Úlceras varicosas (venosa) e pé diabético cicatrizam com ajuda da fitoterapia

  As úlceras venosas são comuns na população adulta, causando grande impacto social e econômico devido a sua natureza recorrente e ao longo tempo de tratamento. Quando não cuidadas adequadamente, as úlceras venosas têm dificuldades de cicatrização e altas taxas de recorrência. Apesar da elevada prevalência e da importância da úlcera venosa, ela é frequentemente negligenciada e abordada de maneira inadequada com tratamentos ineficazes.

Apesar dos avanços na medicina, ainda não conseguiram um tratamento eficaz para as feridas, especialmente, as crônicas.

 

 

   Há plantas que demonstram potencial terapêutico em estudo clínico contra úlceras venosas das pernas. O mais surpreendente nesses resultados é o tempo necessário para a reepitelização e cicatrização total da ferida que ocorre em poucos dias.  Em média em 90 dias.

 

O tratamento deve ser direcionados para a cicatrização da úlcera e, posteriormente, para evitar as recidivas. 

 

Sabiam que todos os dias muitas dezenas de pessoas sofrem amputação de dedos, pés e pernas e segundo estatísticas até 2020, mais de 2 milhões de pés e pernas serão amputados no Brasil.

 

 Graças à fitoterapia, dona Irene, de 66 anos, moradora em São José dos Pinhais - Paraná, não entrou para o rol das milhares de pessoas amputadas (mutiladas).

   Ela é uma das pessoas que sofrem de feridas crônicas, assim como uma das muitas que, como seu caso, levaria à amputação do pé. Essa ferida submeteu a dona Irene a 24 horas de dor continua e lancinante durante um ano e oito meses. Além do atendimento feito pelo SUS, ela gastou mais de oito mil reais em tratamentos particulares.
   A foto mostra como estava antes e agora em fase de cicatrização.

 

 

Também graças à fitoterapia, a dona Lucia, moradora na cidade de Panambi no Rio Grande Do Sul, também, não entrou para o rol das milhares de pessoas amputadas (mutiladas).

   A dona Lucia foi afetada de úlcera nas duas pernas (feridas crônicas), vinha resistindo à amputação de suas pernas, pois os médicos que avaliaram o seu caso insistiam que deveria ser amputada. Essas feridas submeteu a dona Lucia a 24 horas de dor continua e lancinante durante anos. Além do atendimento feito pelo SUS, ela gastou com tratamentos particulares sem obter qualquer melhora.
 
  A foto mostra como estava antes e agora em fase de cicatrização. Com ajuda da fitoterapia, suas pernas em breve estará plenamente cicatrizado. Veja a evolução da melhora e como ficou.

 

Desculpem pelas fotos, mas o propósito é mostrar que esse pé e as pernas mostradas foram salvo da amputação graças a Fitoterapia.

Os médicos queriam amputá-lo. 

 

Pé da Dona Irene antes do tratamento

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pé da Dona Irene  com 24 dias do tratamento

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Perna da Lucia antes do tratamento

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Perna da Lucia durante o tratamento

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Perna da Lucia com o tratamento

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As pernas da dona Lucia estão quase cicatrizada.

 

      Aos 42 anos, seu pênis estava todo envolvido por feridas, submeteu-se a vários procedimentos e medicamentos, durante 18 meses, sem obter resultado. Estava com o pênis deformado pelas feridas, com um quadro que se agravava dia a dia. Devido a isso, o especialista (urologista) sugeriu a amputação do membro. Com a Fitoterapia, houve a cicatrização em duas semanas. As feridas desse pênis cicatrizaram em 14 dias.

Este pênis já estava com data marcada para ser amputado. Em média, mil homens tem seu membro amputado por ano no Brasil.

 

 

 

 

Esta é a perna do senhor Luiz que estava com psoríase

 

           Além do grande sofrimento e incapacitação funcional, esse tipo de ulceração prejudica a qualidade de vida da pessoa acometida por ela. Essas feridas representam grande problema de saúde pública devido ao impacto socioeconômico que contribui para onerar os cofres públicos, com tratamento ambulatorial prolongado, pagamento de benefícios por afastamento de longo período de tempo e, muitas vezes, até aposentadoria precoce.

  Apesar dos avanços, a medicina ainda não conseguiu um tratamento eficaz para as feridas, especialmente as crônicas. Nem os mais evoluídos centros de medicina do mundo contam com recursos e meios para solucionar essas feridas.

Por conta das feridas ulcerosas oriundas da má circulação e do diabete todos os anos centenas e centenas de pessoas sofrem amputações de pernas e pés.

O Brasil tem milhares de mutilados e a tendência é que tenhamos até 2020 mais de 2 milhões de pessoas diabéticas que poderão sofrer mutilações de membros inferiores.
 
Até quando vão ignorar esses resultados?

             Enquanto negligenciam a fitoterapia, milhões de pessoas ainda hoje continuam morrendo ou sendo mutiladas por conta de intervenções e procedimentos ineficazes.

A vesícula está com cálculos? Extirpe-a. A perna está com trombose? Ampute-a. E assim vai.

 

Precisa comprovação científica?
Tirem suas próprias conclusões.

 

Há outros casos que estavam em condições iguais a estes que mostramos nas fotos.

 

      Quando digo que nem os melhores Centros de Medicina do Mundo tem um tratamento eficaz para as úlcerações venosas e diabéticas, certamente não estou sendo pessimista.

Nessa imagem vemos um dos tratamentos feito em alguns países para esses tipos de ulcerações.

Terapia de larvas para o tratamento de feridas intratáveis.

As larvas de mosca são usadas para ajudar em feridas. A terapia do Maggot foi introduzida primeiramente nos EUA em 1931 e foi usada rotineiramente até 1940 em 300 hospitais. Com o advento dos antimicrobiólicos, a terapia com larvas tornou-se rara até o início da década de 1990, quando foi reintroduzida nos EUA, Reino Unido e Israel. O objetivo dessa terapia é tratar feridas crônicas e úlceras intratáveis ​​em pacientes hospitalizados de longa duração. Eles colocam larvas para limpar e desbidrar a ferida. 

A terapia da larva é um tratamento para feridas necróticas que necessitam de desbridamento e resistentes ao tratamento convencional e a intervenção cirúrgica conservadora.
 

 

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