Chegar aos 100 anos com saúde é um sonho possível.

   Atrasar os ponteiros do relógio biológico deixou de ser fantasia das histórias de ficção científica. Existe uma controvérsia na  teterminação da genética como fator mais importante de que adiante uma boa genética, se ignorarmos outros fatores: o estilo de vida ou o ambiente em que se vive?

 

Apesar de ser um fato raro no Brasil, o ser humano é capaz de chegar aos 100 e até aos 120 anos.

   A expectativa de vida "geneticamente programada" do ser humano é de 120 anos. A maioria das pessoas não chega perto dessa marca por não tomar atitudes que evitem ou reparem os danos celulares, sobretudo, após os 30 anos, quando o controle desses danos deveria ser acentuado. É claro que a vida não pode durar além do “limite geneticamente programado”, mas os efeitos cumulativos de uma vida com danos celulares excessivos podem encurtá-la.

 

        Cada pessoa é responsável por prolongar ou abreviar a sua vida.

    Hoje, pode-se afirmar que a longevidade é conquistada. E, já que se pode viver mais, é preciso também prolongar a vitalidade e a saúde dos órgãos. O caminho para longevidade é encontrar algo que permita às pessoas não só viver mais tempo, mas alongar sua vida profissional, com melhor qualidade de vida.

     A longevidade e a saúde dos orientais “que mantêm a qualidade de vida e uma rotina saudável” serviram de base para cientistas chegarem à conclusão de que o segredo está no uso de recursos naturais.Quem quer manter a jovialidade e alcançar vida longa pode contar com esses recursos naturais.

     É certo que não se pode evitar o envelhecimento, mas podemos prolongar a vida e interferir na maneira como envelhecemos, contribuindo para ampliar a expectativa de vida.

 

Rugas - Infelizmente elas também começam aos quarenta anos.  Flacidez da pele aumenta a partir dos quarenta.

Bolsas embaixo dos olhos e olheiras - Aos quarenta, o aparecimento de bolsas e olheiras são mais frequentes.

Manchas, verrugas e marcas atróficas - Essas imperfeições começam a dar o ar da graça aos quarenta.

O cabelo branco pode ocorrer até em pessoas de pouca idade, mas com o envelhecimento, além do branqueamento os cabelos diminuem, em número e volume e geralmente começam a cair.

Pernas – Nos quarenta já começam as varizes e varicoses. Também nessa fase os pés estão propensos a desenvolver calosidades, ressecamento e rachaduras.

 

A fonte da longevidade está nas plantas medicinais?

     O futuro da ciência da longevidade acena com recursos que vão muito além de dicas de bons hábitos de vida. Na procura pelo envelhecimento saudável temos que nos valer de recursos que proporcionem isso. Diante de tantas evidências, sem dúvida o recurso que mais se aproxima de um elixir da longevidade são as ervas medicinais. Combater de maneira eficaz os efeitos da idade é um dos grandes desafios das ervas medicinais. Juntas, algumas substâncias naturais e as ervas medicinais são fonte importante de um programa para conquistar a longevidade.

 

 

 

 

 

   Com um programa antienvelhecimento acendendo os refletores sobre a bioquímica dos radicais livres, as plantas roubam a cena devido às suas poderosíssimas substâncias com propriedades antioxidantes. A abundância de antioxidantes pode acrescentar anos à vida, já a falta pode tirar anos de vida. 

 

   Um programa antienvelhecimento e/ou de “rejuvenescimento” sem esses recursos está incompleto, porque eles reforçam a renovação, auxiliam no reparo de células já danificadas, derrotando os inimigos mais temíveis da longevidade. Quem quer manter a jovialidade e alcançar vida longa pode contar com as substâncias das ervas. É bom lembrar que as ervas medicinais contribuem muito para que possamos desacelerar a ação do tempo e, se não retardarmos o processo, pelo menos melhoraremos a qualidade dos dias a serem vividos.

 

    Apagar as marcas do tempo e dar um fim as doenças que encurtam a vida parece possível. A partir do momento em que as pessoas entenderem que a sua vida é única, buscarão meios que possam proporcionar um envelhecimento saudável as doenças deixarão de ser impositivas.

 

    Pense Nisso

No livro A morte de um apicultor, Lars Gustafsson  menciona que numa região no norte da Suécia, os moradores têm um modo meio estranho de se referir quando alguém morre. Eles nunca dizem: fulano morreu de ataque cardíaco ou dessa ou daquela doença.  Eles sempre dizem: "ele fez a sua morte".

    Tem lógica este modo de pensar, pois atualmente a ciência vem nos mostrando que cada um nós, ao alimentar-se de modo errado, ao intoxicar-se, envenenar-se, não superar  os vícios vai abreviando sua vida e fazendo a sua morte.

Cada um "faz a sua morte", isto é, cada pessoa é responsável para prolongar ou abreviar a sua vida de acordo com o modo como vive.

 

   Todos os esforços da ciência para aumentar a quantidade de anos da vida humana podem ser inutilizados, em boa parte, se a pessoa não minimizar o grande prejuízo que elas mesmas fazem ao ignorar os conselhos que a própria ciência vem dando.

 

Não é suficiente saber que doença tem a pessoa, mas que pessoa tem a doença.
(Hipócrates - pai da medicina)

 

O estresse não é resultado de trabalhos e atividades intensas e sim do significado que a pessoa dá a esse trabalho e a essas atividades.

 

Aguardem que teremos mais

 

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Ervas Medicinais Fonte de Saúde e Longevidade

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