que essa resistência ao envelhecimento está tentando para manter uma boa "imagem corporal" e mascarar a idade cronológica.

A preocupação das pessoas é com a estética no envelhecimento, mas devemos se preocupar com o todo e buscar meio que retarde, desacelere, ou reduza os desgastes e as alterações físicas que sofremos.

As pessoas precisam planejar como querem viver esse tempo. Por fim, é fundamental querer viver bem todos os anos que têm pela frente e não aceitar de forma passiva os acontecimentos. A chave do sucesso está em participar ativamente do processo de envelhecimento fazendo o que for possível para evitar os danos que o tempo tráz.

 

    A preocupação com a jovialidade e a beleza da pele evoluiu com o passar dos anos, houve o surgimento de estudos, técnicas e avanços tecnológicos.  Com isso, o conceito de beleza e jovialidade também mudou, acompanhando tendências e necessidades típicas da vida moderna. Mas ao que percebemos toda essa evolução parece ignorar a biologia. Ao longo do tempo, a pele começa a enrugar. Coisas do ambiente, como a radiação ultravioleta do sol que faz a pele ficar menos elástica e a gravidade pode ceder e causar rugas. Muitos tratamentos são propostos para fazer as rugas desaparecem, mas não funcionam. Alguns métodos são dolorosos ou até mesmo perigosos.

Nesse tópico vamos abordar e tratar desse assunto, mostrando que as rugas podem ser evitadas e a jovialidade da pele pode ser mantida, mesmo em pessoas idosas.

 

    Atualmente nos deparamos com uma grande variedade de informações sobre os cuidados com a pele, algumas delas contraditórias. Além disso, vemos fórmulas milagrosas para jovialidade e rugas.Já que estamos vivendo mais, precisamos prolongar a saúde da pele. Por conta disso temos que nos preocupar também com as doenças que a afetam. Por conta do aumento da expectativa de vida, temos que seguir uma rotina de cuidados e fazer uso de substâncias que auxiliem na saúde da pele e aumentem a sua longevidade.

    As alterações cutâneas podem ser demonstradas nas diferentes camadas da pele: epiderme, derme e hipoderme. Na epiderme, a camada córnea fica reduzida. A derme apresenta redução da espessura com perda das fibras elásticas e do colágeno. A derme proporciona a resistência e a elasticidade da pele. A hipoderme também poderá diminuir com a idade, agravando as condições da pele que, além de mais fina e vulnerável, ficará mais desprotegida sem o seu acolchoamento adiposo, favorecendo o enrugamento. O envelhecimento intrínseco da pele resulta em atrofia, com rugas finas, enquanto o fotoenvelhecimento em hipertrofia causa enrugamento grosso e sulcado.

 

     A pele envelhecida perde a elasticidade, os músculos enfraquecem e ficam frouxos, o coxim subcutâneo dissolve-se e a pele perde o apoio, levando ao aparecimento das rugas que são variáveis de pessoa para pessoa, e geralmente apresenta-se delgada, pouco elástica e finamente enrugada, com acentuação das linhas de expressão do rosto. Ocorre perda do volume das estruturas faciais: perda do colágeno, flacidez muscular, perda da gordura e reabsorção óssea. Esses fatores levam à perda da sustentação normal da face, e os tecidos "caem", formando os sulcos que são as rugas mais profundas, as quedas do contorno facial.
     Além de todas essas mudanças, as manchas e as rugas finas têm grande impacto no envelhecimento. A mudança na pele, decorrente do envelhecimento, é mais comum após os quarenta anos e nem mesmo os mais avançados centros de estética do mundo têm intervenções efetivas.

 

 

 

 

Pouco adianta lançar mão de super tratamento estético

Qual é a minha opinião sobre os tratamentos para retardar o envelhecimento.

Todos os tratamentos conhecidos até hoje são pouco eficazes e confiáveis. Não existe até o momento nenhuma terapia à base de remédios ou de dietas capaz de promover o retardo ou a regressão do envelhecimento. A única coisa que se conhece são os mecanismos que postergam as decrepitudes, as limitações, e que favorecem o envelhecimento saudável.

Apesar de tanta evolução nos tratamentos, os recursos utilizados são meros paliativos que apenas amenizam os problemas e não atuam na prevenção do desgaste da pele ou do corpo.

   Devemos ficar atentos com os ditos “especialistas em antienvelhecimento” ou “anti-aging”. Eles não podem prometer que irão rejuvenescer as pessoas com os “tratamentos” que fazem, mas vivem prometendo.  A ciência séria, tanto no Brasil como no mundo, não dá credibilidade científica a estes tratamentos.

 

Nenhum método ou creme faz milagre de remover rugas, apenas contribuem para prevenir e amenizar o seu aparecimento.

    Contra o fator cronológico, infelizmente, não tem jeito, a pele envelhece com o passar dos anos, porque seu tempo de renovação aumenta, a reposição de células aos sessenta anos acontece a cada cinqüenta dias, não há creme que possa mudar isso. Podemos então atuar sobre os outros agentes, e aí a receita é prevenção não se expor muito ao sol, fazer limpeza e hidratação diárias, fazer reposição de fitonutrientes importantes, tanto interna: quanto externamente.

Para restaurar o aspecto jovial, todos esses fatores devem ser levados em consideração com uma abordagem global da pele para alcançar resultados mais satisfatórios.

 

Sua pele muda com a idade.

     Torna-se mais fino, perder gordura, e já não parece tão gordo e suave, como já fez. Suas veias e ossos podem ser vistas mais facilmente. Arranhões, cortes ou inchaços podem levar mais tempo para curar.

Anos de bronzeamento ou estar fora na luz do sol por um longo tempo pode levar a rugas, ressecamento, manchas senis, e até mesmo câncer. Mas, há coisas que você pode fazer para proteger a pele e torná-la sentir  melhor.

Muitas pessoas mais idosas sofrem de manchas secas em sua pele, muitas vezes em suas pernas inferiores, cotovelos e antebraços. Manchas de pele seca áspera e escamosa.

Porque as pessoas mais velhas têm pele mais fina

Mas lembre-se, há coisas que você pode fazer para ajudar. Veja este senhor com mais de 104 anos tem uma pele que mostra que os cuidados podem ajudar para uma aperencia melhor mesmo na idade.

 

Usar um hidratante não é luxo nem vaidade e sim necessidade a partir de certa idade.

   O uso de creme hidratante ajuda no cultivo de uma boa aparência, coisa que passou a ser vista como demonstração de cuidado com a saúde. Infelizmente, os cremes são considerados produtos supérfluos (tanto que o imposto sobre a embalagem e as matérias-primas ainda é alto).

   Os ativos naturais são capazes de minimizar e até prevenir a degeneração vascular que obstrui os microvasos, permitindo que o sistema dérmico se regenere, melhorando a elasticidade e impedindo a atrofia muscular, bem como as manchas senis e as marcas atróficas.

    A pele lesada por queimaduras solares, arranhões, tem maior probabilidade de infectar-se. Quando a pele sofre um corte ou uma escoriação, lavar a área com água e sabonetes de ervas com ação antisséptica ajuda, a impedir infecções. Um creme contendo plantas medicinais ajuda na cicatrização.

 

A importância de hidratar e nutrir a pele

   A hidratação é o mais importante dos cuidados que devemos ter com a pele. Uma pele desidratada perde suas propriedades biomecânicas, biológicas e sobretudo estéticas, pois o seu aspecto torna-se opaco, áspero, sem elasticidade e com tendência à descamação.

   A descamação está associada a menor conteúdo de água, predispondo a pele a maior ressecamento e presença de fissuras. Quando a pele não consegue mais reter a umidade eficientemente, começa a perder a elasticidade e a força tensora que a sustenta. Isso ocasiona rachaduras, rugas e flacidez.

   A umidade é o elemento mais crítico da saúde da pele. A água, que provém das camadas inferiores da epiderme, hipoderme e derme, hidrata toda a pele, mantendo sua hidratação por meio do manto hidrolipídico, protegendo-a contra a evaporação excessiva de água e permitindo à pele lutar contra desumidificação ou ressecamento.

