Kalanchoe brasiliensis - SAIÃO

Nome científico: Kalanchoe brasiliensis Cambess. Família: Crassulaceae.  Nome botânico aceito: Kalanchoe laciniata (L.) DC. Outros nomes populares: coirama, folha-da-fortuna, folha-da-costa, folha-grossa, orelha-de-monge.

Princípios ativos: alcaloides; Triterpenos; Flavonoides; Glicosídeos: Esteróides; Ácidos orgânicos; Lipídeos; ácidos araccídico, bentônico, cafeico, cinâmico, cumarínico, ferúlico, oxálico, palmítico, succínico, siríngico e proto-catechuico. Astragalina, 13-amirina, benzennóides, 13-sitosterol, briofolenono, briofilina, briofilina A,B e C, bufadienolídeos, briofilol, briofinol, briotoxina C, campesterol, cardenolídeos, clorosterol, clionasterol, codisterol, epigalocatequinas, friedelina, glutinol, hentriacontano, isofucosterol, kaempferol, oxalo-acetato, patuletina, peposterol, piruvirato de fosfoeno, pseudotaraxasterol, quercetina, estigmasterol, taraxerol e triacontano, tanino; mucilagem; bioflavonóides (quercetina); ácidos orgânicos..

Na medicina popular é utilizada contra lesões teciduais, bronquites, inflamações e úlceras em muitas partes do mundo. Contra essas afecções, a folha é a parte mais utilizada.

Modo de usar:

Parte utilizada: folhas.

- suco da folha: uso interno: afecções pulmonares, diabete, emolientes, cálculos renais;

- infusão: uso interno: tosse, asma;

- folha triturada: uso externo: erisipelas, tumores, verrugas, calos, picadas de inseto.

Propriedades medicinais: cicatrizante, emolientes.

Indicações: afecções pulmonares, aftas, asma, cálculos renais, calos, diabete, doenças do pulmão. Como agente externo, auxilia no tratamento de erisipelas, queimaduras, feridas, úlceras de pele e verrugas. feridas, frieiras, picadas de inseto, úlceras, verrugas.

O extrato das folhas pode aumentar os níveis do GABA (ácido gama-aminobutírico), neurotransmissor cerebral

Evidencias científicas mostrou atividade antimicrobiana in vitro contra Staphylococcus aureus. Por este efeito à planta Kalanchoe brasiliensis Cambess pode representar uma alternativa terapêutica para infecções provocadas por Staphylococcus aureus.

Num estudo in vivo o suco das folhas demonstrou capacidade de proteger de reações anafiláticas quimicamente induzidas e morte pelo bloqueio seletivo dos receptores de histamina do pulmão;

O suco das folhas tem ação anti-histamínica e antialérgica, justificando seu uso popular em afecções respiratórias superiores e tosses.

O suco das folhas de K. brasiliensis contém vários polissacarídeos, flavonoides, ácido ascórbico dentre outros compostos (FORTES et al., 2008; MOURÃO et al., 1999). Embora seja extensamente  usada  na  medicina  popular,  seus  constituintes  químicos  ainda  não  foram totalmente elucidados.

Outro estudo in vivo confirmou o uso do extrato da folha em úlceras gástricas, protegendo cabaias de indutores de úlceras como stress, aspirina, etanol e histamina;

Houve confirmação de efeito diaforético, analgésico, anti-inflamatório e relaxante muscular; A ação anti-inflamatória é atribuída em parte aos efeitos imuno-moduladores e imuno-supressores documentados em pesquisa científica do extratos e do suco da folha que parece suprimir reações imunológicas tanto desencadeadoras de resposta inflamatória quanto histamínica;

O suco das folhas de Kalanchoe brasiliensis(Crassulaceae) apresentou atividade bloqueadora aos receptores histamínico. O suco contém compostos flavonóides, carboidratos e sais minerais.

As folhas contêm Fitossubstâncias bufadienolides, que são muito ativas e têm despertado o interesse de cientistas. Elas  atividade semelhantes a os glicosídeos cardíacos, a digoxina e digitoxina, que são medicamentos utilizados para o tratamento de insuficiência cardíaca congestiva e condições relacionadas.

 

Esta é a kalanchoe brasiliense

 

Esta é a Kalanchoe draigemontiana

Há relato de cura de câncer  de pessoas que fizeram seu uso

 

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