 

Com o envelhecimento, a pele perde a capacidade de reter água e, consequentemente, vai tornando-se desidratada.

      Sem hidratação, a pele fica seca, enrugada e flácida, quebradiça e fina e muito mais sensível a escoriações, manchas e doenças e aos efeitos da exposição solar. Pequenos cortes levarão tempo para cicatrizar e as manchas irão proliferar com maior rapidez. Pessoas com pele seca estão em luta constante contra afecções, rachaduras e estrias na pele, devido à facilidade de formar microfissuras.

A desidratação da pele pode ser evitada diminuindo-se ou evitando- se as agressões externas ou utilizando-se produtos que corrigem e restabelecem o equilíbrio biológico.

O uso de hidratante é essencial, pois reidrata a pele. O hidratante pode ser composto de fitonutrientes para aumentar a proteção da pele.

 

Pílula da beleza ou da jovialidade

A fórmula ideal da beleza ou da jovialidade ainda não existe, bem como não existe um tipo de tratamento ou apenas uma substância para manter a jovialidade da pele. Isso porque o combate ao envelhecimento depende de uma série de fatores, e não somente do uso da substância X ou Y.

Todos nós sabemos que não vamos encontrar a fonte da beleza ou da jovialidade em um pote de creme ou dentro de uma pílula. Mas a falta de seriedade no segmento da beleza levou à criação até da tal “pílula da beleza” que tenta convencer o consumidor menos informado de que pode melhorar a sua aparência tomando uma pílula de licopeno, isoflavona, polifenóis, etc.

 

Mãos

As mãos são as primeiras a mostrarem os sinais de envelhecimento precoce. Deve-se protegê-las com creme que amacie e previna o ressecamento. A pele das mãos vai ficando fina, menos elástica e ressecada. Como se não bastasse, com o tempo a quantidade de gordura sob a pele diminui. Por isso, veias e tendões das mãos ficam visíveis..

As manchas são aceleradas por várias razões: pelo sol, pela utilização de produtos químicos. Mas, independentemente dos motivos, o descontentamento pelo seu surgimento delas é de consenso comum: as manchas escuras afetam diretamente a beleza das mãos.

Há alguns cuidados que, se tomados previnem e até retardam a chegada das manchas e das doenças que afetam as articulações das mãos e dos dedos. As manchas marons podem ser prevenidas, mas uma vez que a prevenção não foi feita e elas já ocorreram, devemos eliminá-las.

 

      Com a flacidez dos seios começam a ocorrer assaduras, isto é uma ocorrência frequente na vida das mulheres a partir de certas faixas etárias. Há alguns cuidados que, se tomados previnem e até retardam a chegada dessas assaduras.

 

      Sendo o pé um órgão de suporte e locomoção, adquire na população idosa uma especial importância, pois permite a autonomia e mobilidade. No entanto, o processo fisiológico e natural do envelhecimento produz no pé alterações complexas e de difícil resolução, tendo o calçado um papel muitas vezes prejudicial.

     As patologias/doenças mais frequentes nos pés dos idosos são os Halux abdutos valgos (Joanetes); Pés planos (chatos); Dedos em garra, Sobreposição digital, Onicogrifoses (espessamento ungueal); Onicomicose (Fungos nas unhas), Artroses e Tendinites, Onicocriptose (unhas encravadas), Alterações da circulação periférica, Ulceras (feridas), Queratopatias (Calosidades); Alterações do apoio plantar e da marcha.

 

É normal existir dores nos pés?

A existência de dores nos pés é algo que é frequente, no entanto, não pode nem deves ser considerado normal.

O aparecimento das dores nos pés pode surgir devido a vários fatores, desde o tipo de calçado utilizado, como a própria profissão, ou até mesmo devido a causa intrínsecas, ou seja da própria pessoa ou do próprio pé. Uma correta avaliação e estudo das sintomatologias permite, na maior parte dos casos, reduzir as queixas apresentadas.

 

 

Qual a importância dos cuidados dos pés dos idosos

     Sendo o pé a parte do corpo que nos permite caminhar e deslocar para onde pretendemos é de vital importância um cuidado e correto tratamento dos pés. A ausência do caminhar acarreta consequências múltiplas não só para o próprio pé como também a saúde em geral..

 

Seja gentil com seus pés, pois com o envelhecimento, há muitas alterações.

      Anos de uso e desgaste pode ser duro com eles. Os problemas nos pés são muitas vezes o primeiro sinal de condições médicas mais graves, tais como: artrite, diabetes ou distúrbios circulatórios. Joanetes são articulações inchadas e sensíveis que pode desenvolver na base do dedão.

 

 

 

O pedilúvio é o banho dado aos pés para tratar certas doenças.

     Utilizado à milhares de anos, era conhecido como escalda pés. Pode-se tratar várias enfermidades por meio dos pés.

      O escalda pé, feito em chás de plantas medicinais ou óleos essenciais, tem demonstrado vários benefícios. Como exemplo, podemos citar o alívio de dores, tratamento de esporão e joanete, doenças articulares e musculares, alívio de tensões, proporcionando sensação de conforto e bem-estar. A literatura cita que a técnica de escalda-pés é indicada em situações de relaxamento, dores, problemas circulatórios, eliminar estagnação.

     Pessoas idosas, normalmente por terem menor frequência de atividades físicas e baixo metabolismo, podem apresentar dor, desconforto articular e muitas vezes muscular, desencadeando todo um desequilíbrio de saúde.

 

 

A fonte da longevidade está nas plantas medicinais?

   O futuro da ciência da longevidade acena com recursos que vão muito além de dicas de bons hábitos de vida. Diante de tantas evidências, sem dúvida o recurso que mais se aproxima de um elixir da longevidade são as ervas medicinais. Combater de maneira eficaz  efeitos da idade é um dos grandes desafios das ervas medicinais.

   Juntas, algumas substâncias naturais e as ervas medicinais, são uma fonte importante de um programa para conquistar a longevidade. Quem quer manter a jovialidade e alcançar vida longa pode contar com as substâncias das ervas.

 

Dar mais anos à vida e mais vida aos anos.

    Há ativos naturais que são capazes de minimizar e até inibir as degenerações, permitindo ao sistema orgânico se regenerar.  Esses ativos têm função importante na prevenção e até na regressão de alguns danos já causados pelo declínio do organismo.

   A partir do momento em que uma planta, seja ela medicinal ou alimentar, ajudar no controle de uma doença que pode levar à morte, como uma hipertensão, por exemplo, ela independente de ter o aval científico pode ser considerada uma planta para a longevidade, pois, ao se controlar a hipertensão, podemos evitar um infarto ou um AVC, e consequentemente ganhar alguns anos de vida.

 

Há fitossubstâncias para desacelerar e prevenir os desgastes dos anos.

    Não existe um elixir da longa vida, mas as plantas medicinais contribuem para a longevidade, se, com regularidade o indivíduo ingerir fitossubstâncias que podem atuar de forma eficaz na prevenção de alguns males que afetam a saúde dos órgãos e a pele é possível então afirmar que, os danos do envelhecimento não são inevitáveis, na verdade, podem ser evitados, retardados e as vezes, até revertidos.

   As plantas contam com um grande arsenal de fitossubstâncias que podem ajudar na longevidade, trazendo também benefícios regeneradores. Nas plantas alimentícias, nas flores medicinais, nos condimentos, e nas ervas medicinais estão presentes fitossubstâncias que tem a capacidade de preservar a saúde dos órgãos.

 

   Algumas plantas concentram e suprem as substâncias que são perdidas naturalmente no processo de envelhecimento, ou que, não podem ser produzidas pelo organismo. Essas fitossubstâncias não são capazes de parar o envelhecimento, mas podem “desacelerar’’ a velocidade com que se envelhece” minimizando, as doenças.

 

 Doenças cardiovasculares são a maior causa de diminuição da longevidade.

    Na maioria das vezes elas podem ser prevenidas. A boa noticia é que nós podemos contar com as ervas medicinais para ajudar nessa prevenção.  As consequências das doenças das artérias coronárias comum na idade podem ser minimizadas. Algumas plantas medicinais podem ajudar a manter o coração saudável, fornecendo-lhes substâncias e nutrientes de que ele necessita para funcionar bem.

 

     A descoberta das Fitossubstâncias antioxidantes aumentou as esperanças e mostra que as pessoas podem retardar o envelhecimento, simplesmente adicionando-os à sua alimentação. Cientistas estão descobrindo que o que você come frequentemente tem um efeito sobre a qualidade dos seus anos de vida.

    Um programa antienvelhecimento e/ou de rejuvenescimento sem esses recursos está incompleto, porque eles reforçam a renovação, auxiliam no reparo de células já danificadas, derrotando os inimigos mais temíveis da longevidade. Quem quer manter a jovialidade e alcançar vida longa pode contar com as substâncias das ervas. É bom lembrar que as ervas medicinais contribuem muito para que possamos desacelerar a ação do tempo e, se não retardarmos o processo, pelo menos melhoraremos a qualidade dos dias a serem vividos.

 

   De modo geral, um elemento fundamental do envelhecimento saudável é a prevenção de doenças (quer por meio de atrasar o seu aparecimento, quer minimizando a gravidade das doenças), como a hipertensão, a diabetes, as hiperlipidemias e a obesidade.

Um programa de antienvelhecimento, deve não só alertar as pessoas para evitar esses fatores agravantes do envelhecimento, como também os estimular a praticarem hábitos saudáveis, motivando-os, muitas vezes, a buscarem nas plantas alimentares e nas ervas medicinais, os fitonutrientes que contribuem para retardar a degeneração dos órgãos e restabelecer as suas funções. As fitossubstâncias neocardiogênicas e as neurorestauradoras  aumentam a vitalidade e a energia do organismo.
 

 

   O metabolismo de uma pessoa de mais de sessenta anos sofre uma redução na sua funcionalidade. Há um conceito arraigado de que as pessoas de mais idade devem comer pouco. Entretanto, esse “pouco” precisa conter uma qualidade suficiente para manter a saúde em forma.

   Todos os esforços da ciência para aumentar a quantidade de anos da vida humana podem ser inutilizados, em boa parte, se a pessoa não minimizar o grande prejuízo que ela mesma faz ao ignorar os conselhos que a própria ciência vem dando. Não é de hoje que cientistas e médicos vêm ressaltando a importância dos hábitos saudáveis e da prática de atividade física; mas a maioria das pessoas ainda desconsidera.

 

      A maior parte das doenças ocorre por irresponsabilidade da própria pessoa. Há pessoas que, ainda, hoje pensam que as doenças são"pragas divinas” ou inevitáveis” e até dizem, que Deus dá o fardo conforme a força" e até acreditam que saúde seja uma dádiva e não responsabilidade de cada um. Ao que parece, esperam dons divinos para curar os males causados pelas más atitudes contra si mesmos. Não assumem a responsabilidade pela própria saúde, com prática regular de atividades física e com alimentação equilibrada e saudável.

A maioria não querem ter disciplina, aceitar limites e ter cuidados.

       Um exemplo, o hipertenso se entope de carne gordurosa e salgada e quer um milagre do céu para não enfartar ou ter um AVC. Não cuidam do seu maior patrimônio (a saúde), e quando a perdem culpam meio mundo, menos a sua indisciplina e negligência.

 

“Aprender para Viver” é um dos segredo para viver mais

     Nossa expectativa de vida atual é de 75 anos em média. Graças aos últimos avanços da medicina um número cada vez maior de pessoas tem chegado aos cem anos, infelizmente acompanhados de incapacidades cognitivas e físicas que prejudica a qualidade desses anos, devido as doenças crônicas, que inabilitam em maior ou menor grau nossas atividades da vida diária.

Com o envelhecimento, prevalecem as doenças degenerativas.

    Todas as pessoas desenvolvem artrose à medida que envelhecem, porém, envelhecer não é a única causa do problema. Segundo a revista inglesa Nature oitenta por cento das mortes por doenças crônico-degenerativas são causadas por maus hábitos: alimentação inadequada e errada, sedentarismo e tabagismo; as doenças cardíaca, pulmonar, diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer.

A maioria dos eventos negativos na saúde ao longo da vida, tem seu controle ao nosso alcance.

   Controle de pressão alta, colesterol elevado e diabetes têm muita importância na longevidade e já controlam a maioria dos riscos de infarto do coração e derrame cerebral. Mesmo nas pessoas com predisposição genética a alguma doença, entretanto, a prevenção passa por bons hábitos de vida.

 

Atitudes saudáveis evitam 80% das mortes por doenças cardiovasculares.

    Os médicos, Dean Ornish, Caldwell Esselstyn e Joel Fuhrman têm mostrado que as mudanças de estilo de vida ajuda a diminuir os riscos de doenças cardíacas. Por mais de 30 anos, os cardiologistas Dr. Dean Ornish e Dr Caldwell Esselstyn, dirigiu uma série de estudos de investigação científica mostrando que a progressão da doença coronária, muitas vezes pode ser revertida através de mudanças abrangentes de estilo de vida.

 

 A saúde depende muito pouco da genética.

     A chegada da terceira idade trás consigo algumas doenças sobre o corpo de qualquer um. Há pessoas de 60 anos com uma saúde melhor do que algumas de 30 anos, por que mudaram os hábitos de vida. Constatamos isso nas pessoas que frequentam o nosso grupo vida saudável, vou exemplificar com o caso da dona Tereza de 78 anos, ela chegou ao grupo com muitos problemas de saúde e iniciou as mudanças ensinadas no grupo. Logo, apresentou melhoras que foram percebidas nos seus exames laboratorias e até por seu médico cardiologistas.

 

Sempre vale a pena mudar.

     É importante destacar que grande parte das doenças que atingem os homens e as mulheres e especialmente os idosos tem o estilo de vida como principal causador delas. Com o processo do envelhecimento ocorrem modificações “inevitáveis” no corpo, mas mesmo em idade avançada há grandes melhoras. A alimentação saudável e a caminhada é com certeza o melhor caminho para prevenir e retardar as chegadas de doenças e o envelhecimento.

 

      Embora saibamos muito sobre doenças cardiovasculares e seus fatores de risco, novas áreas de pesquisa estão começando a lançar mais luz sobre a relação entre o envelhecimento e o desenvolvimento e curso da doença. Por exemplo, cientistas do Instituto Nacional sobre Envelhecimento estão prestando atenção especial a certas mudanças relacionadas à idade que ocorrem nas artérias e sua influência na função cardíaca. Isto é bom pois, uma vez que uma doença é considerada uma parte normal do envelhecimento, pode colocar pessoas em risco aumentado de doença cardiovascular. A pesquisa incide sobre os efeitos do envelhecimento sobre o coração, vasos sanguíneos, e outras partes do corpo, quer compreender as doenças e fatores de risco que afetam o coração e vasos sanguíneos.

 

     Ambas as perspectivas vão aproximando-nos para a possibilidade de doença cardíaca e derrame um dia será derrotado. A pesquisa sobre a biologia do sistema cardiovascular no envelhecimento nutre a esperança de que nós, como uma nação não precisamos aceitar as altas taxas de morte e invalidez e os custos de cuidados de saúde enormes impostas por doença cardiovascular entre os idosos em nossa sociedade. O custo destas doenças para a nação é na casa dos bilhões de dólares.

     Conforme você envelhece, é importante ter a sua pressão arterial verificada regularmente, mesmo se você é saudável. Você pode se sentir bem, mas se não for tratada, a pressão arterial elevada pode levar a acidente vascular cerebral e problemas com o seu coração, olhos e rins. Exercício e sal redução em sua dieta pode ajudar, mas muitas vezes a medicação é necessária para controlar a pressão arterial elevada e os problemas relacionados.

 

Idosos sofrem de falta de vitaminas e nutrientes

Com o passar dos tempos alguns mitos foram derrubados depois de muitos estudos e em tempos mais recentes, uma pessoa saudável é aquela que mantém o peso. Vivemos em uma cultura que muitas vezes esquece que as pessoas de idade também necessita de mais atenção além de cuidados especiais, já que o organismo mais “envelhecido” torna-se, também, mais frágil. Alimentos têm uma função muito importante e as refeições deveriam ser ricas em cálcio, zinco, magnésio, proteínas e vitaminas D, B12, A e E. A ausência desses nutrientes causa a maioria dos problemas comuns a essa idade, como osteoporose, fraturas, fragilidade e baixa imunidade.

Outros agravantes são dificuldades na deglutição de alguns alimentos mais rígidos, diminuição de paladar e olfato. Sem contar que o uso demasiado de remédios pode trazer problemas gástricos e traz os efeitos colaterais da idade, como a perda de apetite. Assim, buscar um planejamento alimentar com um profissional de nutrição é bom. Uma dieta equilibrada, rica em sais minerais, proteínas de alto valor biológico, gorduras de boa qualidade, fibras e água, desenvolvida de acordo para cada idoso, pode trazer benefícios e evitar doenças. O mais importante de tudo isso é entender que envelhecer não é sinônimo de doença. Com base nessas constatações, podemos dizer que além de alimentos importantíssimos à saúde, é necessário avaliar as condições nutricionais do idoso e, caso necessário, fazer a indicação de uma suplementação com vitaminas e nutrientes que são grandes aliadas da saúde.

Princípios gerais da alimentação em idosos

Equilíbrio - A alimentação deve contemplar diversos componentes, como carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas e minerais.

Redução - Diminuir a quantidade em cada refeição, podendo aumentar o número delas.

Variação - Para estimular o apetite deve-se mudar a sua apresentação, evitando a anorexia – doença comum em idosos.

Digestão - Escolher alimentos de fácil digestão, com consistência mais branda, pastosa ou semilíquida.

Moderação - Ingerir moderadamente substâncias que estimulam o sistema nervoso, como café e álcool.

Fracionamento - Pode-se atingir até seis refeições diárias, em pequenas quantidades.

Líquidos - Ingerir água nas quantidades ideais (em média, um litro e meio ao dia).

Fibras - Para melhorar o sistema intestinal é ideal a ingestão de alimentos ricos em fibras.

 

    Descobrir as melhores soluções exigirá décadas, em parte, porque leva 10 anos de investigação para determinar se tomar uma pílula por 20 anos irá adicionar uma década de vida. Mas o que aprendemos estudando populações que vivem uma velhice saudável ao redor do mundo e também os apontamentos das pesquisas científicas, se forem aplicados em nossa vida podem nos ajudar a viver sem os danos que o envelhecimento traz.

 

 

   Fazer escolhas alimentares saudáveis é uma coisa inteligente a fazer, não importa quantos anos você tem!  Seu corpo muda aos 40, 50, 60, 70, 80, e além. O alimento fornece nutrientes e fitonutrientes que você precisa em qualquer idade. Use dicas para escolher os alimentos para uma saúde melhor em cada fase da vida.

   Encontrar informação nutricional e de fitossubstâncias confiáveis e obter aconselhamento sobre o que comer, quanto comer, e quais os alimentos escolher, todos baseados nas fitossubstâncias que podem ajudar o corpo a viver com mais saúde é importante. Estamos entrando em uma fase em que será imperativo descobrir o que nos faz viver melhor e com saúde.

 

      Conhecer as fitossubstâncias e os fitonutrientes necessários para manter os músculos, ossos, órgãos e outras partes do seu corpo saudável ao longo da sua vida é importante.

    Como vimos as doenças cardiovasculares são as que mais afetam as pessoas de idade, por conta disso, é importante acentuar o uso das Fitossubstâncias que podem ajudar na prevenção e na regeneração.

Evidências cientificas mostram as Fitossubstâncias:

Há uma série de ensaios clínicos e diversos estudos, que demonstraram evidências e efeito benéfico de várias fitossubstâncias que atuam nas condições clínicas relacionadas.

- atividade antifibrótica,

- previne a restenose,

- protege contra a isquemia,

- regeneração do miocárdio,

- regule o metabolismo lipídico,

- diminua a rigidez arterial,

- baixe proteína C-reativa alta,

- melhora a espessura da artéria,

- melhorias no perfil lipídico sérico,

- diminuição da espessura da aorta,

- diminua a agregação de plaquetas,

- previna o espessamento das artérias,

- estimula a regeneração do miocárdio,

- reduza a progressão da aterosclerose,

- diminua e previna a hipertrofia cardíaca,

- antitrombótica e os efeitos fibrinolíticos,

- evite a diminuição da espessura da aorta,

- age como bloqueadora do canal de cálcio,

- confira melhorias na função cardiovascular,

- pode reduzir a progressão da aterosclerose,

- pode proteger contra a insuficiência cardíaca,

- tenha efeitos antispamodica e vasodilatadores,

- potenciais efeitos de anticoagulação do sangue,

- efeitos benéficos sobre marcadores inflamatórios,

- regrida a lesão do miocárdio após oclusão da artéria,

- tenha a capacidade de estabilizar a placa vulnerável,

- tenha um papel protetor em doenças cardiovasculares,

- tenha atividades antiespasmódica e broncodilatadoras,

- atue como um agente antifibrótico eficaz no miocárdio,

- pode exercer ações preventivas contra a aterosclerose,

- suprima o espessamento da camada íntima das artérias,

- tem um efeito regenerativo sobre o miocárdio infartado,

- tenha efeitos benéficos sobre marcadores inflamatórios,

- diminuição o desenvolvimento de lesões ateroscleróticas,

- efeitos melhorados antisenescência e antiateroscleróticos,

- melhorar a permeabilidade da artéria coronária e carótida,

- melhora a contração vascular aumentada em aortas diabética,

- retardar a progressão da espessura da carótida íntima-média,

- seja capaz de proteger o músculo cardíaco de lesão isquêmica,

- pode melhorar o potencial de regeneração em tecidos isquêmicos,

- eficaz para controlar a inflamação e sobre marcadores inflamatórios,

- contribuir para a regeneração da fibra muscular e reparação muscular,

- pode ter um papel terapêutico na atenuação da hipertensão pulmonar,

- influencie na capacidade de regeneração de tecidos cadíacos e vasculares,

- possa ser uma alternativa de tratamento para a aterosclerose prematura,

- inverta disfunção vasomotora endotelial em pacientes com doença arterial,

- tenha efeito benéfico sobre a progressão de placas ateroscleróticas da carótida.

 

      Músculos, ossos e articulações juntos formam o sistema músculo-esquelético do corpo e, assim, permitem a nossa mobilidade. Mas sofrem degenerações em pessoas de idade, tornando importante acentuar o uso das Fitossubstâncias que podem ajudar na prevenção, na regeneração e a revitalizar o tecido conjuntivo. Há uma série de ensaios clínicos e diversos estudos, que demonstraram evidências e efeito benéfico de várias fitossubstâncias que atuam nas condições clínicas relacionadas a seguir.

  • protegem os músculos,
  • diminua a rigidez articular,
  • evitam a artrose prematura,
  • diminuem e previnem  as atrofias,
  • melhoram a contração muscular,
  • melhoram a espessura muscular,
  • melhoram a permeabilidade da pele,
  • regridem a inflamação das artrites,
  • previnem o espessamento das vértebras,
  • diminui e desfaz a agregação de osteofitos,
  • estimulam a regeneração da musculatura,
  • mantem as articulações flexíveis e móveis,
  • evitam a diminuição da espessura da cartilagem,
  • age como regeneradora das cartilagens articulares,
  • efeitos benéficos sobre marcadores inflamatórios,
  • eficazes para controlar a inflamação osteoarticular,
  • diminuem o desenvolvimento de lesões musculares,
  • reduzem a progressão da degeneração das articulações,
  • atua como antifibrótico, desfaz as atrofias e hipertrofias,
  • mantem articulações saudáveis, ossos, ligamentos e tendões,
  • melhora o potencial de regeneração de tecidos musculares,
  • melhoram dores e função física em pacientes com osteoartrite,
  • confere melhorias na função da marcha, melhorando o caminhar,
  • contribui para a regeneração da fibra muscular e reparação muscular.
  •  

Qual o segredo da cidade onde se vive dez anos mais e melhor?

Mesmo cercada por fast foods e lojas de conveniência, uma cidade na Califórnia conseguiu manter bons hábitos alimentares e alcançar uma expectativa de vida dez anos mais alta que a média dos Estados Unidos.

Estudos mostraram que os habitantes da cidade de Loma Linda vivem até dez anos a mais do que a média dos americanos (79 anos) e chegam à idade avançada com uma saúde melhor.

A longevidade tem ligação com a religião da comunidade. Os adeptos da Igreja Adventista do Sétimo Dia compõem cerca de metade dos 24 mil habitantes do local. É uma comunidade cristã evangélica que segue diretrizes rigorosas sobre alimentação, exercício e descanso.

O estilo de vida dessa cidade dá uma receita promissora para uma vida longa com saúde.

Os dados são claros. Foram publicados e revisados, diz Wayne Dysinger, presidente do Departamento de Medicina Preventiva da Escola de Medicina da Universidade de Loma Linda.

Loma Linda é conhecida como a meca da vida saudável há décadas. A cidade foi adotada pelos membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que uniu religião e os ensinamentos sobre questões de alimentação saudável, exercício e estilo de vida. Os adventistas creem que sua longevidade esteja ligada ao respeito pelo corpo humano como um templo do Espírito Santo e todos têm o dever de preservar esse templo. Por causa desse princípio, ficam muito preocupados com o que coloca no nosso corpo. Não descartam a ciência médica, mas quando precisam da medicina são cautelosos com o uso excessivo de medicamentos. Dão preferência aos tratamentos naturais. O modo de vida adventista envolve uma alimentação principalmente à base de vegetais e exercício regular.

Um estudo de que começou em 1976, envolvendo 34 mil membros da igreja, concluiu que seu estilo de vida acrescenta um número significativo de anos para a média de vida. Os pesquisadores identificaram "surpreendentes" efeitos protetores de uma dieta vegetariana. Quando olhamos apenas para a mortalidade, os adventistas parecem morrer das mesmas doenças, mas eles morrem muito mais velhos diz Larry Beeson, professor de epidemiologia da Universidade de Loma Linda. Beeson participa de pesquisas sobre adventistas por mais de 50 anos e argumenta que a boa saúde deles se deve a alimentação, o estilo de vida e o exercício.

Não há muita dúvida de que as pessoas que seguem este estilo de vida vivem mais tempo.

A senhora Betty Streifling, por exemplo, tem 101 anos e ainda levanta pesos na academia. Ela frequenta uma aula de exercícios cinco dias por semana e faz um passeio matinal na rua. Ela atribui sua longevidade a uma vida pura, sem álcool, sem tabaco, ir para a cama cedo e louva a Deus pela bênção da vida.

É possível comprar um hambúrguer e batatas fritas em Loma Linda, mas a prefeitura proibiu o funcionamento de novos restaurantes de fast food. A atitude foi tomada para proteger a saúde pública de seus moradores.

 

 

  Foi pensando neste público que escrevi um livro. A preocupação sempre presente no meu discurso foi a de debater questões, de relevância para a saúde, por certo, mas que, ao mesmo tempo, constituíssem terreno onde se pudessem combater estereótipos prejudiciais aos idosos. Se conseguir, com esta trabalho, trazer um modesto contributo para o progresso da referida causa, já me daria por muito satisfeita. Com o aumento da expectativa de vida, iniciativas que aumentem as chances de um envelhecimento saudável e autônomo tornam-se cada vez mais importantes.

    O livro, vai oferecer ao leitor aconselhamentos práticos sobre o que fazer para diminuir a incidência de doenças que costumam aparecer no corpo humano à medida que ele envelhece. É um guia, de linguagem fácil, tem tanto embasamento teórico como cientifíco que faz com que as sugestões contidas em suas páginas ganhem status de necessidades básicas e a obra tenha tudo para se transformar numa espécie de bíblia do envelhecimento saudável.

Não existe medicamento ou produto que combata os efeitos negativos do envelhecimento e o que mais assusta é que a medicina antienvelhecimento se mostra mais preocupada em apagar os sinais visíveis da idade (rugas, manchas, músculos e marcas de expressão, entre outros) do que os invisíveis, geralmente mais significativos.

     Acho que um dos maiores erros da nossa sociedade é acreditar que não podemos fazer nada para evitar os danos que vem com a idade. Envelhecer não significa adoecer. O caminho para uma velhice sem sofrimento é seguir a trilha da saúde e não a da luta contra o envelhecimento. Se quisermos envelhecer bem, além de prevenir os riscos à saúde, devemos usar as ervas medicinais que é uma eficiente maneira para envelhecer com saúde e disposição.

Além de consumir alimentos com baixo teor de gordura e de sal podemos contar com uma gama de fitossubstâncias para ajudar. As melhores fitossubstâncias e os melhores alimentos para desacelerar os desgastes do envelhecimento. As mais recentes descobertas sobre as fitossubstâncias presentes nas ervas e nos alimentos que podem ajudar na formação de músculos, melhoria da função cerebral, redução de rugas, fortalecimento do coração, proteção dos ossos, reforço imunológico e combate às inflamações.

    Este trabalho baseia-se em centenas de estudos feitos por cientistas de instituições de prestígio nos Estados Unidos e de outros países. Analisei de uma maneira séria, as mais recentes avaliações científicas feitas em diversas fitossubstâncias presentes nos alimentos, nas ervas medicinais e nas ervas condimentares para atingirmos o nosso potencial de saúde e envelhecer de forma saudável. Através desses estudos, foi revelado as fitossubstâncias e como elas funcionam no combate aos desgastes que vem com o envelhecer e nas doenças relacionadas com a idade.

     Ao contrário de trazer restrições alimentares, nesse material trazemos dicas fáceis de serem implantadas e gratas surpresas. O propósito deste trabalho que virou um livro é mostrar o que ocorre com o envelhecer e dar orientações do que podemos fazer para diminuir os danos que estamos expostos com o passar dos anos. Saber das descobertas mais importantes, e dar uma noção do que pode estar à frente. Este livro explora muitos aspectos sobre o que é preciso fazer e saber para se ter uma vida com mais vitalidade, mais longa e saudável em qualquer idade. Traz ainda dicas,orientações e estratégias para ajudar o leitor a se sentir e a se manter ativo nos anos vindouros.

Nesta obra são abordadas técnicas, estudos e teorias que visam a uma maior longevidade funcional, até o limite da expectativa de vida que o ser humano pode conquistar.

    Seguindo um programa de eficácia única, que inclui técnicas simples de redução do estresse, orientações nutricionais fáceis de seguir, exercício moderado, uso de ervas medicinais e fitonutrientes, podemos reverter os danos ligados ao processo de envelhecer e ainda potencializar a regeneração do organismo. Seguindo as receitas eficazes apresentadas no livro, você vai dizer adeus às doenças relacionadas com a idade e manter a saúde, a vitalidade e a juventude por um tempo que nunca imaginou ser possível.

Seja para idosos ou para aqueles que estudam melhorias para a sua saúde, visando seu próprio futuro, o guia (livro) vem suprir mais uma lacuna diante da expectativa de vida do ponto de vista do envelhecimento saudável. O presente livro apresenta uma orientação ampla sobre o envelhecimento, descartando fórmulas utópicas, dicas ingênuas que dá falsas esperanças e apenas visam fragilizar aqueles que envelhecem. As orientações apresentadas no Guia são atualizadas e levam em consideração a realidade da população brasileira. Complementando que a presente obra será de grande aproveitamento para profissionais da área de saúde em geral e da atividade física, em particular, os que trabalham com idosos.

Consideramos que este livro servirá tanto ao profissional acadêmico quanto aos indivíduos que envelhecem e têm a pretensão de viver muitos anos com autonomia e independência. Fundamentalmente, a obra defende propostas de ’promoção da saúde’, aborda a questão das plantas medicinais como um  recurso complementar que podem ajudar, tanto na melhora como na prevenção das doenças. O livro constitui-se como material para profissionais da área de saúde que necessitam conhecer recursos e abordagens terapêuticas que pode muito ajudar na saúde do idoso. Foi organizado em capítulos, distribuídos em 1300 páginas nos dois volumes onde citamos diversos trabalhos cientifícos de renomadas instituições e especialistas. Enfim, o livro oferece a oportunidade de sistematizar conceitos e discute, à luz dos avanços científico recente, os problemas de saúde que esses avanços pouco podem fazer, mostrando que há recursos terapêuticos muito eficazes que vem sendo ignorados que podem solucionar doenças que se cronificam, privilegiando também o enfoque da prevenção de incapacidades e da promoção do envelhecimento saudável.

Considero que o livro fornece de forma clara e abrangente, inclusive para leigos no assunto, um panorama sobre conceitos, teorias e estudos relacionados à envelhecimento saudável, bem como traz soluções para que as pessoas possam ter a possibilidade, cada vez maior, de passar por essa fase com menos sofrimento. Exemplifico, aqui, o caso de uma senhora de 74 anos, que vinha tendo um problema de saúde que a levava a internamentos frequêntes em hospitais (ocorria em média 2 internamentos por mês). Foi sugerido um programa de uso de uns chás para ser usado, concomitante com seus medicamentos de uso continuo receitado por seu médico. Houve o controle das crises e está senhora está há mais de 3 anos sem ter que se internar. 

Todo este material estará a disposição neste livro.

Faça parte da construção deste livro sendo um doador para ajudar na sua realização. Para ser impresso e ser lançado diretamente por mim, sem a intermediação de uma editora, gostaria de contar com a contribuição (patrocínio) das pessoas. Essa forma permitirá um livro com preço justo. Se a proposta do projeto lhe interessou, entre em contato. Agirei com muita transparência na execução de cada etapa do livro. A recompensa que daremos será um desconto do valor doado na aquisição desse livro.

 

O excesso do consumo de medicamento entre os idosos é negligenciado.

    O risco de efeitos colaterais e adversos, especialmente dos analgésicos, é maior em idosos. As pessoas idosas são usuários frequente e regular de medicamentos e a falta de dados complica a estimativa da extensão das suas implicações.

Quando se é idoso é necessário ter ainda mais cuidado com os medicamentos. Para evitar riscos e conseguir o máximo benefício.

    Os avanços científicos permitiram acrescentar anos à vida - vive-se mais e melhor. Ser-se idoso não significa ser-se doente, mas o envelhecimento tem associados alguns riscos para a saúde, pelo que com alguma frequência o idoso pode ter mais do que uma doença e precisar de tomar vários medicamentos. Ao aumento no consumo de medicamentos pelos idosos corresponde uma maior probabilidade de aparecimento de efeitos adversos e interações, que devem ser prevenidos de modo a garantir o uso seguro dos medicamentos.

 

“Estamos medicando os idosos de maneira errada”

     Há um risco adicional no coquetel de remédios que os idosos, muitas vezes, precisam tomar. Geralmente em número elevado, as drogas podem interagir de maneira perigosa entre si e provocar resultados inesperados e nocivos. Uma pessoa que ingere 10 remédios diferentes tem 44 interações medicamentosas (quando os remédios, combinados, anulam a ação um do outro ou produzem efeitos colaterais inesperados), que precisam ser analisadas. No caso de 15 remédios, essas interações sobem para 104, diz o farmacêutico americano Armon Neel Jr., ele próprio um senhor de 74 anos. Neel é autor do livro Are your prescriptions killing you? (Suas prescrições estão te matando?), sem lançamento previsto no Brasil.

     Com 40 anos de carreira, Neel é um ferrenho crítico da maneira como a medicina vem tratando pessoas acima dos 50 anos. Segundo ele, a maioria dos médicos prescreve drogas que causam mais prejuízos do que benefícios aos idosos. E isso aconteceria por dois motivos. O primeiro é a formação médica. “Eles não têm aulas aprofundadas sobre a química dos medicamentos e como eles interagem com o organismo”, diz. A segunda é fruto de uma falha científica: existem poucos testes clínicos em voluntários acima dos 60 anos. Assim, a medicina precisa lidar com uma literatura falha sobre a ação dos medicamentos nessa faixa etária.

     Neel não defende que os idosos abandonem tratamentos com medicamentos. Em entrevista ao site de VEJA, ele reconhece a importância dos medicamentos, mas diz que remédios consagrados, como a estatina, podem ser letais a idosos. E defende a tese de que o farmacêutico deveria ser o profissional responsável pela medicação. “A maioria dos idosos está, infelizmente, tomando remédios que não deveria.”

     A formulação química das drogas está muito mais sofisticada do que há algumas décadas. Isso, mesclado ao fato de que os médicos não compreendem claramente as mudanças químicas que acontecem no organismo das pessoas acima dos 50 anos, pode ser muito perigoso. Depois dos 30 anos, perdemos anualmente 1% das funções renais e do fígado. Aos 80 anos, um idoso tem 50% das funções desses dois órgãos. Os médicos não conseguem entender, por exemplo, que um remédio conhecido, famoso ou eficaz, que era benéfico à saúde daquele paciente aos 30 ou 40 anos, pode se tornar um perigo aos 60 anos. E isso acontece porque o corpo dele não metaboliza mais a droga da mesma maneira.

Por que alguns medicamentos se tornam perigosos para os idosos?

     Vamos pegar como exemplo o ansiolítico benzodiazepina. Esse medicamento começa a ser usado por volta dos 25 anos de idade, para dormir. Imagine, agora, o mesmo paciente aos 70 anos. As enzimas do fígado de uma pessoa de 25 anos metabolizam a droga de uma maneira específica. Aos 70 anos, porém, essas enzimas já não estão presentes na mesma quantidade. A droga não vai ser metabolizada corretamente, e acaba se depositando em demasia no organismo. E aí começam os efeitos colaterais. O paciente cochila enquanto está dirigindo ou sente tontura, cai e quebra um braço. A benzodiazepina funciona bem em pessoas jovens, mas não em idosos.

Qual a droga mais prescrita erroneamente para idosos?

    Provavelmente, as estatinas e os osteófitos, drogas usadas para fortalecimento ósseo. Em muitos casos, esses dois medicamentos podem ser letais para o idoso. Um dos efeitos adversos da estatina está relacionado com os músculos. A fraqueza e as dores musculares podem ser um dos sintomas da rabdomiólise induzida pela estatina. Essa condição se caracteriza pela perda do esqueleto muscular, o que leva as fibras a serem liberadas pela corrente sanguínea. Essas fibras são danosas aos rins. Quanto maior a dosagem de estatina, maiores os riscos de rabdomiólise.

Existe uma quantidade de remédios que um idoso pode tomar de maneira segura?

     Apenas uma droga já pode ser inapropriada. E o número de riscos em potencial aumenta exponencialmente cada vez que você adiciona um novo medicamento. Vejo pacientes que estão tomando três drogas e uma delas é a causa da necessidade das outras duas. Então, quando você retira essa primeira medicação, acaba a necessidade das demais. Costumo dizer que, se você está tomando mais do que cinco remédios, o sexto está sendo usado para tratar algo causado pelo outros cinco. Mas isso não é necessariamente uma regra.

Há alguma relação entre medicação errada e o aumento nas quedas?

      Sim. Veja o caso de homens idosos com problemas na próstata, como hiperplasia da próstata. Um dos remédios usados é o chamado bloqueador alfa, uma droga para pressão sanguínea. Essa droga funciona dilatando as veias da próstata, o que melhora a urinação. Só que ela não age apenas na próstata, mas em todo o corpo. Então agora você tem veias grandes que o sangue precisa atravessar em todo o organismo. Isso pode levar à queda de pressão. Se o paciente faz movimentos abruptos, o sangue sai do cérebro e ele tem blackouts, fica zonzo. Esses episódios de hipotensão podem deixar o idoso com tonturas, e aumentar a incidência das quedas.

Os erros nas prescrições são fruto de má formação ou de falta de conhecimento generalizado?

     Não há muito treinamento em terapia com medicamentos na faculdade. Não se ensina a química dessas drogas e de que maneira ela se relaciona com a química do paciente. Os estudantes de medicina ficam mais tempo estudando doenças, diagnósticos e tratamentos. Muito do que eles aprendem sobre a droga em si é ensinado pelos representantes das indústrias farmacêuticas, que, normalmente, não são da área da saúde. O que eles apresentam ao médico é a versão boa do medicamento, nada de ruim sobre a droga vai sair deles. E também há pouca pesquisa feita com pessoas acima dos 65 anos, então não existe muito material de base. Por isso, conhecer a química de cada medicamento e como ele reage no organismo é tão importante.

O médico, então, não seria a pessoa mais indicada para medicar um paciente?

     Acredito que mais de uma pessoa pode fazer isso. A tecnologia mudou tanto nos últimos 40 anos, que é a hora dos médicos redistribuírem algumas funções. O farmacêutico deveria ser o responsável pelo gerenciamento da terapia com medicamentos. O médico faz o que ele é treinado para fazer: diagnostica e delimita o plano de tratamento. Mas o farmacêutico, pessoa mais treinada para essa função específica, deveria ficar a cargo dos medicamentos.

Como um paciente idoso pode saber se há algo errado com suas prescrições?

    Vamos dizer que ele vá ao médico porque tem algum problema, e o médico prescreva uma droga. Essa droga acaba não resolvendo o problema. O médico pode aumentar a dose ou acrescentar um novo remédio. Se isso acontecer, o melhor seria remover o primeiro medicamento — e não apenas acrescentar outros. Agora, se você está indo ao médico e está tomando duas ou três medicações, e aí uma nova droga causa sensações que não são naturais a você, volte ao médico ou ao farmacêutico e diga que esses novos sintomas estão sendo causados pela nova medicação.

      Em 2012, Armon Neel Jr. foi premiado pela Sociedade Americana de Farmacêuticos Consultores por seu trabalho revendo prescrições e aconselhando pacientes sobre suas medicações. Estima-se que as recomendações feitas por Neel levem à economia de 2,5 milhões de dólares por ano nos Estados Unidos – além de salvar milhares de vidas. Cinco anos antes, o farmacêutico havia sido uma das primeiras pessoas a receber o prêmio Farmacêutico Geriátrico Certificado, da Comissão de Certificação em Farmácia Geriátrica. Entre 1966 e 1977, Neel foi convocado pelo Conselho de Farmácia seis vezes por ter aconselhado pacientes sobre como tomar corretamente a medicação prescrita – só em 1990 as leis do estado da Geórgia passaram a permitir que farmacêuticos dessem tais tipos de orientações. Desde 2000, Neel atende como conselheiro dando seu parecer sobre o plano de terapia medicamentoso em casas de repouso para idosos na Geórgia. Nos últimos quatros anos, ele tem se dedicado a desenvolver políticas, protocolos e mecanismos de avaliação que atendem às necessidades dos pacientes.

http://veja.abril.com.br/saude/estamos-medicando-os-idosos-de-maneira-errada-diz-farmaceutico-americano

 

Idosos recebem remédios inadequados, segundo pesquisa

A cada cem idosos que tomam remédios regularmente, 44 seguem receitas com medicamentos considerados inadequados para eles. É o que diz estudo do farmacêutico André de Oliveira Baldon feito para a Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da USP. Ele ouviu mil idosos atendidos pelo SUS e analisou receitas de novembro de 2008 a maio de 2009, em Ribeirão Preto, interior de SP. O número é muito maior do que o constatado em países como a Itália, onde 26% dos idosos não internados tomam medicamentos inadequados, e EUA (10%). A pesquisa mostra que a falta de conhecimento do médico ou farmacêutico e a lista restrita de opções de medicamentos são as principais causas do problema.

A lista de remédios em hospitais e postos que atendem pelo SUS é muito restrita, diz Baldoni. Assim, os médicos prescrevem o disponível, sem observar se pode ou não ser usado por idoso. Um antialérgico, por exemplo, pode aumentar a sonolência no paciente. Estudos provam que essa reação aumenta o risco de queda e fratura óssea. O ideal seria prescrever um antialérgico de segunda geração, menos forte, raramente encontrado no SUS. O levantamento mostrou ainda que 30,9% dos idosos tomam remédios por conta própria; 37,1% não usam os remédios conforme prescritos e 46,2% relatam reações adversas aos medicamentos.

Nos idosos internados

A situação é mais grave quando se trata de idosos internados, mostra estudo feito três anos atrás pela farmacêutica Juliana Locatelli, especialista em gerontologia do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Entre os 155 idosos entrevistados, foram identificadas quatro interações medicamentosas para cada paciente (quando o uso de vários remédios causa risco). O efeito mais observado foi o aumento de risco de hemorragia.“O tratamento com idosos deve ser diferenciado. As doses devem sempre começar em quantidades mais baixas. O organismo dessas pessoas pode ser mais debilitado e cada um reage de uma maneira aos remédios”, diz Locatelli.

O objetivo do estudo, segundo ela, foi comparar a realidade com outros países. “É uma tendência que haja esse número elevado entre internados. Temos perspectivas de colocar em prática ações para melhorar a situação, mas ainda não foi feito.” Outro trabalho de 2007, na Santa Casa de SP, mostrou que 41% dos idosos tomam drogas inadequadas ou em doses excessivas. Segundo o estudo da USP, 16,3% dos que retiraram remédios pelo SUS não recebem orientação sobre uso.

fonte http://coisadevelho.com.br/?p=19#ixzz2lZ5GBah8 - Publicado por Fernando Nascimento em 09, fev , 2011 em Envelhecimento, Gerontologia, Idoso - Matéria publicada originalmente pelo Jornal 24HorasNews

 

 

EUA lançam guia para envelhecer sem tomar muitos remédios

    “Teme a velhice, porque ela nunca vem só″, pontificava o filósofo grego Platão no século IV a.C. Hoje, envelhecer, ainda que inexorável, é infinitamente mais tranquilo, saudável e até certo ponto controlável do que era na antiguidade. No entanto, apesar de todos os avanços na medicina da longevidade, a velhice realmente nunca vem só. Cuidar dos problemas relacionados ao envelhecimento significa consumir uma batelada de comprimidos e cápsulas. Um idoso toma de cinco a dez medicamentos diferentes todos os dias. Não bastassem os riscos inerentes a qualquer remédio, nessas quantidades há o perigo das interações medicamentosas. Um terço dos idosos, indicam levantamentos recentes, sofre as consequências do mau uso de medicamentos. Nos Estados Unidos, ele é a causa de 28% das internações a partir dos 60 anos. “A cada novo composto acrescido à rotina de um paciente mais velho, o risco de problemas sobe 10%”, diz Milton Gorzoni, coordenador de geriatria da Santa Casa de São Paulo. Com o aumento da expectativa de vida, o problema tende a se agravar. Em 2050, conforme dados da Organização Mundial de Saúde, o número de homens e mulheres com 60 anos ou mais deve pular de cerca de 690 milhões para quase 2  bilhões — 64 milhões deles no Brasil.

     Com o objetivo de orientar médicos e pacientes, a Sociedade Americana de Geriatria lançou recentemente as novas diretrizes sobre o uso de medicamentos por idosos. Concebida por onze especialistas de várias áreas, a cartilha foi elaborada a partir da revisão de 2 000 estudos científicos sobre o assunto e traz 53 medicamentos, de trinta classes diferentes, potencialmente perigosos para os mais velhos. A primeira diretriz foi publicada em 1991 e a última atualização tinha acontecido em 2003. De lá para cá, 38 medicamentos ou classes de substâncias foram acrescidos As à lista e outros dezenove retirados. Entre os que foram mantidos, decidiu-se agora pelo estabelecimento de novas recomendações para alguns. É o caso dos benzodiazepínicos, consumidos com bastante frequência para o controle da ansiedade. Em 2003, a Sociedade Americana de Geriatria sugeria usá-los em doses baixas. Atualmente, aconselha evitá-los, sob o risco de causarem problemas de memória, confusão mental aguda, quedas e fraturas (veja o quadro abaixo).

Cuidado redobrado

O que dizem as novas diretrizes da Sociedade Americana de Geriatria sobre as cinco classes de medicamentos mais consumidas pelos idosos:

Fontes: Milton Gorzoni, coordenador do departamento de geriatria da Santa Casa de São Paulo, e Rubens de Fraga Júnior, geriatra da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, baseados nos critérios de Beers da Sociedade Americana de Geriatria (American Geriatrics Society Updated Beers Criteria for Potentially Inapropriate Medication Use in Older Adults)

Todo medicamento oferece riscos.

     Para um idoso, eles são maiores porque seu organismo funciona de forma mais lenta. A composição corporal muda. Os músculos tendem a ser substituídos por gordura e a concentração de água diminui. As células de defesa do organismo tornam-se menos eficientes e os ossos ficam mais frágeis. O fígado e os rins demoram a eliminar os compostos ativos dos medicamentos. “Se tomado diariamente, um comprimido do benzodiazepínico diazepam pode ficar circulando por 200 horas no organismo de um idoso”, diz o geriatra Rubens de Fraga Júnior, da Sociedade Brasileira de Geriatria. “No organismo de um jovem, ele é descartado em apenas seis horas.” Há também os remédios contraindicados devido ao modo como os idosos tendem a usá-los. Os anti-inflamatórios não hormonais, a classe dos populares Aspirina, Advil e Cataflam, estão entre os mais consumidos pelos mais velhos. Metade das pessoas com 60 anos ou mais sofre de dores crônicas. Soma-se a isso o fato de que esses anti-inflamatórios são vendidos sem receita e tem-se o cenário para o abuso e o agravamento das reações adversas. Entre elas, hemorragias estomacais e insuficiência renal.

     A cartilha da Sociedade Americana de Geriatria não contempla os fitoterápicos, como ginkgo biloba e ginseng, entre tantos outros. Aparentemente inofensivos, quando combinados a outros remédios, esses compostos podem trazer consequências graves, como insônia, aceleração cardíaca e sangramentos. “Em geral, o idoso não informa ao médico que usa fitoterápicos achando que os naturais não oferecem perigo”, diz Gorzoni. “Sem saber por quê, o paciente pode sofrer uma série de efeitos colaterais e tomar outros remédios para tratá-los.” É uma reação em cadeia de riscos evidentes

fonte http://coisadevelho.com.br/?p=7885#ixzz2lZ7SVLNB - Publicado por Fernando Nascimento em 06, mai, 2012

 

 

Você pode não precisar de todas os remédios que está tomando ...

Não são necessários cerca de 60% dos medicamentos de prescritos para os pacientes. Isso é o que os pesquisadores descobriram, em um estudo publicado no Archives of Internal Medicine.O fato é que os efeitos adversos de medicamentos são a quarta principal causa de morte em os EUA (depois de doenças cardíacas, câncer e acidente vascular cerebral). Cerca de 6% dos pacientes que tomam dois medicamentos por dia vai experimentar uma interação medicamentosa. Se você está tomando cinco medicamentos por dia, o risco sobe para 50%.

Estatinas

As estatinas para baixar o colesterol, como atorvastatina (Lipitor) e sinvastatina (Zocor), estão entre os mais vendidos medicamentos prescritos em os EUA. Eles não são tão eficazes como se pensa ... e os potenciais efeitos colaterais, incluindo dores musculares e perda de memória, podem ser graves. Um estudo recente, publicado em farmacoterapia, constatou que 75% dos pacientes que tomaram estatinas relataram perda de memória ou outros problemas cognitivos. O mesmo estudo descobriu que 90% dos pacientes que interromperam a medicação teve melhorias mentais rápidos.

Meu conselho: Tente diminuir o seu colesterol com abordagens naturais. Estes incluem comer menos gordura saturada e ingerir mais fibra e fazer usos de chás que ajudam.

Remédios para Presão Arerial

Cerca de 40% dos pacientes que vejo estão tomando pelo menos quatro medicamentos diferentes para controlar a hipertensão. Alguns pacientes realmente necessitam de remédios para reduzir a pressão arterial, mas são as exceções. Se estiver a tomar mais de dois medicamentos para a pressão arterial, você provavelmente está a tomar os medicamentos errados.

   Exemplo: Os beta-bloqueadores para hipertensão. Milhões de pessoas idosas tomam estes fármacos que frequentemente causa fadiga, tonturas e outros efeitos colaterais. Além disso, os médicos prescrevem frequentemente tanto um inibidor de ACE (captopril) e um bloqueador do receptor da angiotensina (losartan), mesmo que funcionem de forma similar. Os pacientes que usam essa combinação são 2,4 vezes mais propensos a sofrer de insuficiência-renal.

Importante: Alguns pacientes que reduzem a sua ingestão de sal, exercitam e perdem peso pode tomar doses mais baixas de medicação. Um estudo publicado no The New England Journal of Medicine descobriu que a restrição de sal para algumas pessoas tem o mesmo efeito sobre a pressão arterial que a medicação.

Analgésicos

O ibuprofeno e outros analgésicos, conhecidos como fármacos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs), estão entre os medicamentos mais utilizados em os EUA. As pessoas pensam que eles são seguros, mas não são. Um estudo descobriu que 71% dos pacientes que os usaram experimentou danos ao intestino delgado. Estes medicamentos também aumenta o risco de sangramento do estômago, úlceras e hipertensão.

Meu conselho: Acentue na sua alimentação diaria o uso das plantas que tem atividade anti-inflamatória, bem como tome os chás dessas plantas.

Sedativos e calmantes

Valium e outros, conhecidos como as benzodiazepinas, estão entre os medicamentos mais perigosos para pessoas idosas. Razão: Eles não são eficientemente metabolizados no fígado. Isto significa que os níveis elevados pode acumular-se no corpo. As pessoas que tomam estes medicamentos diariamente por condições como insônia ou ansiedade são 70% mais propensos a ter quedas (cair) e 50% mais propensos a ter uma fratura de quadril. Além disso, as pessoas que os usam regularmente têm 50% de chance de ter perda de memória. Sedativos como diazepam (Valium), triazolam (Halcion) e zolpidem (Ambien) nunca deve ser tomado por períodos prolongados.

Meu conselho: Se você está passando por um momento estressante, peça ao seu médico para fazer uma prescrição de uma ou duas semanas apenas.  Em caso de insônia ou ansiedade procure recursos mais seguro do que os sedativos para uso a longo prazo. Os chás calmantes vão ajudar.

Antidepressivos

Os médicos prescrevem rotineiramente a fluoxetina (Prozac) e paroxetina (Paxil), a pessoas que realmente não precisam deles. Um estudo, baseado em dados submetidos ao FDA, concluiu que estes e outros antidepressivos não são mais eficazes do que um placebo para a maioria dos pacientes. No entanto, os riscos, incluindo quedas, fraturas ósseas e até mesmo convulsões, são elevados, particularmente em pacientes mais velhos.

Importante: A depressão frequentemente é episódica. As pessoas que sofreram um evento traumático como a perda de um emprego, divórcio, a morte de um familiar muitas vezes, têm um período de depressão que eventualmente desaparece sem tratamento.

Meu conselho: Comece com abordagens naturais. Se você está passando por uma fase difícil, ver um psicólogo ou encontrar-se com um conselheiro. Para muitos pacientes, a terapia da conversa é tão eficaz como medicação.

 

 

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